quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

MEDO REAÇÃO DEFESA

Por. Prof. Msc. João Oliveira *** Muitos problemas de relacionamento podem ser explicados se estivermos diante de uma pessoa que teve uma história de rejeição em sua vida. Ocorre que o sistema de defesa da estrutura psíquica do sujeito acaba por criar regras de conduta que o impedem de se entregar realmente a um compromisso para evitar uma nova perda. Ou seja, com medo de perder nem chega realmente a possuir algo. Quando se percebe gostando de alguém, ele rapidamente dá um jeito de sabotar a relação, neste caso o sofrimento é controlado e fica menor do que se tivesse totalmente envolvido com a outra pessoa. Lendo isto em um parágrafo apenas nos dá a impressão de que se trata de um problema muito simples e fácil de ser resolvido: não é! Para começar existem outras vertentes: emprego, família, bens materiais, amigos e toda e qualquer coisa que possa lhe trazer alguma satisfação ou apego. O sistema de defesa impede que o prazer seja prolongado sempre baseado na mesma premissa de que é melhor não ter nada do que sofrer depois por querer demais. Um comportamento aprendido e que pode ser ressignificado (acostume-se com essa palavra, pois ela sempre tem lugar comum em nossos textos). A história pode começar com uma morte de alguém muito querido como a avó, por exemplo, quando o indivíduo ainda estava na infância ou saindo deste período de descobrimento de mundo. Neste perfil é uma reação à perda real: alguém que amava o deixou. Outro modo é quando o sujeito possui um pai/professor/amigo muito duro que cobra e pressiona o tempo todo e nunca fica satisfeito com nada que é feito/produzido pela pessoa em questão (pode haver punição envolvida neste processo), pode ser que o sujeito tenha uma reação posterior em sua vida de não permitir que isso torne a ocorrer, ou seja, dele depositar confiança ou autoridade a outra pessoa que passa a vir tripudiar dele no futuro. Desta forma ele não consegue construir vínculos mais duradouros com ninguém que possa representar uma linha de afeto mais forte. Em alguns casos ocorre justamente o contrário: o sujeito projeta nas figuras de autoridade a figura que deseja agradar para obter afeto. Não há uma regra de como a estrutura de reação de defesa se forma. O que hoje pode parecer uma coisa simples, como uma família que se muda de bairro e, a criança, perde seus primeiros amigos de colégio, pode gerar o mesmo complexo processo no futuro. Cada caso é um caso e, se você estiver dentro deste padrão, provavelmente possui uma história completamente diferente dos exemplos aqui citados. Podemos mudar? Primeiro ser capaz de se descobrir dentro deste programa comportamental. O fato de reconhecer em si um movimento repetitivo de rompimentos prematuros com elementos que poderiam lhe dar afeto/satisfação/prazer já é um excelente começo para a mudança, se você assim desejar. Afinal a pessoa pode argumentar que é mais feliz assim, pois não sofrerá jamais a perda de algo ou alguém. Neste caso o assunto está finalizado e a vida segue. No entanto, se estivermos diante de uma pessoa que gostaria de experimentar o risco de se entregar em uma relação de troca com alguém, ou que deseja possuir em sua vida elementos duradouros capazes de oferecer prazer ou satisfação, aí teremos o início do processo da mudança. Então são dois passos iniciais: 1) Reconhecer em si um padrão de comportamento que lhe causa algum prejuízo. 2) Querer mudar trocando o padrão antigo por outro mais atualizado. Como fazer para mudar? Lógico que o caminho mais fácil é procurar um profissional psicólogo que possa lhe oferecer instrumentos e recursos para facilitar este processo. Na impossibilidade disto, podemos reescrever a própria história tentando localizar os pontos de fraturas cognitivas e elaborar o luto não vivido por estes fatos tentando alterar seu significado interno. Um passo de cada vez! O processo levou anos para se instalar e não vai desaparecer antes do almoço, portanto tenha calma e faça uma leitura de sua trajetória de vida tentando descobrir se realmente existe(m) fatos que pode(m) ter criado um sistema de defesa. O medo de perder e como consequência o abandono das melhores coisas da vida, pode privar uma existência inteira da melhor coisa de todas: o verdadeiro amor! Para saber mais sobre cursos e treinamentos presenciais e on line: http://www.isec.psc.br/ ou no site http://www.preparaonline.com.br/joliveira/parceiros/j-oliveira

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

A Pesquisa de Hawthorne

(Wagner Siqueira) O que efetivamente demonstram as tragédias dos suicídios e os sofrimentos psicológicos que estigmatizam o funcionamento das grandes corporações empresariais em todo o mundo? As respostas, comentários e observações de seus dirigentes oscilam entre o cinismo e a compaixão, o apelo urgente e dramático aos médicos do trabalho, aos psicólogos e aos psiquiatras, ou às declarações arrogantes de negação da realidade ou de ignorância das circunstâncias em que o cotidiano trágico se efetiva no mundo das relações de trabalho. Mais do que tudo, os dirigentes demonstram desconhecer inteiramente as descobertas produzidas a partir das Pesquisas de Hawthorne, realizadas entre os anos 1920/1929, sobre motivação e produtividade, em verdade sobre os avanços do conhecimento científico do comportamento humano no trabalho. Mais do que tudo, demonstram profunda ignorância ou negam enfaticamente a importância das interações sociais na realidade do trabalho, descobertas cientificamente comprovadas desde então. Talvez fosse conveniente sugerir aos que hoje detêm o poder e a responsabilidade diretiva no mundo das organizações que se interessem efetivamente sobre o tema, começando pela leitura atenta de um livro essencial cujo título original em inglês é “Management and the Worker”, cujos autores são F.J. Roethlisberger e W.J.Dickson: o primeiro era professor de sociologia da Universidade de Harvard e o segundo era diretor de pesquisa da Western Electric. Esse livro foi publicado originalmente em 1939, nos Estados Unidos. Talvez, caro leitor, você me indague por que se deter na leitura de um texto tão antigo, concebido e redigido num tempo bem distante do mundo tecnológico em que vivemos? Aparentemente a sua indagação deveria levar tal obra para a lata do lixo da sociedade do conhecimento. Ledo engano! O livro trata de uma pesquisa – realizada na fábrica Hawthorne, da Western Electric – que se transformou numa inacreditável senda científica, cujas descobertas e avanços nas ciências do comportamento humano no mundo do trabalho são tão pertinentes hoje quanto foram à época da referida publicação do livro. É fantástico: a natureza humana é permanente e universal, não importam o tempo e o espaço, o momento e o lugar. O que mudam são as circunstâncias em que essa natureza humana se transfigura diante da realidade concreta vivenciada. A investigação científica inicial de Hawthorne tratava da velha e renovada questão da busca por maior produtividade e lucro. Nada diferente do que ora condiciona a ação gerencial dos tempos presentes. Mas, à época, para aumentar tanto uma quanto outra, sem adicionar ainda maior fadiga e tédio ao trabalho laboral, se resolveu conhecer melhor as condições objetivas em que se dava o desempenho do trabalhador fabril. Foi em 1927 que se fez pela primeira vez o encontro entre a organização industrial e a organização acadêmica na busca científica por resultados de desempenho empresarial. Esse estudo cientifico sui generis não se interrompe nem mesmo sob a influência da grande crise econômica produzida pela queda da Bolsa de Nova York em 1929. Simplificadamente, distingamos três etapas distintas da Pesquisa: A primeira se sustenta sobre a investigação de um grupo de operários com vistas a se compreender as relações existentes entre a fadiga do trabalhador e as variações de ritmo e de interrupções das jornadas laborais; de intervalos de jornadas de trabalho; de escalas e de rodízio de horários; de duração diária e semanal das jornadas. Três anos após o início da pesquisa: absoluta perplexidade! As hipóteses iniciais de investigação nada tinham a ver comas conclusões. Por exemplo: por que em situações sucessivas de trabalhos idênticos o desempenho individual não parava de aumentar? Perplexidade ainda maior porque estudos prévios que se sustentavam sobre os efeitos das condições físicas de ambiente sobre a fadiga dos operários tinham constatado que a produtividade aumentava independentemente da variação da intensidade da iluminação. Por duas vezes estava cientificamente comprovado que a interpretação mecanicista da ação humana era factualmente desmentida. Mais surpreendente ainda: era justamente sob uma visão mecanicista que se sustentavam até então tanto a representação quanto a organização do trabalho, ambas decorrentes dos princípios da Administração Científica. Os pesquisadores não tinham como deixar de reconhecer que efetivamente ignoravam a realidade objetiva do trabalho empresarial. Era necessário conhecê-lo! A segunda etapa da Pesquisa de Hawthorne evolui, então, por uma base de investigação aparentemente contrária ao bom senso e aos primados da Administração Científica em que se afirmava o senso comum à época. Para enveredar por uma realidade desconhecida foram concebidas e operadas enquetes de campo por meio da aplicação de questionários. Estes foram logo abandonados por se mostrarem ineficazes. Afinal, a construção dos itens de questionários investigativos pressupunha o conhecimento prévio de uma realidade que exatamente se constatara ser ainda desconhecida. Optou-se pela realização de entrevistas livres com mais de 20.000 entrevistados, com observações diretas, e longas e profundas análises in loco nos ambientes de trabalho. Uma vez mais, as descobertas são surpreendentes para os pesquisadores. Os pesquisadores defrontam-se com uma dupla abertura teórica de investigação: tanto os estudos psíquicos da psicopatologia de Freud quanto os conhecimentos de etnologia, ou seja, o estudo cientifico das relações em sociedade sob o ponto de vista da linguagem, dos costumes, das políticas, da religião, da economia e da história são inusitadamente agregados à análise da realidade empresarial em investigação. Inicia-se, assim, a terceira e mais decisiva etapa da Pesquisa de Hawthorne, que a partir daí vai se sustentar na análise de uma realidade empresarial ainda inexplorada. Isso vai permitir aos pesquisadores compreender a importância da presença e da influência das organizações ditas espontâneas ou informais, também conhecidos como grupos organizacionais primários. Constata-se, inequivocamente, que esses grupos não são apenas onipresentes na vida empresarial, mais ainda que cada um deles se organiza por uma hierarquia social, por mecanismos próprios de controle e de autoridade, e por formas e maneiras de solidariedade e de apoio mútuo à revelia da estrutura formal da organização. É o sentimento de pertencimento de cada qual aos grupos informais que fixam o sentido que os seus componentes atribuem ao seu trabalho e à sua própria situação de trabalho. A empresa desde então não pode mais ser considerada como apenas um mero agregado de pessoas envolvidas na realização de um propósito comum. Concomitantemente à organização formal, oficial, ela contém e se vivifica por uma organização informal, invisível, não aparentemente percebida, mais decisiva e de marcante influência. Nascem a sociologia Industrial e a Psicologia do Trabalho! Desde os primórdios da Pesquisa de Hawtorne, por décadas, muitas pesquisas e contribuições foram incorporadas ao melhor conhecimento da realidade das organizações. De repente, como se num passe de mágica, mergulha-se num obscurantismo anterior às descobertas pioneiras de Hawthorne: ocorre o abandono, a negação e a ignorância pelo mundo empresarial das descobertas lentamente acumuladas pelas ciências do comportamento humano aplicadas ao trabalho. Mormente a partir dos anos 1990, com a adoção irrestrita na vida empresarial cotidiana do ideário neoliberal Reagan/Thatcher postulado para a sociedade de mercado. Em nome da valorização da concorrência e da competição e em busca da maximização dos lucros, as gerências se dedicam agora a construir organizações fundadas na individualização de metas e de objetivos, e na personalização de meios e de responsabilidades, de pressões e de avaliações, de prêmios e de punições. O novo imperativo categórico agora predominante no mundo do trabalho é a dedicação incondicional à organização, com todas as repercussões não afastáveis que tal devoção acarreta à sobrecarga crescente de trabalho, ao afastamento progressivo do convívio familiar e à submissão incontrastável às exigências de mobilidade espacial e de disponibilidade temporal. As consequências desta nova realidade organizacional não são difíceis de constatar: o que antes se chamava de relações humanas estáveis hoje já não existem mais, substituídas agora pela indiferença generalizada e pelo descaso de um com o outro. Cada um por si na luta contra todos impulsiona o capital competitivo, o prestígio e a construção de imagem que vão permitir e pavimentar a escalada do sucesso pessoal. É a primeira vez, em escala tão poderosa, que o mercado competitivo se transforma numa forma de organização do trabalho. A sua extensão e intensificação massiva contribuem para a atomização social. Fragilizam-se os laços de solidariedade e de apoio. Fortalecem-se as ameaças de demissão, o medo do desemprego e a submissão coletiva. As estruturas sociais informais são varridas pelo regime da competição individual generalizada. A propalada colaboração e a solidariedade do trabalho em equipe passam a ser, no máximo, meros factoides intelectualistas a serem reverberados em eventos “politicamente corretos” sob os auspícios das organizações promotoras. Apenas peças de discursos que nada têm a ver com a realidade concreta do mundo do trabalho. Os argumentos econômicos, no entanto, estão longe de explicar o predomínio comportamental dessas novas gerências neoliberais das organizações modernas. Toda forma de organização é, em si mesma, uma técnica instrumental de dominação social. Ela é funcional, não é substantiva. Convivemos agora com a destruição sistemática das estruturas sociais espontâneas, ou seja, das organizações informais ou dos grupos primários existentes dentro das organizações formais, quer sejam internas ou sejam externas, como a família e as diferentes formas comunitárias de associação. É evidente que a violência social não é inusitada na vida das organizações. Ela sempre pontificou na realidade organizacional desde os primórdios do capitalismo primitivo. O inusitado é a forma em que a violência social se transveste agora na vida empresarial neste primeiro quartel de milênio. A dramaticidade da violência dos tempos atuais será mais bem compreendida se voltarmos os olhos ao passado em busca dos resultados fundamentais da Pesquisa de Hawthorne. Os pesquisadores não se contentaram em evidenciar uma realidade até então ignorada pelo mundo das organizações. Tentaram também interpretá-la, valendo-se, sobretudo, da teoria sociológica de Émile Durkheim, que se fundamentava num corpo de concepções sobre as relações existentes entre as estruturas sociais, a integração social e o que ele chamava de anomia. Concluíram: a estrutura social integra a pessoa à normalidade assim como a sua inexistência a faz mergulhar no caos de regras, de práticas e de processos contraditórios. Em verdade, os pesquisadores da Western Electric nos mostraram exatamente o que hoje novamente se constata: a ausência do fato coletivo ou do grupo social conduz o individuo à infelicidade, à tristeza, à desgraça e à loucura. Que sejam tratadas simultaneamente as almas e os corpos, ou seja, tanto a organização informal quanto a formal. É preciso parar de buscar as causas do atual sofrimento predominante nas grandes corporações. Lá onde elas não estão por absoluto desconhecimento donde elas efetivamente estão: no ambiente social. Chega de considerar como normal, habitual, até mesmo necessário como um imperativo categórico da sociedade de mercado, a desconstrução das estruturas sociais que regem a existência humana no mundo do trabalho. “O homem é um animal social!”. Esta realidade cientificamente comprovada pelas investigações de Hawthorne, considerada por elas como uma quase lei social, não pode continuar a ser ignorada por aqueles que detêm o poder gerencial nas organizações neste primeiro quartel de milênio. Adm. Wagner Siqueira (Presidente) CRA/RJ Nº 01-02903-7. Acesso http://cra-rj.org.br/site/cra_rj/mensagem_presidente/mens_presidente.asp

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil: Faculdade Batista

Há 105 anos o Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil vem qualificando líderes e lapidando ministérios para o serviço ao Reino de Deus. Atualmente, temos dois cursos de graduação: Bacharel em Teologia e Licenciatura em Música, ambos com diplomas Reconhecidos pelo MEC. Temos também cursos de MBA e Pós-Graduação nas áreas de Teologia e Educação Cristã também com diplomas reconhecidos pelo MEC. Para completar seu prepraro ao serviço do Reino, temos cursos livres de Teologia Ministerial, Liderança de Crescimento Cristão, Liderança de Ministério com Juventude e Música para Igreja. Não perca tempo! Visite o site - www.seminariodosul.com.br

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

XIII Congresso Internacional da Associação Brasileira

UEPB – Universidade Estadual da Paraíba - Campus Universitário, Central de Integração de Aulas – CIA de 08 a 12 de julho de 2013. Normas para inscrição de Comunicações em Simpósios: O envio das comunicações para os simpósios deverá ser efetuado após o cadastro dos autores e/ou coautores no sistema. Através da área do congressista, o autor principal deverá submeter a comunicação até o dia 19 de abril de 2013. Outras informações em http://eventosabralic.com.br/

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Notícias do professor Paulo Henrique Colonese

Site da Biblioteca Nacional com JORNAIS ANTIGOS Digitalizados. O site possui uma coleção fantástica... para estudos históricos... Pode-se pesquisar pelo título do Jornal e ver o que já está digitalizado... acesso em http://hemerotecadigital.bn.br/titulos Prof. Paulo Henrique Colonese. Correio Eletrônico: coloneseph@globo.com Plataforma Lattes: http://lattes.cnpq.br/1432256231448414

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

TECNOLOGIAS PARA APRENDIZAGEM NO ENSINO MÉDIO E FUNDAMENTAL

Modalidade: Pós-Graduação a Distância. Área: Educação. Carga Horária: 360h (340h a distância + 20h presenciais). Público-Alvo: Graduados em Pedagogia, Licenciaturas e demais áreas relacionadas à educação. Disciplinas/Conteúdo: - Novas tecnologias na escola: ontem, hoje e amanhã; - Livros Didáticos Digitais: uso e potencialidades; - Gestão da sala de aula com novas tecnologias; - As mudanças no papel docente com as novas tecnologias; - Avaliação e Projeto Pedagógico com novas tecnologias; - Portfólios Digitais e Tabelas de Avaliação; - Ambientes Virtuais de Aprendizagem; - Moodle, Dokeos, BlackBoard e outras plataformas; - As novas tecnologias e as teorias da aprendizagem; - Uso de Chats, Fórum, Áudio e Videoconferência; - Blogs, Vlogs, Microblogs e Redes Sociais na escola; - Tablets e Dispositivos Móveis; - Reutilização de Tecnologias e Software Livre; - Laboratório de Informática e Sala de Aula Digital; - Simuladores e Mashups; - Wikis e Conteúdo Colaborativo; - Bibliotecas Digitais e Repositórios de Conteúdo; - Recursos digitais gratuitos para o professor; - Trabalho por Projetos e Centros de Interesse; - Desenvolvimento de Habilidades e Competências; - Busca, validação e classificação da informação; - Sistemas de ensino e políticas educacionais; Núcleo Comum: - Metodologia da Pesquisa. Corpo Docente: Formado por mestres, doutores e especialistas em novas tecnologias e educação, o curso tem a coordenação dos mesmos criadores do Apoio ao Professor - www.apoioaoprofessor.com.br, programa gratuito para a formação docente em novas tecnologias realizado em toda a América Latina e Caribe com o apoio da UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Cultura, Ciência e Educação. Investimento: Inscrição: Até 20 dias antes do início do curso: R$ 180,00. Até 07 dias antes do início do curso: R$ 200,00. Matrícula: R$ 280,00. Mensalidades: 18 X R$ 390,00. *Professores de escolas públicas ou filiados a sindicatos parceiros possuem 50% de desconto, valor com desconto, válido para pagamento realizado até um dia antes do vencimento. Após esse período, permanecerá o valor sem desconto. Para outras informações http://www.posugf.com.br/cursos/pos-graduacao-ead/educacao/3190-novas-tecnologias-para-aprendizagem-no-ensino-medio-e-fundamental?utm_source=MediaPost&utm_medium=EmailMarketing&utm_campaign=Email%2Bmkt%2Bapoio%2Bao%2Bprof

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Tel.(21) 2688-0834. Rua:Joaquim Manuel da Paixão,27 (Anexo a Dó,Ré,Mi Escola de Música na Av. General Bocaiuva). http://www.boralaidiomas.com.br/site/

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Revista Saúde Física & Mental

A Revista Saúde Física & Mental é um periódico semestral dirigido para o público de todas as áreas clínicas e biológicas, em consonância com as políticas educacional e de pesquisa estabelecidas no país. É importante destacar que cada vez mais as agencias de fomento estão destinando recursos para a pesquisa e a elaboração de novas tecnologias, visando impulsionar a saúde e a economia. A Revista Saúde Física & Mental, periódico multidisciplinar dedicado a disseminar novos conhecimentos e tendências clínicas em prol da melhoria da qualidade do conhecimento, é um grande aliado para a divulgação de seus resultados e conclusões. CHAMADA PARA NOVOS ARTIGOS: A Revista Saúde Física & Mental está aceitando, para sua segunda edição, submissões de manuscritos que contemplem estudos em toda a área clínica e da saúde em geral, que atenda ao critério geral de importância científica. Serão aceitos: - Artigos originais em pesquisa básica ou aplicada; - Estudos de caso; - Revisões bibliográficas; - Resenhas. As submissões devem ser feitas online através do site da revista, devidamente formatadas conforme as instruções que estão publicadas na área de autores (http://www.uniabeu.edu.br/publica/index.php/SFM/about/submissions#authorGuidelines ). A Revista Saúde Física & Mental publicará e distribuirá os artigos aceitos de forma gratuita, desta forma aumentando sua indexação e a visualização das publicações. Fonte Rafael Luzes (Editor da Revista Saúde Física & Mental). http://www.uniabeu.edu.br/publica/index.php/SFM

Revista Saúde Física & Mental

A Revista Saúde Física & Mental é um periódico semestral dirigido para o público de todas as áreas clínicas e biológicas, em consonância com as políticas educacional e de pesquisa estabelecidas no país. É importante destacar que cada vez mais as agencias de fomento estão destinando recursos para a pesquisa e a elaboração de novas tecnologias, visando impulsionar a saúde e a economia. A Revista Saúde Física & Mental, periódico multidisciplinar dedicado a disseminar novos conhecimentos e tendências clínicas em prol da melhoria da qualidade do conhecimento, é um grande aliado para a divulgação de seus resultados e conclusões. CHAMADA PARA NOVOS ARTIGOS: A Revista Saúde Física & Mental está aceitando, para sua segunda edição, submissões de manuscritos que contemplem estudos em toda a área clínica e da saúde em geral, que atenda ao critério geral de importância científica. Serão aceitos: - Artigos originais em pesquisa básica ou aplicada; - Estudos de caso; - Revisões bibliográficas; - Resenhas. As submissões devem ser feitas online através do site da revista, devidamente formatadas conforme as instruções que estão publicadas na área de autores (http://www.uniabeu.edu.br/publica/index.php/SFM/about/submissions#authorGuidelines ). A Revista Saúde Física & Mental publicará e distribuirá os artigos aceitos de forma gratuita, desta forma aumentando sua indexação e a visualização das publicações. Fonte Rafael Luzes (Editor da Revista Saúde Física & Mental). http://www.uniabeu.edu.br/publica/index.php/SFM

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Universidade Cidade de São Paulo - UNICID

Histórico: Uma trajetória de sucesso. Primeira instituição de ensino superior a ser instalada no bairro paulistano do Tatuapé, na Zona Leste da cidade, a Universidade Cidade de São Paulo - UNICID tem mantido, há quase quatro décadas, o firme propósito de oferecer cursos com diferenciais marcados por sua consistência e pela formação afinada com o mercado. Resultado do trabalho de um corpo docente qualificado e de constantes investimentos em infraestrutura, que reúne clínicas e laboratórios equipados com aparelhos de tecnologia de última geração. Educação Corporativa: Através da Educação Corporativa a UNICID constrói conteúdo específico para organizações de médio e grande porte, atendendo às necessidades estruturais ou conjunturais do mercado. Com uma equipe de profissionais altamente especializados, desenvolvemos conteúdos exclusivos para cada empresa, ministrados in company. São cursos de extensão e formação Lato Sensu para profissionais de alta performance. Educação Continuada: A UNICID desenvolveu um modelo único de Educação Continuada, integrando sólidos conhecimentos acadêmicos às mais modernas metodologias de ensino, os melhores profissionais e as mais importantes correntes de mercado. Assim, lideramos tendências nas diversas áreas em que atuamos, apresentando sempre aos nossos alunos currículos inovadores, professores experientes, estrutura de ponta e ensino em perfeita sintonia com o mercado. Ensino a Distância: Com a tecnologia de ensino a distância, a UNICID leva conteúdo de ponta em diversos segmentos. As ferramentas permitem que o aluno alie qualidade em educação profissional à vida cotidiana. Assim, ele ganha flexibilidade para aprender e se dedicar aos estudos aonde quiser e nos horários mais adequados. Cursos de Extensão: O objetivo dos cursos de extensão da UNICID é levar, por meio de programa de curta duração, conhecimentos que complementem aspectos culturais, sociais e profissionais dos participantes. Hoje, a Instituição apresenta um grande número de opções nos mais diversos campos de conhecimento. Lato Sensu: Os programas de especialização lato sensu da UNICID são concebidos para formar profissionais com habilidades, atitudes e competências diferenciadas, nos mais variados campos de atuação. Cursos oferecidos de acordo com as normas de funcionamento contidas na Resolução CNE/CES N° 1, de 08 de Junho de 2007 do MEC. Página http://www.cidadesp.edu.br/

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Chamada de Trabalhos: Submissão de Artigos- Prezado Autor: Os artigos aprovados serão convocados às Comunicações Orais do Evento e constarão dos Anais do Congresso, desde que pelo menos um dos autores faça sua inscrição no evento e participe apresentando sua produção. Há uma seção especial reservada aos "jovens Pesquisadores" que é destinada aos alunos de Graduação e Pós-graduação que estarão iniciando sua trajetória científica. Os melhores trabalhos (Artigos Completos) que forem apresentados serão publicados na revista eletrônica "Trilha Digital". Para uniformização na elaboração dos Anais, todos os artigos deverão ser publicados no mesmo formato, conforme modelo de artigo adotado pela Sociedade Brasileira de Computação (www.sbc.org.br), que foi adaptado com a inserção das últimas atualizações da ABNT (www.abnt.org.br). Os nomes de todos os autores devem ser incluídos na versão final do artigo que deverá ser submetido no formato PDF pelo site do evento no link "Entrega da versão final do Artigo Completo aprovado" até o dia 06/maio. Para a apresentação, que terá a duração de 20 minutos, os autores terão disponíveis computador com acesso à Internet e projetor multimídia. Será concedido certificado de autoria do artigo e também certificado de apresentação do mesmo. Comissão Organizadora: Universidade Presbiteriana Mackenzie. Profa. Dra. Ana Julia Ferreira Rocha; Prof. Ms. Daniel Arndt Alves; Profa. Dra. Esmeralda Rizzo; Profa. Dra. Marili Moreira da Silva Vieira; Profa. Ms. Solange Duarte Palma de Sá Barros; Prof. Dr. Ubirajara Carnevale de Moraes. Secretária: Lenice Maria Fernandes Alves. Comissão Científica: Prof. Dra Alexandra Okada - Open University (Reino Unido); Prof. Ms. Alvaro Gabriele Rodrigues - FATEC; Profa. Dr. Andrea Cristina Filatro - FIA; Prof. Ms. Daniel Arndt Alves - UPM; Profa. Dra. Esmeralda Rizzo - UPM; Profa. Dra. Irene Karaguilla Ficheman - POLI/LSI USP; Prof. Dr. Jose Manuel Moran - Univ. Anhanguera; Profa. Dra. Lilian Starobinas - EVC; Prof. Dr. Luciano Sathler - ABED/UPM; Profa. Dra. Lynn Rosalina Gama Alves - UNEB; Profa. Dra. Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida - PUC ; Profa. Dra. Marili Moreira da Silva Vieira - UPM; Profa. Dra. Mary Rosane Ceroni - UPM; Profa. Dra. Melanie Lerner Grinkraut - UPM; Profa. Dra. Paula Peres - IPP (Portugal); Profa. Ms. Raquel Cymrot - UPM; Prof. Dr. Sérgio Vicente Denser Pamboukian - UPM; Profa. Ms. Solange Palma de Sá Barros - UPM; Prof. Dr. Ubirajara Carnevale de Moraes - UPM; Profa. Ms. Valdenice M M de Cerqueira - CDA; Profa. Dra. Virginia do S. Motta Aguiar - UPM. Outras informações em http://ead.mackenzie.br/eventos/course/view.php?id=6

Educação Especial: Universidade Federal de Santa Maria

Educação Especial - Bacharelado - EAD Obejtivo Geral: A Habilitação em Deficientes Mentais do Curso de Educação Especial visa, a formar professores para a educação de Deficientes Mentais instrumentalizando-o, para atuar em escolas e classes especiais, em serviços de atendimento ao Deficiente Mental e em instituções, nas áreas de ensino, de ativação e de avaliação do Deficiente Mental. A Habilitação em Deficientes de Audiocomunicação do Curso de Educação Especial visa, a formar professores para a educação de Deficientes da Audiocomunicação intrumentalizando-o, para atuar em escolas e classes especiais, em serviços de atendiment o ao Deficiente da Audiocomunicação e em instituições, nas áreas de ensino, de ativação e de avaliação do Deficiente da Audiocomunicação. Duração: Prazo mínimo: 08 semestres. Prazo máximo: 14 semestres. Contato: Fone: (55) 3220.8426. Endereço: Prédio 44 (CCR e CE), 1º Andar, s. 5337. UFSM: Avenida Roraima, nº 1000 - Cidade Universitária. Bairro Camobi, Santa Maria - RS. 97105-900. Fone: (55) 3220 8000. Acesso http://sucuri.cpd.ufsm.br/_cursos/ce/edu_esp.php

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Estudantes com nome sujo na praça não terão mais restrição para conseguir o Financiamento Estudantil (Fies)

Newsletter PAULO SALDAÑA - O Estado de S.Paulo. Nova regra elimina comprovação de 'idoneidade cadastral' e permite requerer ou renovar o Fies. Estudantes com nome sujo na praça não terão mais restrição para conseguir o Financiamento Estudantil (Fies), programa federal voltado a universitários que estudam em instituições particulares. A nova regra vale também para quem precisa renovar o benefício. Até 2012, estudantes que não conseguissem comprovar "idoneidade cadastral" eram excluídos do programa. Movimentos sociais reclamavam que a regra dificultava a inclusão de estudantes no ensino superior. Em novembro, a ONG Educafro encaminhou representação ao Ministério Público Federal exigindo a mudança. Segundo o documento, "tais exigências têm frustrado na prática a perspectiva de matrícula dos candidatos mais pobres". A Procuradoria dos Direitos do Cidadão analisaria o documento neste mês, mas o Ministério da Educação (MEC) se adiantou com a mudança. A nova norma foi oficializada em portaria do dia 28 de dezembro. "Eles foram sensíveis e promoveram um avanço para a inclusão, acabando com uma medida que impedia os mais pobres de chegar à universidade", diz o diretor da Educafro, Frei David Santos. Segundo o MEC, não há como informar quantos pedidos foram recusados e contratos interrompidos por conta das restrições cadastrais. Em 2011, levantamento do sindicato das instituições particulares (Semesp) estimou que cerca de 75 mil estudantes não conseguiam o atendimento por conta de problemas no cadastro. Ainda há casos em que, ao saber da imposição, interessados simplesmente não procuraram o financiamento. O estudante e hoje desempregado Jeferson Silva Santos, de 24 anos, está com o nome sujo desde 2008 por causa de uma compra que, segundo ele, nem sequer fez. Santos conta que usaram seu CPF ilegalmente, resultando em um dívida de R$ 500, nome sujo no Serasa e um obstáculo para ser o primeiro de sua família a chegar à universidade. "Eu queria fazer o Fies, era minha chance. Mas com nome sujo seria perda de tempo e tive de adiar o plano", diz. Santos entrou com processo na Justiça, mas, pela demora, desistiu de esperar. Vai pagar a quantia e limpar o nome. Já o sonho da universidade começa a sair do papel. Ele conseguiu uma bolsa e começa a estudar Direito neste ano. Garantia. O MEC informou que o texto da portaria passa a valer para contratos formalizados pelo Fundo Garantidor, assim como os seus respectivos aditamentos. Em 2010, o fundo foi criado para alterar uma regra que também dificultava a participação dos estudantes mais pobres: a exigência de fiador. A redução dos juros do financiamento, que hoje estão em 3,4% ao ano, é apontada como mais um avanço dessa política nos últimos anos. De 2010 a 2012, o programa teve 603,5 mil contratos. Até ontem, 60,9 mil estudantes haviam conseguido financiamento. Os contratos representam R$ 29,1 bilhões desde 2010. O MEC espera que neste ano haja mais de 374,4 mil novas adesões, superando o registrado em 2012. Acesso em http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,nome-limpo-deixa-de-ser-exigencia-para-financiar-faculdade-,994906,0.htm

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Congresso GEO de Educação 2013.

para melhor visualização clique na imagem A transmissão de valores é uma das preocupações que todos temos ao educar. Sem transmitir os valores humanos universais, não há como formar cidadãos éticos e preparados para viver em sociedade. Educar para os valores é convidar alguém a acreditar naquilo que apreciamos, contudo não há valor que se sustente sem bons exemplos. “Educar é crescer. E crescer é viver. Educação é, assim, vida no sentido mais autêntico da palavra.” (Anísio Teixeira) Inscrições abertas, acesse: www.sistemageodeensino.com.br/eventos/cge2013/

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

CELULAR

Por. Prof. Msc. João Oliveira A invenção da telefonia celular móvel mudou alguns aspectos comportamentais da nossa sociedade e, acredito, para sempre. Hoje é praticamente impossível viver sem um destes aparelhos que fazem quase de tudo, alguns até mais potentes que alguns computadores. Estes novos promotores de estresse reúnem, em um só corpo, vários outros benefícios além da comunicação por voz. São circuitos eletrônicos que podem solucionar e/ou criar problemas comportamentais para o usuário principal e os personagens de seu relacionamento. Podemos começar pelas vantagens que, realmente são excelentes quando o sistema está plenamente funcional, ou seja, com “sinal”. Várias funções podem ser simplificadas na palma de sua mão, como: agenda de compromissos, calculadora, câmera filmadora e fotográfica, internet e todo tipo de informação que pode ser acessada por ela, e-mails e ainda, quando possível, ligar para outros telefones. Realmente não resta dúvida quanto à utilidade! Hoje o telefone fixo, tradicional, ficou em segundo plano. Só isto já é uma mudança fantástica no modo de vida! Lembro-me de quando meu falecido pai foi alugar uma casa para morarmos e, o corretor, disse muito animado: “ – Sr. João, aqui o senhor pode ficar tranquilo, o vizinho, no fim da rua, tem telefone em casa. Qualquer emergência é só ir na casa dele pedir para ligar para o SAMDU.” Naqueles ido anos 70 ter telefone fixo na própria residência era algo inacessível para a maior parte da população. Essa mesma parcela do extrato social que hoje saca smartphones do bolso a todo instante. Claro que o melhor vem agora: o que piorou com a utilização destes aparelhos? Gostaria que você pensasse, por um momento, antes de prosseguir esta leitura. Existe alguma reclamação, algum problema em possuir um telefone celular? Vamos deixar a conta ou recarga fora disto. Qual atitude ou comportamento, ruim, pode atingir o feliz proprietário de uma destas máquinas comunicacionais? Provavelmente a pior de todas as coisas é a total perda de privacidade. O mundo acredita que você jamais poderá desligar o seu celular e, caso isto ocorra, você pode estar sendo sequestrado por um grupo de terrorista. Pessoas inseguras não aceitam que o telefone de seu ente amado esteja desligado ou que não possa ser atendido, isso só pode ser sinal de traição! No entanto, é bom lembrar, o telefone celular esta a serviço de seu dono e não do outro com suas emergências particulares. Aprender a desligar o celular sem culpa deve ser a primeira lição para qualquer novo usuário. Vício! Este é o segundo pior problema: pessoas não se desgrudam destes novos Tamagotchis! Pode ser apenas impressão, mas parece que os aparelhos vão morrer se ficarem longe do dono por algumas horas. Pessoas chegam mesmo a levar o celular para a praia e falam, com eles, com metade do corpo dentro do mar. Como isso é possível? Chama-se dependência psíquica de dissociação. Ocorre que o telefone promove um distanciamento da pessoa do lugar onde ela se encontra, por isto, se ela está insegura, ligar para alguém pode trazer alivio e segurança. Terapia Celular - é possível que, em breve, venhamos a ter uma especialização da psicologia nesta área, aguardem! Por último o pesadelo dos aplicativos e jogos que funcionam sempre contra o proprietário. Alguns são rastreadores e informam a localização dos usuários com uma precisão incrível! Outros viciam com os jogos, que tomam tempo e prejudicam o estado de atenção geral (a tela é muito pequena para isso) ou, nas milionárias redes sociais de uma forma quase incompreensível para quem não pertence a este universo. A necessidade de compartilhar aspectos íntimos da vida só nos leva a crer na fragilidade do ego. Provavelmente são pessoas portadoras de baixa autoestima e que precisam provar o tempo todo que são felizes. O aparelho é útil e, dificilmente poderíamos manter o ritmo de produção que temos hoje sem estes artefatos. Podemos pensar em, com cautela, tiramos essa muleta social algumas horas do dia, todos os dias. Quem sabe aos finais de semana isto seria possível, ou enquanto você almoça ou dorme? Não se trata de um apêndice do corpo nem mesmo um pedaço biônico implantado. É só um aparelho! O mundo pode te esperar um pouco, afinal foram milhares de anos antes de você nascer e, serão outro milhares depois de sua partida com tudo funcionando sem a sua presença. Bem, talvez não tão eficiente... Para saber mais sobre cursos e treinamentos presenciais e on line: http://www.isec.psc.br/ ou acesse http://www.preparaonline.com.br/joliveira/parceiros/j-oliveira

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

No ESTADÃO: Validação de diploma de medicina pode mudar no Brasil.

Lígia Formenti
Governo discute alternativa para facilitar que profissionais que se formaram no exterior possam trabalhar no País. Uma nova alternativa para facilitar a validação de diplomas de Medicina obtidos no exterior está em discussão no governo. A ideia é alterar a metodologia do Revalida, exame exigido de profissionais interessados em trabalhar no País. Pela proposta, a definição do padrão de dificuldade das questões, hoje atribuição de professores e médicos, passaria a ser feita por alunos no fim do curso. Defensores da mudança afirmam que a medida tornaria o exame mais justo. “Não faz sentido aplicar uma prova mais difícil para médicos que se formam no exterior. O padrão tem de ser o mesmo”, afirma o deputado Rogério Carvalho (PT-SE), que acompanha as discussões. O número de brasileiros interessados em validar o diploma no Brasil deve crescer. Ontem, o Estado mostrou que, depois de Bolívia e Cuba, a Argentina é o novo destino de estudantes que desejam cursar Medicina mas não conseguem vaga em uma universidade pública e não têm recursos para pagar um curso particular, cuja mensalidade custa, em média, R$ 5 mil. Processo. Para preparar a prova, questões são classificadas como de baixo, médio e alto grau de dificuldade. Nos Exames Nacionais de Desempenho de Estudantes (Enade) e do Ensino Médio (Enem), o padrão de calibragem das questões é feito por meio da análise de desempenho de testes aplicados a estudantes. Quando a tarefa é desempenhada por professores e profissionais em atividade, dizem defensores da tese, o grau de dificuldade do exame naturalmente é mais elevado. “Claro que o aluno tem uma avaliação distinta de um profissional”, avalia Carvalho. Oferta. A mudança nas regras do Revalida é discutida desde 2012. A medida é considerada como uma saída de curto prazo para aumentar a oferta de profissionais no mercado, como quer a presidente Dilma Rousseff. Uma das ideias em debate é uma espécie de estágio para graduados em uma lista de faculdades. Os alunos receberiam uma autorização provisória para trabalhar na rede pública por certo período. Terminado o prazo, o profissional poderia continuar trabalhando no País, sem necessidade da realização do Revalida. Em janeiro, a Associação Brasileira de Municípios (ABM) entregou carta endereçada a Dilma exigindo a adoção de medidas para resolver a falta de médicos no mercado. Entre as propostas estava o incentivo para “importação” de médicos formados no exterior. Prefeituras afirmam que, diante da falta de médicos, têm de se submeter a “leilões” para poder contratar profissionais. Entidades médicas contestam os dados. Afirmam que o maior problema do País não é a baixa quantidade de médicos, mas a distribuição irregular dos profissionais. “Defendemos uma política de fixação de médicos, a criação de uma carreira de Estado, como a de juiz: com progressão de carreira, incentivos”, afirma o presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto D’Ávila. Ele argumenta que, mesmo se houvesse poucos profissionais, a última alternativa deveria ser a flexibilização das regras do Revalida. “Nenhum país sério faz isso. E o resultado sabemos muito bem qual seria: médicos despreparados para população mais carente. O problema de saúde pública não seria resolvido. No máximo seria uma solução no papel.” Fonte(acesso) http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,validacao-de-diploma-de-medicina-pode-mudar,995189,0.htm

sábado, 9 de fevereiro de 2013

AEDB: vestibular para dois novos cursos implantados este ano.

A Associação Educacional Dom Bosco – AEDB oferece dois novos cursos de graduação em 2013. São eles: Ciências Contábeis e Gestão da Produção Industrial. O Ministério da Educação acaba de autorizar a implantação do curso de Ciências Contábeis(bacharelado em 4 anos) e de Gestão da Produção Industrial (curso tecnológico com 3 anos de duração). Agora passa a ser 17 o número de cursos oferecidos aos estudantes de Resende e da região, pelas Faculdades Dom Bosco, mantidas pela AEDB. No próximo dia 23 de fevereiro, será realizado o vestibular para o preenchimento das vagas para os novos cursos. Saiba mais sobre as graduações: Curso superior de Tecnologia em Gestão da Produção Industrial - Este curso forma profissionais especializados para atuarem na gestão de processos industriais, buscando melhoria da qualidade e produtividade, em empresas localizadas na região Sul Fluminense e no Vale do Paraíba, que nos últimos anos vêm se caracterizando como um grande polo industrial. Tem por objetivo a capacitação de profissionais para atuarem como analistas e/ou gestores nos sistemas de produção industrial integrada a gestão de negócios. Ciências Contábeis - Forma o contador ou contabilista, profissional encarregado de planejar, coordenar e controlar as compras, vendas, investimentos e aplicações de uma empresa. São também atividades do contabilista a auditoria e perícia contábil. O curso de Ciências Contábeis abre postos de trabalho não só em escritórios de contabilidade, como também nos escritórios que prestam consultoria na área tributária, nas instituições financeiras multinacionais e em toda e qualquer empresa industrial, comercial ou prestadora de serviço. Fonte Virgínia Calaes (AEDB – Assessoria de comunicação) Associação Educacional Dom Bosco – AEDB Av. Cel Prof. Antonio Esteves – Campo de Aviação 27523-000 – Resende, RJ. Acesso em http://www.aedb.br/

Pós-gradua​ção UCAMPROMIN​AS - Cursos a distância em todo Brasil

ÁREA DE SAÚDE: ENFERMAGEM DO TRABALHO, GESTÃO DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA, GESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA E MEIO AMBIENTE, GESTÃO EM SAÚDE DA PESSOA IDOSA, GESTÃO EM SAÚDE MENTAL, GESTÃO DE PROGRAMAS DE SAÚDE DA FAMÍLIA. NOVOS CURSOS - FORMAÇÃO EM 2 ÁREAS: ADMINISTRAÇÃO E INSPEÇÃO ESCOLAR, ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL, COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E SUPERVISÃO ESCOLAR, DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR E INSPEÇÃO ESCOLAR, EDUCAÇÃO INFANTIL E PSICOMOTRICIDADE CLÍNICA, EDUCAÇÃO MUSICAL E ENSINO DE ARTES, ENSINO DE BIOLOGIA E QUÍMICA, ENSINO DE FILOSOFIA E SOCIOLOGIA, ENSINO DE GEOGRAFIA E HISTÓRIA, ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA E ESPANHOLA, ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA E INGLESA, ENSINO DE LÍNGUA INGLESA E ESPANHOLA, ENSINO DE MATEMÁTICA E FÍSICA, ENSINO DE QUÍMICA E FÍSICA, GESTÃO EDUCACIONAL E EDUCAÇÃO INFANTIL, GESTÃO EDUCACIONAL E INSPEÇÃO ESCOLAR, INSPEÇÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL, INSPEÇÃO E SUPERVISÃO ESCOLAR, PSICOMOTRICIDADE E SUPERVISÃO ESCOLAR, PSICOPEDAGOGIA E EDUCAÇÃO ESPECIAL, PSICOPEDAGOGIA E SUPERVISÃO ESCOLAR, SUPERVISÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL, SUPERVISÃO E ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR, TREINAMENTO DESPORTIVO E EDUCAÇÃO ESPECIAL, ÁREA EMPRESARIAL: CONTABILIDADE PÚBLICA E LEI DE RESP. FISCAL, FORMAÇÃO DE CONSULTORES EM ORGANIZAÇÕES, GERENCIAMENTO DE PROJETOS, GESTÃO AMBIENTAL, GESTÃO DE AGRONEGÓCIOS E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL, GESTÃO DE CIDADES E PLANEJAMENTO URBANO, GESTÃO DE EQUIPES E VIABILIDADE DE PROJETOS, GESTÃO DE NEGÓCIOS, GESTÃO DE PESSOAS, GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS E MEIO AMBIENTE, GESTÃO E LOGÍSTICA HOSPITALAR, GESTÃO E PROJETOS EM TURISMO, GESTÃO EM PETRÓLEO E GÁS, GESTÃO EMPRESARIAL, GESTÃO POLÍTICA E LEGISLAÇÃO URBANA, INSTRUMENTALIDADE DO SERVIÇO SOCIAL, MARKETING E GESTÃO ESTRATÉGICA, MEIO AMBIENTE, DESENV. E SUSTENTABILIDADE, PLANEJAMENTO EMPRESARIAL, PEDAGOGIA EMPRESARIAL E DINÂMICA DE GRUPO, PEDAGOGIA SOCIAL E ELABORAÇÃO DE PROJETOS, POLÍTICAS PÚBLICAS, GESTÃO E SERVIÇOS SOCIAIS. ÁREA DE ENGENHARIA: ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO. INVESTIMENTO A PARTIR DE R$ 140,00 MENSAIS. DURAÇÃO MÍNIMA 06 MESES. CARGA HORÁRIA A PARTIR DE 495 HORAS. INSCRIÇÕES ABERTAS. Maiores informações pelo te.:0800.283.8380 Acesso em http://www.ucamprominas.com.br/

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Encontro de Direito Educacional

Prezado(a) Professor(a) O evento presencial - Encontro de Direito Educacional - será realizado no dia 20 de fevereiro próximo, num dos auditórios do edifício do Ministério da Educação do Rio de Janeiro (Palácio Gustavo Capanema). O mesmo versará sobre Legislação Educacional aplicável á Educação Básica e Superior. O acesso ao folder do evento pode ser feito através do link http://www.ipae.com.br/ep/12.768.htm Também no dia 26 (com transmissão pela internet) o Fórum Permanente da Educação, com o tema: Diretrizes Curriculares Nacionais na Educação Básica, que poderá ser acessado pelo link http://www.ipae.com.br/ev/12.769.01.htm A programação completa dos eventos presenciais e virtuais abertos de 2013 pode ser verificada através do link http://www.ipae.com.br/calendario_2013.htm Esperamos vossa presença, cordialmente, João Roberto Moreira Alves (Presidente)

Especialização em Sociologia Urbana

Inscrições para o curso de Especialização em Sociologia Urbana estão abertas até o início de março. O Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) informa aos interessados que, do dia 28 de janeiro até o dia 04 de março de 2013, estarão abertas as inscrições para seleção do curso de Pós-Graduação lato sensu em Sociologia Urbana. As inscrições serão feitas somente presencialmente na Secretaria dos Cursos de Especialização do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), situada à Rua São Francisco Xavier, nº 524, Pavilhão João Lyra Filho, 9º andar, Bloco B, Sala 9.028, Maracanã, Rio de Janeiro – RJ. O valor de inscrição é de R$ 70,00 (setenta reais), a ser pago através de boleto bancário retirado no local de inscrição. O curso tem por objetivo ampliar os conhecimentos de professores e pesquisadores no contexto dos estudos urbanos e oferecer aos alunos provenientes de distintas áreas do conhecimento uma ampla visão das questões urbanas e dos elementos teórico-metodológicos da Sociologia Urbana, da Antropologia Urbana e da História da Urbanização, visando ao processo de investigação no meio urbano. São etapas da seleção e critérios de avaliação: prova escrita, sem consulta; entrevista com análise de Curriculum Vitae e histórico escolar. Público-alvo: Destina-se a portadores de diploma de curso de graduação plena em qualquer área do conhecimento, emitido por Instituição de Ensino Superior (IES) oficial ou reconhecida pelo Conselho Nacional de Educação. Carga Horária: O curso será realizado às 3ªs e 5ªs feiras, e sua carga horária total é de 360 h/a, a serem cumpridas no período de 02/04/2013 a 31/12/2013. Informações completas sobre o programa e o valor do curso podem ser encontradas no site do Cepuerj – www.cepuerj.uerj.br Para outras informações, envie um e-mail para cepuerj@uerj.br ou entre em contato pelo telefone (21) 2334-0639. CENTRO DE PRODUÇÃO DA UERJ Rua São Francisco Xavier, 524, 1º andar, bloco A, sala 1.006- Maracanã - Rio de Janeiro - RJ. Atendimento de 9h às 18h. Informações - Tel.: (21) 2334-0639. ou pelo site: http://www.cepuerj.uerj.br

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

No Estadão: Estudante cria 'robô-avatar' controlado a distância.

Notícias > Educação
Jovem quer que pacientes hospitalizados possam interagir com familiares em ambientes externos. O estudante carioca Rayllonn Barbosa, de 16 anos, sentiu falta de um tio que estava hospitalizado e não pôde participar de um encontro familiar no início do ano passado. Ele então teve a ideia de construir um robô controlado a distância que funciona como um "avatar". O equipamento demorou 6 meses para ficar pronto. Tem cerca de 2 metros de altura e vem com monitor, alto-falantes, microfone e câmeras para que o operador possa interagir com as pessoas por voz e vídeo. DivulgaçãoRayllonn e Droidnet: seis meses de desenvolvimentoO robô ganhou o nome de Droidnet. Ele foi construído com aço, papelão e plástico. Leva duas baterias automotivas, placa-mãe e sistemas de controles de movimentos, além de modem 3G, roteador e antena wi-fi para captar sinal de internet. O Droidnet é operado pela web. Rayllonn instalou dois softwares em um laptop e desenvolveu um site para controlar os movimentos do robô. "A webcam e o microfone do laptop são ativados. Sua imagem aparece no monitor e o som sai das caixinhas de som do robô", explica o estudante, que está no 3.º ano do ensino médio integrado ao técnico de mecatrônica da Escola Técnica Rezende-Rammel (ETRR), no Rio de Janeiro. O robô se movimenta em todas as direções e gira em torno do próprio eixo. Sobe e desce rampas, mas não escadas, porque tem esteiras na base. "Lógico que uma pessoa normal não tem 2 metros, mas quis fazer mais alto para o controlador ter uma visão melhor", diz Rayllonn. Ele agora trabalha na construção de um robô menor, de 20 centímetros, para mostrar que o sistema de controle funciona independentemente do tamanho do equipamento. O inventor procura agora uma família disposta a abrigar Droidnet para um dia de teste. O robô seria controlado por algum parente hospitalizado. "Conversei com médicos e eles dizem que uma pessoa hospitalizada melhora mais rápido se tiver contato com o mundo exterior e os familiares", conta o estudante. O teste precisa ser feito até o início de março porque logo depois Rayllonn vai levar o robô para a Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), em São Paulo. No ano passado ele já participou de outras duas feiras semelhantes, a Mostratec, no Rio Grande do Sul, e a Expotec, no Rio de Janeiro. "Minha vontade é que alguém compre a ideia e fabrique o robô em série", diz o estudante, que pretende fazer vestibular para Engenharia Mecatrônica ou de Controle e Automação. Fonte http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,estudante-cria-robo-avatar-controlado-a-distancia,993898,0.htm

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Aprovados na USP, Unesp e Unicamp têm terça e quarta-feira para fazer matrícula online

Estadão.edu
Etapa é obrigatória para a reserva de vagas; matrícula presencial deve ser realizada nos dias 18 e 19. Os candidatos aprovados nos vestibulares da Fuvest e Unicamp têm de fazer nesta terça e quarta-feira, 5 e 6, a confirmação da matrícula pela internet. O mesmo vale para os vestibulandos classificados no vestibular da Unesp, que têm de manisfestar interesse pela vaga antes da publicação da primeira lista de convocados. Quem não fizer a matrícula virtual perderá a vaga e não terá direito a concorrer nas chamadas seguintes. A etapa, no entanto, não dispensa os candidatos da matrícula presencial. Na Unicamp, a inscrição presencial será no dia 18. Já na USP, Unesp e na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa, ela deverá ser realizada nos dias 18 e 19. A matrícula dos aprovados na Fuvest, que ofereceu 10.982 vagas em cursos da USP e 100 vagas da Santa Casa deve ser realizada no site www.fuvest.com.br. A dos aprovados para as 3.444 vagas da Unicamp e para dois cursos da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), no endereço www.comvest.unicamp.br. Por fim, a manifestação de interesse dos classificados da Unesp deve ser feita em www.vunesp.com.br. Aprovados na Fuvest: Ao se matricular no site da Fuvest, o aprovado deverá efetuá-la sob as seguintes opções: Satisfeito (S): O candidato se matricula no curso em que foi aprovado e não concorrerá, em chamadas posteriores, às outras opções de curso indicadas; Desistente (D): O candidato não efetua matrícula no curso para o qual foi convocado, mas continua concorrendo a uma vaga nas opções anteriores de curso; Matriculado (M): O candidato faz a matrícula no curso para o qual foi convocado, mas continua concorrendo a uma vaga. A divulgação dos aprovados na segunda chamada deverá ocorrer no dia 14 de fevereiro. Nos dias 18 e 19, os alunos das duas primeiras chamadas deverão fazer matrículas presencialmente. Já a terceira chamada está prevista para o dia 22 de fevereiro, com matrícula no dia 25. A quarta chamada sai no dia 28 de fevereiro, com matrícula no dia 4 de março. Nos dias 4 e 5 de março, todos os convocados nas três primeiras chamadas devem confirmar matrícula. Nos dias 7 e 8 de março, terá início o processo de reescolha, quando serão ofertadas as vagas não-preenchidas nas quatro primeiras convocações. A Faculdade de Medicina da Santa Casa terá uma lista de espera própria e não participará da reescolha. Dentre as vagas remanescentes da USP, o candidato poderá optar, pela internet, por até dois cursos de qualquer carreira, independentemente dos cursos escolhidos no momento da inscrição. A nota final para o processo de reescolha não levará em conta a terceira prova da segunda fase. A classificação será feita pela média aritmética da nota da 1ª fase e das notas das duas primeiras provas da 2ª fase. No dia 9 de março, será publicada no site da Fuvest uma quinta lista de convocados, já com as opções feitas no processo de reescolha. Em 14 de março, haverá uma segunda etapa da reescolha, com a reabertura de inscrições para as vagas não preenchidas. Estão previstas ainda mais três chamadas, nos dias 16, 20 e 22 de março. 1) Certificado de conclusão de curso de ensino médio ou equivalente e respectivo histórico escolar, ou diploma de curso superior devidamente registrado (original e uma cópia); 2) Documento de identidade (original e uma cópia); 3) Foto 3x4, datada, com menos de um ano; Na matrícula da Santa Casa, são exigidas duas cópias autenticadas dos mesmos documentos, mais duas cópias autenticadas do CPF e duas fotos 3x4. Aprovados na Unicamp: A primeira chamada para a matrícula presencial será divulgada no dia 14, ao meio-dia. Já as notas dos candidatos na segunda fase serão divulgadas em 7 de fevereiro. A Unicamp prevê até 11 chamadas no total. O calendário completo de chamadas e matrículas está disponível no site da Comvest, bem como as orientações e documentos necessários para a matrícula. Os documentos exigidos neste caso são: 1) Diploma ou certificado de conclusão do ensino médio, ou equivalente, e histórico escolar completo do ensino médio; 2) Certidão de nascimento ou casamento; 3) Cédula de Identidade Nacional para brasileiros, registro nacional de estrangeiro para aqueles que residentem no Brasil e passaporte para estrangeiros não-residentes no Brasil; 4) Cadastro de Pessoa Física (CPF), para os brasileiros ou estrangeiros com Registro Nacional de Estrangeiro. 5) Título de Eleitor para os brasileiros maiores de 18 anos; 6) Certificado de reservista ou atestado de alistamento militar ou atestado de matrícula em CPOR ou NPOR, para os brasileiros maiores de 18 anos, do sexo masculino; 7) Uma foto 3x4 recente para a Unicamp e duas fotos 3x4 recentes para a Famerp. Classificado para a Unesp: A primeira lista de convocados para a matrícula também será divulgada no dia 14, somente com os nomes dos candidatos que tenham declarado interesse pela vaga. A segunda e a terceira chamada serão divulgadas, respectivamente, nos dias 22 de fevereiro e 1.º de março. Para a Unesp, é preciso duas cópias autenticadas de cada um dos documentos listados ou então duas cópias simples junto ao documento original: 1) Diploma ou certificado de conclusão do ensino médio, ou equivalente, e histórico escolar completo do ensino médio; 2) Histórico escolar completo do curso de ensino médio ou equivalente; 3) Certidão de nascimento ou casamento; 4) Cédula de Identidade ou Registro Nacional de Estrangeiro (RNE) 5) Título de eleitor, para brasileiros maiores de 18 anos; 6) Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou protocolo de solicitação; 7) Certificado que comprove estar em dia com o Serviço Militar, para brasileiros maiores de 18 anos, do sexo masculino; 8) Duas fotos recentes 3X4. Fonte http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,aprovados-na-usp-unesp-e-unicamp-tem-terca-e-quarta-feira-para-fazer-matricula-online,993272,0.htm

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

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domingo, 3 de fevereiro de 2013

Leia no Estadão: Os caminhos para a educação integral

Por Claudia Costin * (fotografada por Fabio Motta/Estadão).
Quando observamos as características da educação oferecida nos países mais bem colocados no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), um dado chama a atenção: nenhum conta com apenas quatro ou cinco horas de aula. O processo de ensino-aprendizagem demanda tempo. Por muito tempo se pensou em organizar a jornada escolar de tempo integral nas escolas públicas apenas como forma de atender às necessidades dos pais que trabalham ou ofertar às crianças mais pobres oportunidades de utilização do tempo livre com atividades como artes e esportes, que alunos de classe média recebem naturalmente de suas famílias. Os resultados do Brasil no Pisa nos obrigam a olhar com muita seriedade para os imensos desafios que ainda devem ser enfrentados se nos quisermos colocar não apenas entre as nações com economias forte, mas também entre as que têm chances de construir um futuro melhor para as novas gerações. Esse olhar implica ir além das expectativas imediatas dos pais e oferecer mais que um espaço seguro ou oportunidades de diversificação de repertório das crianças. Envolve a consolidação do que é básico na educação: desenvolver a capacidade de leitura, interpretação e escrita, raciocínio matemático e o fomento de mentes investigativas. Para isso, além da oferta de mais tempo na escola, deve-se trabalhar com mais tempo significativo de ensino e enriquecimento de repertório. Ou seja, a escolha não é entre oficinas pós-escola ou mais aulas, ambas são importantes. Ao buscar um salto na qualidade da educação carioca, a partir de 2009, tínhamos consciência de que se deve iniciar o processo de transformação pela definição do que se espera que as crianças aprendam. Isto é, não iniciamos o trabalho fixando metas de escolas em tempo integral, mas estabelecendo um currículo claro e instrumentos pedagógicos a ele associados. Prosseguimos o percurso investindo em duas peças-chave para a melhoria da aprendizagem: capacitação de professores e constituição de um sistema forte de reforço escolar. Com essas medidas conseguimos avançar muito no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e em avaliações externas de que os alunos do município participam. Nas escolas em áreas conflagradas, onde crianças e jovens são mais vulneráveis, oferecemos uma modalidade de educação em tempo integral com oficinas após as aulas, com base no Mais Educação, iniciativa interessante oferecida pelo MEC. Nelas a escola pôde selecionar, com base em critérios próprios, um grupo de alunos que frequentaram oficinas de artes, esportes e reforço escolar. Para que tudo funcionasse bem um educador comunitário acompanhava as crianças nas oficinas e fazia a ponte entre estas e as atividades mais acadêmicas. Dado o sucesso da iniciativa, resolvemos estender essa forma de estruturação do tempo integral a mais escolas, em especial as com desempenho educacional mais fraco. Mas ainda não se tratava de educação integral para todos e com uma grade curricular de tempo integral. Assim, embora essas escolas tenham apresentado desempenho melhor, percebemos que seria fundamental estender o tempo de aula reservado ao currículo básico para podermos, de fato, dar um salto na qualidade na educação. Projeto de lei proposto na Câmara Municipal abriu uma oportunidade nessa direção. Estabelecia o projeto a exigência de pôr toda a rede, progressivamente, em período integral. Numa rede formada por 1.074 escolas, essa progressividade fazia muito sentido. Além disso, o Rio, mais que outras cidades, vive um processo acelerado de transição demográfica, dado que o número médio de filhos por mulher caiu para 1,6. Assim, se construíssemos rapidamente o número de escolas necessárias para todos estudarem em tempo integral, em pouco tempo elas estariam ociosas. Aprovada a proposta, elaboramos um plano diretor para pôr toda a rede em turno único de sete horas de aula para escolas que atendem do 1.º ao 6.º anos e de oito horas para as que têm alunos do 7.º ao 9.º, seguidas de oficinas de artes, esportes e reforço escolar. Nesse plano não previmos só obras e contratação de professores, mas identificamos para cada território a dinâmica demográfica prevista e quantas unidades de cada tipo de escola seriam necessárias, considerando a especialização dos prédios escolares por tipo de atendimento: espaços de desenvolvimento infantil, ensino fundamental I e II. Mas não é suficiente pôr todas as escolas em tempo integral. A carreira do professor precisa ser adequada a essa realidade. Não faz sentido ter um professor dando aulas em três escolas diferentes, ou com uma carga horária de 16 horas, se os alunos ficam o dia todo na escola. A implantação da escola em tempo integral é um bom momento para fazer cada professor se dedicar integralmente a apenas uma delas, com mais tempo para o processo de ensino e para maior interação com os alunos. Assim, a partir do final de 2010 passamos a realizar concursos apenas para professores com carga horária de 40 horas. É um grande desafio de gestão definir o sequenciamento da construção de cada escola, da lotação de professores de 40 horas, do investimento em formação para assegurar um perfil mais voltado para a formação integral do aluno, que fica agora o dia todo no ambiente escolar, e para trabalhar melhor com parceiros da comunidade que integram as oficinas pós-escola. Esse novo perfil também inclui elementos do que Edgard Morin chamou de religação dos saberes, a possibilidade de tornar o professor o mediador do processo de aprendizagem, e não mero fornecedor de aulas, dentro de sua especialidade. Um professor mais polivalente, especialista não numa área específica, e sim profundo conhecedor de como o aluno aprende. Esses cuidados, integrados a uma política educacional não fragmentada, com definição clara do que se espera que a criança e o adolescente aprendam, podem estar no centro do processo do salto de qualidade que o Rio e o País precisam dar. Ainda falta muito, mas já dá para enxergar o caminho, que será longo e não sem percalços. * Claudia Costin é Secretária Municipal de Educação do Rio de Janeiro. Acesso em http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,os-caminhos-para--a-educacao-integral-,991186,0.htm LEIA TAMBÉM: Aplicativo brasileiro finalista em prêmio da ONU traduz português para língua de sinais por Mariana Congo, acessando http://blogs.estadao.com.br/radar-tecnologico/2013/01/31/finalista-do-wsa-mobile-aplicativo-brasileiro-hand-talk-traduz-portugues-para-libras/ O aplicativo Hand Talk é um dos dois brasileiros entre os 40 finalistas mais bem votados do WSA-Mobile, premiação da Organização das Nações Unidas (ONU) para os melhores aplicativos móveis do mundo. O prêmio será entre 3 e 5 fevereiro, em Abu-Dahbi. Criado por três empreendedores de Maceió (Alagoas), o aplicativo tem a função básica de traduzir o português para a Língua Brasileira de Sinais (Libras), da comunidade surda. Mãos que falam O Hand Talk ainda está em fase de desenvolvimento. É um processo minucioso, segundo os criadores, pois a precisão dos gestos é fundamental. O avatar, batizado de Hugo, é quem faz a tradução. “As expressões faciais são muito importantes na Libras. O personagem precisa representar os gestos de forma clara. É como no português, em que a entonação define se uma frase é uma pergunta ou uma afirmação”, explica Thadeu Luz, COO do projeto, responsável pela animação em 3D e operação. No vídeo abaixo, os criadores demonstram as três funções do app: traduzir texto, voz e imagem para a Libras. A Língua Brasileira de Sinais tem uma estrutura gramatical própria, diferente do português. Por isso, parte da comunidade surda não chega a entender textos em português. O projeto: “Estamos entre os cinco melhores aplicativos do mundo na categoria inclusão. Para Alagoas, para nós e para o Brasil é muito bom estar entre grandes projetos”, diz Ronaldo Tenório, CEO do Hand Talk, responsável pelo planejamento e marketing. Além de Ronaldo e Thadeu, completa a equipe Carlos Wanderlan, CTO, responsável por tecnologia e desenvolvimento. A ideia do Hand Talk já existe desde 2008, mas começou a se tornar realidade em 2012. O app participou do Demoday, evento de startups de Alagoas, e foi vencedor do Rio Info em 2012, tradicional salão de inovação. Alguns investidores e organizações já fecharam parcerias com o Hand Talk, dentre eles a Artemísia, que apoia negócios sociais. “Nos chamou atenção a característica da equipe. Eles têm conhecimentos complementares e visão de negócio, um caso raro. Muitas startups têm boas ideias mas dificuldade de executar o trabalho”, diz Nelo Brizola, responsável pelo programa de aceleradores de impacto da Artemísia, que recebe inscrições o ano todo. Ainda neste ano, o plano dos empreendedores é finalizar o protótipo e disponibilizá-lo para aplicativos móveis e computador. O avatar “Hugo” traduz português para língua de sinais / Imagem: Reprodução
WSA-Mobile: No evento entre 3 e 5 fevereiro, em Abu-Dahbi, os aplicativos serão apresentados para uma banca de júri, que elegerão os vencedores de cada uma das oito categorias. Uma votação aberta na internet (encerrada no dia 29/01) vai ter peso na decisão final dos jurados. Nesse quesito, o Hand Talk ficou entre os primeiros. Os concorrentes: Na mesma categoria de inclusão e acessibilidade do WSA-Mobile, concorrem outros quatro finalistas: MagicReader: aplicativo japonês que permite uma nova experiência de leitura em iPad. Apenas com o gesto da cabeça (detectado pela câmera do aparelho), o usuário consegue trocar a página da publicação. Pode ser usado, por exemplo, por deficientes ou pessoas feridas, com dificuldade para usar as mãos. Disponível no iTunes. AlzNav: de Portugal, esse aplicativo para Android foi pensado para auxiliar idosos ou pessoas com doenças degenerativas (em estágio inicial), como o Mal de Alzheimer. Ajuda os usuários e familiares a terem maior sensação de segurança, estabelecendo um limite de raio em que a pessoa pode andar pela cidade, gerando alertas e facilitando pedidos de ajuda. Tem função de navegação, indicando rotas como “ir para casa”. Blanco & Negro: aplicativo para pessoas com deficiência visual, criado no Equador. Usa gestos e sintetizador de voz para acessar as funções do celular. Ainda em fase de desenvolvimento. WheelMap: da Alemanha, o app é um mapa online que indica as melhores rotas para pessoas que usam cadeira de rodas. Os usuários podem contribuir, marcando no mapa os melhores e piores locais públicos para circulação. Estabelecimentos, como restaurantes e teatros, podem ser avaliados pelo nível de acessibilidade. Disponível para download no iTunes e Google Play. Origem das fontes http://www.estadao.com.br/educacao/

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Notícias do Prof. Paulo Henrique Colonese

Assunto: Divulgação de evento. Prezados Docentes e Discentes; A Comissão Central convida os Profissionais da Educação Superior e da Educação Básica, Pesquisadores, Estudantes de Graduação e Pós-Graduação e demais interessados para o XI Congresso Nacional de Educação – EDUCERE http://educere.pucpr.br/ , o IV Seminário Internacional sobre Profissionalização Docente – SIPD-Cátedra UNESCO e o II Seminário Internacional de Representações Sociais, Subjetividade e Educação – SIRSSE, agendados para 23 a 26 de setembro de 2013, na PUCPR, em Curitiba. FONTE Marco Costa, Professor-Pesquisador Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio / Fundação Oswaldo Cruz Lab. de Educação Profissional em Técnicas Laboratoriais em Saúde / Latec / Sala 217 Av. Brasil, 4365, Manguinhos / Rio de Janeiro. Email: costa@fiocruz.br / marco.costa@pq.cnpq.br Abraços Prof. Paulo Henrique Colonese Correio Eletrônico: coloneseph@globo.com Plataforma Lattes: http://lattes.cnpq.br/1432256231448414 Canal Vimeo: http://vimeo.com/17896628 Canal Dayle Motion: http://www.dailymotion.com/coloneseph Canal Youtube: http://www.youtube.com/user/coloneseph Canal CCena: http://www.youtube.com/user/mccena2009 http://educere.pucpr.br/

Educação ambiental – Dilemas da prática contemporânea

A Biblioteca Beatriz Wahrlich, na sessão Textos Clássicos, conta com um novo e importante conteúdo: o livro Educação ambiental – Dilemas da prática contemporânea, escrito pelo Adm. Nelson Mello e Souza, chanceler da Academia Brasileira de Filosofia.
De acordo com João Clemente Baena Soares, ex-secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) e que prefaciou o livro, esta obra é de grande utilidade para a melhor compreensão dos problemas envolvidos na organização e execução dos currículos de educação ambiental. Para o autor, Educação ambiental – Dilemas da prática contemporânea tem como objetivo colaborar para a revisão da perspectiva dominante entre os numerosos projetos pedagógicos sobre o tema. http://www.cra-rj.org.br/site/cra_rj/noticias/300113b.asp

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

No ESTADÃO: Portal vai ajudar gestão das redes municipais de educação

(Newsletter Agência Brasil) Página agrupa informações para os gestores de acordo com três eixos: gestão, formação e fórum. As mais de 5,5 mil secretarias municipais da Educação do País contam agora com uma ferramenta virtual para apoiá-las a aprimorar a gestão, o portal Conviva Educação, lançado nesta quinta-feira, 31, em Brasília, por um conjunto de 11 instituições. O ambiente virtual agrupa informações para os gestores de educação de acordo com três eixos: gestão, formação e fórum. Cada secretaria da Educação poderá cadastrar dez usuários que terão acesso a conteúdos com orientação sobre temas como alimentação e transporte escolar, material pedagógico, serviços públicos e gestão orçamentária e suprimentos. Os usuários poderão inserir dados sobre seu município e obter relatórios com diagnóstico para auxiliar na construção de planos de ação. “O Conviva dará uma amplitude ao que é gestão de educação e ao dia a dia dessa gestão, para fazer com que se alcance a qualidade na educação pública”, explicou a presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e secretária municipal da Educação de São Bernardo do Campo (SP), Cleuza Repulho. Para Cleuza, a iniciativa também é importante para apoiar os prefeitos que estão iniciando agora a administração. “Os municípios tiveram um índice de renovação dos prefeitos de 70% nas últimas eleições, então, gestores que nunca trabalharam com gestão pública na área de educação assumiram os cargos”, explicou. O site tem espaço para um fórum de discussões e, em uma segunda etapa, vai oferecer cursos. Os secretários estaduais da Educação também podem se inscrever no site, embora os conteúdos estejam mais direcionados para a gestão municipal. A administração do Conviva é da Undime e o endereço eletrônico é www.convivaeducacao.org.br. Para a secretária municipal de Educação de Colinas (TO), Odaléa Sarmento, a informação é fundamental para o bom planejamento das ações educacionais. “Precisamos muito da informação para que consigamos pôr em prática o planejamento. Minha expectativa com o Conviva é conseguir inserir minhas dúvidas e ter um retorno dessa comunicação em rede”. Acesso em http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,lancado-portal-que-vai-ajudar-gestao-das-redes-municipais-de-educacao,991397,0.htm