terça-feira, 30 de junho de 2015
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Introdução à História da Maçonaria: cursos de extensão na UERJ.
O Centro de Produção da Universidade do Estado do Rio de Janeiro está com inscrição aberta para diversos cursos de extensão. São eles: Noções Básicas para Pesquisa Envolvendo Seres Humanos; Sociedades Secretas: os Iluminatis; e Introdução à História da Maçonaria.
Sobre os cursos:
Introdução à História da Maçonaria:
O objetivo do curso é criar base para o desenvolvimento de uma pesquisa histórica crítica sobre a instituição conhecida como "Maçonaria", objetivando reduzir a defasagem entre os estudos históricos acadêmicos sobre o tema e os estudos desenvolvidos pela própria instituição maçônica. As inscrições podem ser feitas até 24 de julho.
Sociedades Secretas: os Iluminatis:
lluminati (plural do latim illuminatus, "aquele que é iluminado") é a denominação de diversos grupos, alguns históricos, outros modernos, reais ou fictícios. Comumente, o termo Illuminati tem sido empregado para referir-se aos Illuminati da Baviera, uma sociedade secreta iluminista fundada em 1º de maio de 1776. Nos tempos modernos, também é usado para se referir a uma suposta organização que controlaria os assuntos de vários Estados secretamente, normalmente como versão moderna ou como continuação dos referidos Illuminati bávaros, como sinônimo e cérebro por trás dos acontecimentos que levarão ao estabelecimento de uma Nova Ordem Mundial. Este curso se propõe a analisar e relacionar os eventos que levaram à criação e desenvolvimento desta sociedade secreta pelo prisma da documentação histórica existente sobre o tema; seus manifestos e filosofia nos campos social, político e cultural, na Europa e, posteriormente, no Brasil, abordando os marcos históricos da sua atuação política, desde os governos da chamada República Velha até a atualidade. Abordaremos ainda a síntese filosófica entre o pensamento iluminista e o ideário positivista, no intuito de entender o pensamento desta sociedade no Brasil. Inscrições abertas até 24 de julho.
Noções Básicas para Pesquisa Envolvendo Seres Humanos:
O curso tem por objetivo promover aos profissionais de saúde capacitação, senso crítico e interesse em projetos de pesquisa envolvendo seres humanos nas diferentes áreas de conhecimento. Além disso, permitir o reconhecimento de seu papel à contribuição da investigação científica. É uma excelente ferramenta para reciclagem e atualização dos profissionais. As inscrições seguem abertas até o dia 7 de setembro.
No site do Centro de Produção da Uerj – www.cepuerj.uerj.br é possível encontrar todas as informações dos cursos citados e fazer inscrição online.
CENTRO DE PRODUÇÃO DA UERJ:
Rua São Francisco Xavier, 524.
Maracanã, Rio de Janeiro, RJ.
1º andar, Bloco A, Sala 1006.
CEP: 20559-900.
Horário de atendimento na recepção: de 2ª a 6ª feira, das 09h às 17h.
Teleatendimento: (21) 2334-0639, de 2ª a 6ª feira, das 09h às 17h.
E-mail: cepuerj@uerj.br - Site www.cepuerj.uerj.br
Revista Ciência & Maçonaria
A Revista “Ciência & Maçonaria” é a primeira revista acadêmico-científica no Brasil dedicada a produção e divulgação de conhecimento em um campo de pesquisa cada vez mais estudado: a Maçonaria.
Acesso em http://www.cienciaemaconaria.com.br/index.php/cem
A MISSÃO PERMANENTE DA MAÇONARIA: Um sacerdócio maçônico.
Por Rubi Rodrigues.
Resumo:
O resgate da missão permanente da Maçonaria a qualifica como instituição a serviço da humanidade e a inscreve como representante atual de uma tradição milenar de Escolas de Mistério. A Maçonaria do século XXI está sendo beneficiada por conquistas culturais que lhe facultam levar a cabo o sonho acalentado pelos grandes iniciados de todos os tempos: disponibilizar um método racional capaz de libertar a mente humana da caverna platônica das ilusões. Obtém-se esse resultado, articulando as “doutrinas não escritas” de Platão, as conquistas culturais da modernidade e o saber esotérico cultivado na Maçonaria. Aqui, tentamos justificar essa tese.
Acesso em http://www.cienciaemaconaria.com.br/index.php/cem/article/view/36
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Joaquim Barbosa recebe o título de Dr. Honoris Causa pela Universidade Hebraica.
O ex-ministro do STF, Dr. Joaquim Barbosa, recebeu no ultimo dia 31 o título de Dr. Honor Honoris Causa pela Universidade Hebraica de Jerusalém.
Joaquim Barbosa veio a Israel acompanhado por uma delegação da Câmara de Comércio Brasil-Israel e foi recepcionado pelo atual Presidente de Israel, Reuven Rivlin.
A equipe da Moriah International Center esteve no evento e filmou este momento emocionante!
Informações em http://www.moriacenter.com/
domingo, 21 de junho de 2015
O voluntário anônimo.
por André Oliveira.
Assistimos todos os dias um índice crescente de aspectos sociais negativos, com sequelas e soluções de continuidade imensuráveis na saúde, educação e segurança pública.
Assistimos também o comodismo de muita gente que, acreditando ser invulnerável a todo e qualquer sinistro, esquivam-se de compartilhar, estão sempre com pressa, ignoram colaboração coletiva e omitem-se no próprio egoísmo. Lamentavelmente essas pessoas inertes ainda comungam aquela máxima de que: _pago meus impostos e exijo meus direitos_. Está na hora de rever seus conceitos.
Está na hora de ver o que se passa na sua rua e no seu bairro. Há muita atividade que poderia melhorar o convívio e a vida das pessoas se cada uma delas absorvesse o espírito do voluntariado. De uma simples ajuda a grandes mutirões se consegue resultados espetaculares e os beneficiados são para todos, sejam crianças, jovens e adultos.
Quem ainda comunga que o governo é culpado daquilo ou disso está vendo a vida passar e não se coaduna com a cidadania plena entre seres humanos. Há pessoas que são capazes de destinar horas passeando com cães, mas não se oferecem para levar os idosos num dia de sol na pracinha mais perto de casa.
Solidarizam-se com semelhantes somente na época do natal e acreditam que estão aumentando seus créditos com Deus para após a morte entrarem no céu. Ora, está na hora de se trabalhar o hoje. Viver e atuar com espírito de grupo, compartilhando e ajudando no que for possível.
Bem perto da sua casa há um posto de saúde, um hospital, uma escola, uma creche. Por que não ajudar com uma hora por dia como voluntário. Há tantas maneiras de colaborar que você vai se surpreender quando conhecer o interior dessas repartições.
No Instituto dos Cegos de Londrina, estado do Paraná, por exemplo, os voluntários anônimos, gravam fitas de livros inteiros, poesias, contos, crônicas, para que todos os deficientes visuais possam ter a _leitura auditiva_. Um trabalho emocionante porque proporciona uma viagem pelo universo da imaginação.
Nos hospitais que tratam do câncer em vários pontos do país, o expediente administrativo pode ser auxiliado com o mínimo de domínio do computador, para ajudar no preenchimento dos formulários, por exemplo. Ou ainda auxiliar na cozinha, recolher donativos, levar uma palavra aos doentes ou simplesmente visitar as pessoas que estão internadas.
Nas creches, que tal servir a merenda para as crianças uma vez por dia? Compartilhar do momento do recreio e voltar no tempo, para que a dormência lúdica que existe em cada um de nós floresça novamente e produza em nosso metabolismo as boas endorfinas da alegria e felicidade.
Pessoas aposentadas e felizes, em muitas partes do país, se solidarizam com escolas de periferia e lá ensinam crianças a jogar xadrez, dama, dominó e a montar os deliciosos quebra-cabeças. São essas atividades que fazem as crianças e os jovens terem a boa disputa esportiva e conhecer a verdadeira relação de vitória e derrota. Molda-se o caráter através da prática do raciocínio. Não há agressões de impactos.
Ações voluntárias fazem muita diferença porque estreitam laços, resgatam convívios de amizade, eliminam a vaidade humana e aproximam as pessoas no entendimento de que o bom mesmo na vida é ser e não ter.
Aos que desejarem orientações para encontrar uma vaga de serviço voluntário ou outras informações sobre o tema, podem procurar o Planeta Voluntários é um site não governamental, apartidário e ecumênico, criada em maio de 2009, com a visão de desenvolver a cultura do trabalho voluntário organizado, que leva o serviço voluntariado a auxiliar milhões de brasileiros e entidades que necessitam de todo tipo de ajuda.
O site conta com uma Rede Social que cruza as informações dos voluntários com as instituições cadastradas, sendo um elo entre elas.
Fonte: Marcio Aurelio - Agencia Nacional de Notícias.
contato@agencianacionaldenoticias.com.br
Tel: (43) 3037-1240.
Caixa Postal: 7016 / Londrina / Paraná / Brasil.
CEP: 86050-981.
André Oliveira*-
Diretor da CredFácil - Colaborador do Planeta Voluntários.
http://www.planetavoluntarios.com.br
Doutorado em Ciências da Reabilitação UNISUAM.
Recomendado pela CAPES em 2015, o Doutorado em Ciências da Reabilitação da UNISUAM é o único no Estado do Rio de Janeiro, com perfil multidisciplinar, pois agrega todos os profissionais que possuam como foco principal a investigação de temáticas que contribuam para a construção de evidências cientificas em reabilitação.
Esta configuração possibilita a capacitação interdisciplinar de pesquisadores independentes e docentes de distintas formações acadêmicas, que atuam ou pretendem atuar com reabilitação e promoção da saúde, articulando ensino e pesquisa.
O Programa de Pós-graduação em Ciências da Reabilitação é inovador na constituição de suas linhas de pesquisa, uma vez que além das linhas de pesquisa mais tradicionais em Reabilitação – Avaliação Funcional em Reabilitação e Abordagem Terapêutica em Reabilitação – conta com a linha Avaliação e Intervenção no Esporte Adaptado que inclui o estudo de intervenções para prevenir e recuperar lesões advindas da prática esportiva adaptada e otimizar o desempenho funcional de paratletas.
Ao ofertar o curso de Doutorado em Ciências da Reabilitação, a UNISUAM cumpre sua missão de contribuir com a formação de excelência de recursos humanos para exercer a pesquisa de forma autônoma, com capacidade de inserção em programas já consolidados ou criar e desenvolver novos núcleos de pesquisadores em centros emergentes, além de exercer a docência altamente qualificada.
Coordenação: Prof. Dra. Sara Menezes.
Coordenação Adjunta: Prof. Dr. Arthur de Sá Ferreira.
Informações:
Secretaria do Mestrado e Doutorado em Ciências da Reabilitação:
Tel.:(21) 3882-9797 ramal: 1012
E-mail: secretariacr@unisuam.edu.br
Endereço: Praça das Nações, 34 - Bonsucesso – Rio de Janeiro.
quinta-feira, 11 de junho de 2015
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Intelectuais da Igreja na Baixa Idade Média: nas Universidades.
Por Vitor Reis*, Renato Queiroz**.
RESUMO:
Este artigo tem como assunto central. Os Intelectuais na Idade Média, e trazendo todo o seu contexto histórico. Na Baixa Idade Média, e tratando especialmente dos Intelec-tuais nas Universidades Européias. Sua origem, sua importância. E como a Universida-de se tornou uma grande questão política e cultural.
SUMMARY:
This article has as its central subject. Intellectuals in the Middle Ages, and bringing all their historical context. In the Middle Ages, and especially in the case of Intellectuals in European Universities. Its origin, its importance. And as the University became a major political and cultural issue.
A Sociedade Européia Medieval era plural, como em todo momento histórico teve questões culturais, religiosas, institucionais que deixaram cicatrizes fortíssimas de herança nas gerações vindouras. O Período que nomeado de a Noite de Mil Anos, pe-los Iluministas dura cerca de dez séculos (V-XV). Dois pontos são de destaque: primei-ro, que para muitos Historiadores é considerada uma extensão da Idade Antiga. E se-gundo, sobre esta Sociedade que será construída a Europa Moderna.
O fim da Idade Média é um período de agitação. A queda do surto demográ-fico, depois o seu refluxo agravado pelas fomes a pestes, das quais a de 1348 foi catastrófica, as perturbações na alimentação da economia ocidental em metais preciosos que provocam fome de prata e depois de ouro, fome agudi-zada pelas guerras – guerra dos Cem anos, guerra das Duas Rosas, guerras Ibéricas, guerras italianas -, tudo concorre para acelerar a transformação das estruturas econômicas e sociais do Ocidente. A evolução da renda feudal, que massivamente assume forma monetária, perturba as condições sociais. Aprofunda-se o fosso que separa as vítimas dos beneficiários desta evolução. A linha divisória passa pelo centro das classes urbanas (LE GOFF, 1984, 125).
Para Franco Cambi, O “Outono da Idade Média” chega devido ao desequilí-brio que entra a Baixa Idade Média. É em meio a todo esse caos. É o Poder Político que vem socorrer O Poder Econômico. A tal ponto que ocorre uma simbiose entre e Poder Político e o Poder Econômico, onde não se enxerga. O Primeiro e o Segundo e nem tão pouco o seu início e o seu fim. Pois, a Idade Média é uma Sociedade de pouco ou nenhuma mobilidade social. Dependendo de relações interpessoais com o Rei e a Nobreza, para mover-se socialmente. E é Jacques Le Goff, que nos esclarece isso:
O poder político vem em auxílio das forças econômicas. Durante séculos vai sustentar o Antigo regime. É a era do Príncipe. É servindo-o, fazendo, poder, seu funcionário ou cortesão, que se ganha riqueza, poder, prestígio. Com-preenderam-no os antigos poderosos, que se ligam às tiranias e às monarqui-as ao mesmo tempo em que outros homens vindos de novo, que se insinuam entre eles graças ao favor do príncipe.
Neste contexto vai desaparecer o Intelectual da Idade Média. O Primeiro plano da cena cultural vai ser ocupado por uma nova personagem; o Huma-nista. Mas este só no fim dará o empurrão que fará desaparecer o seu ante-cessor (LE GOFF, 1984, 126).
Para Maria L. de Arruda Aranha, as Universidades Medievais são uma releitura das Universidades Superiores da Idade Antiga, que serve como um paradigma para a cultura. Assim, a Universidade não tinha conotação alguma ligada a ensino ou Educa-ção. No entanto, representava toda e qualquer Assembléia Corporativa de profissio-nais, que acaba sofrendo influencia burguesa esperançosa de mobilidade social.
Ambos, Le Goff e Aranha são unânimes quando destaca Pedro Abelardo como o mais atraente dos Intelectuais da Idade Média, quando se fala em poder de discursar. No Século XII as Universidades tendem a reler-se internamente para dar conta de atender os novos atores sociais medievos, que a cada instante modernizava-se. Assim, que conforme aumenta o status da Universidade muda no tempo. A Instituição passa a ser alvo de disputa entre os reis e a Igreja, isso é um fenômeno quase que universal no tempo medievo.
A universidade mais Antiga que se tem notícia talvez seja a de Salerno, na Itá-lia, que oferecia o curso de Medicina, desde o século X. No final do século XI (em 1088) foram criadas as universidades de Bolonha, na Itália especializada em Direito, e no século seguinte, a de Teologia, em Paris. Na Inglaterra desta-cam-se a de Cambridge e a de Oxford, com predominante interesse estudos pelos estudos científicos como matemática, física e astronomia. Outras for-mam criadas em Montpellier, Salamanca, Roma e Nápoles. Nos territórios Germânicos, as Universidades de Praga, Viena, Hiedelberg e Colônia só apre-cem ao final do século XVI. Ao longo da Idade Média foram fundadas mais de oitenta na Europa Ocidental (ARANHA, 2006, 110 p.).
Para acrescentar no assunto da origem das Universidades. Segundo Mario Alighero Manacorda, a origem se situa no anseio de Clérigos em busca Mestres famo-sos, que deste nasce o fenômeno chamado Clerici Vagantes. Condenado pelas Autori-dades Eclesiásticas.
Segundo Antonio Gramsci, na sua obra: A formação dos Intelectuais. Todo e qualquer grupo social tem seus Intelectuais. Portanto é algo enigmático conceituá-lo. Existem dois padrões triviais. O primeiro é o Intelectual Orgânico. Esse é oriundo de uma categoria importante do modelo de produção vigente. O Empresário Capitalista é um padrão deste modelo de intelectualidade, ainda que sendo da prateleira de cima do resíduo social, é um orientador e direcionador das massas. Ocorre uma situação relacional da atividade intelectual e a própria sociedade
Prosseguindo, Gramsci em sua obra destaca outra categoria de Intelectuais: Os Eclesiásticos. Destacando que, para Gramsci em toda a sociedade existem Intelectuais Tradicionais. E o resíduo de ideologias econômicas, ou seja, os novos Intelectuais – são os Revolucionários.
No pensamento de Gramsci ocorreu um domínio dos Intelectuais Eclesiásticos, na Noite Gótica, na Noite de Mil anos – Idade Média. Tudo que tocavam dominavam como um grande polvo: a Ciência; a Justiça; a Moral; a Filosofia; a Escola; o Ensino. E todas as Instituições que pudesse erguer um poder concorrente. Tornando-se uma In-telectualidade Orgânica com estreitos laços com dominadores Sociais. Tudo isso tinha um preço, as rivalidades se aguçaram. Nesse período arvora também a Aristocracia Togada. Conjuntamente, a pluralidade de Mentalidade Tradicional é uma ajudadora mútua na história, para se conservarem independentes e ornados de um memorial autônomo.
No Ponto de vista de Gramsci é errôneo o Trabalho Intelectual do conjunto de relações sociais. Igualmente, cada respectivo grupo que os representam – admiti toda a complexidade orgânica e generalista da Sociedade. Todos nós seres humanos somos Intelectuais, e discordando em suas posições profissionais. A separação é devido a re-ferendar-se ao caráter profissional. Assim para Gramsci não existe o não intelectual. A divisão social do trabalho é a expressão da fragmentação da Sociedade. A desigualda-de social atinge e divide o trabalho intelectual e manual; citadino e campestre. Assim. O tipo de divisão de trabalho corresponde á estrutura de Classes da Sociedade.
Como os universitários enobreceram-se? Primeiramente, tornou-se uma Classe ou Estamentos de privilégios. Em meio a um tempo tão áridos economicamente, eles lucram com os pagamentos de lições. Mesmo com a oposição da Igreja. Originam-se uma redução de ensino gratuito nas universidades, com base me seus respectivos esta-tutos.
Assim se extingue essa alimentação das universidades em estudantes de condição modesta, que tinham sido o fermento das faculdades. A partir de então, não mais a elas terão acesso, a não ser aqueles que forem sustentados por um protector desejoso de retê-los junto de si ou aqueles que se conten-tarem com uma existência de boêmia onde as ambições intelectuais são se-cundária – um Villon ( LE GOFF, 1984, 127p.)
Um exemplo de excentricidade ocorreu na decisão dos Doutores em Direito da universidade de Pádua. Mostra à proporção que as coisas tomaram na relação Mes-tre-Estudante. Por volta de 1400 elaboram um estatuto, que estabelecem uma escala gradativa de aumento de remuneração dos Mestres, de contra partida os Estudantes Bolsistas mantém suas Bolsa congeladas. Isso mostra outra simbiose entre a Política Universitária e a Economia Européia de 1450-500. Essas Autoridades quando tomam tal atitude, com o objetivo de não estabelecer ligação entre o custo de vida e os salá-rios. Percebe-se uma ligação estrita entre economia e Educação. Os Universitários flutuam em torno de Estamentos Sociais que vivem de modo econômico feudal: quer feudal-tradicional; feudal-senhorial e feudal-capitalista. Até porque é deste modelo econômico que os Universitários construíram suas maiores fontes de renda. Mesmo em meio aos caos Social, que vivia a Idade Média do século XIII em diante. A vida de Universitário não era tão glamorosa assim, existe outro lado da moeda:
Assiste-se à decadência da riqueza de numerosos Universitários, casa e ter-ras vendidas uma a uma. Daí a obstinação no recebimento de outros proven-tos: pagamentos dos estudantes, salários devido aos exames. Daí também a renovação de parte do pessoal universitário, com base nas suas possibilida-des econômicas. Daí, finalmente, as razões de natureza financeira que lava-rão os universitários para novos centros de riqueza, para cortes dos prínci-pes e dos mecenas eclesiásticos ou laicos (LE GOFF, 1984, 129p.)
Quando olhamos a Sociedade Medieval pelo prisma, de Durkheim os Intelectu-ais estavam inseridos em uma Sociedade de pouca mobilidade, de uma Solidariedade Mecânica, ou seja, o indivíduo é tratado como coisa. Uma Sociedade com o Direito Repressivo (baseado em prevenções); sem a divisão social do trabalho; a Consciência era pequena; as funções no trabalho eram iguais; uma Sociedade com pouca diferen-ciação social; uma Sociedade Linear e menos dependente que a Moderna.
A Sociedade Medieval baseada na diferença entre a superioridade do Clero e Nobres por situarem no primeiro Estamento Social. Na lógica do tempo Medievo é natural. O Sociólogo Marx Weber, o Estamento é baseado em tradição; sangue; Famí-lia; é um grupo restrito; o dinheiro na lhe dá acesso, e esta Sociedade é adestrada com o a dominação tradicional . O Social e Político atingiram questão da Educação. Agora, na Educação ergue-se uma espécie de Nobreza. Constrói-se toda uma estrutura para se acomodar-se sobre ela sem maiores problemas.
Em Pádua é decretada em 1394 a entrada gratuita no colégio dos juristas pa-ra todo doutor que pertença à descendência masculina de um doutor, mes-mo que um dos intermediários não tenha sido doutor. Em 1409 precisa-se que um filho de doutor deve ser sujeito a exame gratuitamente. Esta forma-ção de uma Oligarquia Universitária contribuía simultaneamente para reduzir significativamente o nível intelectual e para conferir ao meio universitário uma das características essenciais da nobreza: a hereditariedade. Constituía-se uma casta (LE GOFF, 1984, 129p.).
Os Universitários adotam uma vida que muitas vezes não podiam sustentar por muito tempo era um risco a ser corrido, pois queriam conquistar a Nobreza. E move se todas as peças do tabuleiro para fazer parte da mesma.
Para ascenderem a uma aristocracia, os universitários adoptam um dos habi-tuais dos grupos e dos indivíduos dos grupos e dos indivíduos para ingressa-rem na nobreza [...]
Dos seus hábitos e dos atributos da sua função faz em símbolos de nobreza. A cátedra, cada vez mais decorada de um espaldar de características senhori-ais, isola-os, exalta-os, glorifica-os [...]. As casas dos universitários tornam-se luxuosas [...]. Os túmulos são verdadeiros monumentos [...] (LE GOFF, 1984, 130p.).
Para Le Goff, a Ciência tornou-se uma ferramenta de poder político e econômi-co. São os Intelectuais que volumeiam as fileiras que faz distanciamento entre o tra-balho manual do intelectual – divide as profissões. Efetua-se uma separação oficial entre o técnico e o científico. Toda essa aristocratização da Sociedade desdobra-se no grau de importância que ganha a Instituição chamada Colégio. Muitos são notáveis sem dúvida tomam uma proporção institucional incrível. Todavia, o grande destaque ainda eram as Universidades.
As universidades tornavam-se assim potências ancoradas no meio do tempo-ral, proprietários cujas preocupações econômicas a administração dos negó-cios corporativos, das casas senhoriais. Os selos que haviam sido a insígnia da corporação transformavam-se nas armas da dama (LE GOFF, 1984, 134 p.).
Outro ponto a ressaltar é a Escolástica, que é mais nobre das expressões da Filosofia Cristã Medieval. Seu auge é no século XII-XIII. Assim, nomeada por se lecio-nada nas Escolas. Scholacsticus era o nome dado a quem lecionava das artes liberais, que mais a frente atingiria os professores e Teologia Filosofia, sobre uma nova no-menclatura magister. A Escolástica cumpre um grande papel para os Intelectuais na Idade Média.
Após o trabalho enciclopédico dos sábios da primeira parte da Idade Média, a escolástica iniciou a sistematização da doutrina, recorrendo cada vez mais ao concurso da razão. As Universidades serão o foco, por excelência, dessa fermentação intelectual. Até entre os fiéis, mesmo quando não se despreza-va a religiosidade, o gosto pelo racional se tornava evidente. Enquanto na Idade Média, com a urbanização, a sociedade tornou-se mais complexa e as heresias aumentaram, prenunciando as rupturas na unidade secular da Igreja (ARANHA, 2006, 114).
O Divórcio entre a razão e a fé tem como referencial o franciscano Guilherme de Ockham. É a partir dele que a Teologia começa se perseguida pela Escolástica. Nasce uma busca pela estabilidade “Fe-razão”. A Origem da separação está em Duns Escoto. Para Duns Escoto, Deus é um ser tão acima da percepção humana, que razão humana não tem como dimensioná-lo. Pois, Deus está no cerne da Teologia, e conse-guintemente fora do alcance da razão. Ockham conduz a ideia de Duns Escoto, e de-pois de Ockham as questões redimensionam-se.
Depois de Ockham, as questões diminuem em número e concentram cada vez mais sobre a omnipotência e o livre arbítrio. Simultaneamente rompe-se todo e qualquer equilíbrio entre a natureza e a graça. O homem pode cum-prir com tudo aquilo que Deus exige dele, mesmo que esteja fora da graça. O ensino dogmático perde todo o alcance. O conjunto dos valores acha-se sub-vertido. O bem e o mal já se não excluem necessariamente. As forças huma-nas não podem ser discutidas senão em termos naturais, confrontadas com a experiência (LE GOFF, 1984, 137p.).
O grande acontecimento a destacar é que muitos dos Sábios Medievos tinham Instituições de grande destaque, que num determinado momento sai da inércia medi-eval, e rumam para escavara às bases do Renascimento. Que é fruto de embate, relei-tura, e inovação de diversas ideologias. A Escolástica é sepultada pela Ciência Racional sem sequer ter um enterro de honras. Consequentemente, os Universitários se unem a Espiritualidade Humanística.
Resta acrescentar que eles contribuíram poderosamente para o descrédito do racionalismo que, ele, teria sido capaz de moldar os espíritos dos intelec-tuais e de lhes dar, mais cedo, hábitos mentais e métodos necessários ao progresso da ciência. Enveredaram por becos sem saída (LE GOFF, 1984, 139 p.).
As ideias políticas e o momento histórico do final da Idade Média elevam as Universidades de simples Instituições de “debates” para uma Instituição Política, ativis-ta. Uma referência a inspiração de um sentimento romântico nacional. Pois, contribu-em para uma nova ideia de Estado. Vem á tona uma busca pela afirmação de um: Es-tado Laico, Autônomo, que tinha como principal meta era o divórcio do Direito e a Moral.
O Estado todo-poderoso reivindica todos os direitos relativos à vida social cu-ja unidade é fortemente proclamada, detém o poder legislativo, executivo, jurídico. É universal: num dado território nenhum súbdito pode escapar á au-toridade do príncipe. Concretamente, o Estado laico não se satisfaz com a re-jeição da Igreja para o domínio espiritual; reclama para si mesmo a uma mis-são espiritual, o direito de administrar também esse domínio (LE GOFF, 1984, 147 p.).
As Universidades com essas ideias darão muitos frutos, e dentre eles muitos arautos, ainda que paradoxais, e divergentes como: Maquiavel; Lutero; Hobbes; Rous-seau. Todavia, o grande destaque é Ockham, devido as suas ideias visionárias no sécu-lo XIV.
As teorias políticas de Ockham e o averroísmo político se defendem uma te-se extrema ultrapassando em muito as condições do século XIV, mas que te-ve um eco considerável – estão de acordo com uma tendência geral da re-flexão intelectual aplicada ao exame da evolução política. Essa tendência, toma partido pela fragmentação da cristandade. Adopta o particularismo (LE GOFF, 1984, 147 p.).
A universidade de Praga é primeira que podemos chamar da Nacional. É ergui-da em um ambiente turbulento. A Instituição não é diferente das outras Universidades é dominada pelos Mestres e Estudantes Alemães. E se multiplicam quando se mudam de Paris na época do Grande Cisma. Agora, tem embates étnicos e corporativistas. Os Estudantes Alemães não tardam a erguer Leipzig, e a deixar Praga. Outra Insti-tuição de destaque é a universidade de Paris, que tem codinome de “a Filha mais ve-lha do rei da França” e a grande Juíza Teológica. A sua reputação é imensurável, mais ainda tem uma relação íntima como o Papado. Mas, ela não escapa do efeito do Cis-ma – desequilibra-se, tendo que fazer uma escolha. Fica com o Papa da Avinhão. Ao mesmo tempo, que tem o amparo papal, quer uma relação mais direta e íntima coma a Monarquia.
Assim, as Universidades triunfam no Concílio de Constança e é apenas uma fi-gura decorativa do Concílio da Basiléia. As Universidades se abriram ao Humanismo ao se distanciarem do domínio Papal. Os Humanistas viviam sob a diretriz monárquica: servia-a diariamente; no silêncio dos Castelos; na tranqüilidade; na ociosidade. “Assim abandonam os humanistas uma das tarefas fundamentais do intelectual, o contacto com a massa, a ligação entre a ciência e o ensino” (LE GOFF, 1984, 165 p.). Este colap-so só chega ao fim com a Contra-Reforma. Ainda na questão dos humanistas é só ob-servar como Le Goff descreve-o sinuosamente:
...Se o Intelectual da Idade Média acabou por atrair a sua vocação para cienti-ficamente, fê-lo renegado a sua própria natureza. Humanista toma aberta-mente o espírito, o gênio por divisa, mesmo quando fraqueja sobre os textos ou quando a sua eloqüência soa falso. Escreve para os iniciados...
Sim o ambiente que nasce o humanista é muito diferente do buliçoso estalei-ro urbano – aberto a todos, interessado em fazer progredir simultaneamente todas as técnicas e em unificá-las numa economia comum – em que se for-mara o intelectual medieval.
O meio ambiente do humanista é o do grupo, da Academia fechada e quando o verdadeiro humanismo conquista Paris não é ensinado nas Universidades, mas nessa Instituição destinada a uma elite: o Colégio dos Leitores Reais, o futuro Colégio da França (LE GOFF, 1984, 161 p.).
Outro grande nome re forçar a posição de Le Goff, quanto ao Humanismo é Manacorda na particularidade que tem o humanista:
Humanismo nasce aristocrático, e, embora nenhum outro movimento cultu-ral tenha dedicado maior atenção, todavia o renovado contato com os clás-sicos gera nos novos intelectuais uma aversão não somente pela cultura me-dieval, mas também pela sua forma tradicional de transmissão, a escola (MA-NACORDA, 2006, 175p.).
Em suma, a Universidade é uma Instituição chave para entender a Intelectuali-dade da Sociedade Medieval. É o centro da Intelectualidade, e uma peça importante que passa a interessar o Papado e o Rei. A Universidade e os Intelectuais sofrem com os acontecimentos externos como os próprios fenômenos sociais: O Cisma do Oriente e o Humanismo. Mas, elas estavam sempre sofrendo releituras. Uma Instituição que começa com a função de debate se transforma utilidade, e ás vezes em árbitra teoló-gica. Ganham status e força. E sem dúvida, que os principais intelectuais da Idade Mé-dia saíram das Universidades.
Bibliografia:
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação de da Pedagogia: geral e do Brasil. 3ª Ed. Ver e ampli. São Paulo. Moderna, 2006.
CAMBI, Franco. História da Pedagogia. Tradução: Álvaro Lorencini. São Paulo. Fundação Editora da UNESP (FEU), 1999.
LE GOFF, Jacques. Os Intelectuais na Idade Média. Tradução: Margarida Sérvu-lo Correia. 2ª Ed.? Editora Gradiva, 1984.
GRAMSCI, Antonio. A Formação dos Intelectuais. Tradução e notas: Serafim Ferreira. Editora Robson Achimé, Rio de Janeiro?
MANACORDA, Mario Alighiero. História da Educação: da antiguidade aos nos-sos dias. Tradução: Gaetano Lo Monaco; revisão da tradução Rosa dos Anjos Oliveira e Pablo Nosella. 12ª Ed. São Paulo. Cortez, 2006.
QUINTANEIRO, Tania et al. “Um toque de clássicos: Marx; Durkheim; Weber. ED. UFMG, Belo Horizonte, 2007.
Vitor Reis* - Renato Queiroz** São Acadêmicos do Curso de História do Centro Universitário ABEU. Contato com os autores em (reisdemelovitor@yahoo.com.br).
Artigo aprovado e indicado para publicação por Ch Penha Projetos Educacionais em 03 de junho de 2015. Acesso em http://chpenhaprojetoseducacionais.blogspot.com.br
domingo, 31 de maio de 2015
UNIFESP: 1º SEMINÁRIO DISCURSO, MÍDIAS, PESQUISA E ENSINO.
COMUNICAÇÃO ORAL APRESENTADA DIA 28 DE MAIO 2015.
INSTRUMENTALIZAÇÃO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES
Christiane Maria Costa Carneiro Penha, Katia Barbosa da Silva Peres e, Antonio Ricardo Penha.
RESUMO:
Basta um olhar atento sobre a oferta de novas tecnologias nas escolas do país
para identificarmos que a distribuição desses recursos são insuficientes. Alguns autores
(Edith Litwin, 2007; José
Armando Valente, 2008; Andrea Ramal & Buffara, 2008)
chamam atenção para este fato, e afirmam, que as tecnologias não estão disponíveis para
professores e alunos de forma democrática. Destaca
-
se entre esses recursos tecnológicos
a plataforma Educopédia, um
a idealização de Rafael Parente, cujo projeto tem em sua
essência, potencial de mudança no processo de construção de conhecimento junto aos
alunos, além de facilitar e potencializar, o trabalho dos professores. A Educopédia é uma
plataforma online que visa
proporcionar aos professores da rede municipal de ensino do
Rio de Janeiro uma fonte de postagens e consulta com dicas para ministrar suas aulas em
todos os níveis da Educação Básica. OBJETIVO: o
presente estudo objetiva analisar,
como a Plataforma Digita
l Educopédia ajuda a percepção de ensino e, aprendizagem, dos
acadêmicos dos cursos de licenciatura de um CENTRO UNIVERSITÁRIO, que
enfrentam dificuldades em sala de aula, durante a prática do estágio em turmas do ensino
fundamental, objeto da avaliaçã
o da 6ª. Coordenadoria Regional de Educação do
Município do Rio de Janeiro. METODOLOGIA: em sua metodologia a mídia Educopédia
oferece atividades autoexplicativas, com exercícios lúdicos e práticas para o
desenvolvimento do plano de aula. As orientações cu
rriculares de cada ano e disciplina
foram divididas em 32 aulas digitais, que correspondem às semanas da ano letivo,
retiradas àquelas voltadas para avaliações revisões. As atividades incluem exibição de
vídeos, animações, podcasts, mini
-
testes e jogos, se
guindo um roteiro pré
-
definido que
obedecem a teorias de metacognição, isto é, através do exercício de reflexão sobre a
maneira como se apresenta, repensa
-
se à cerca dos processos do pensamento individual
(EDUCOPEDIA, 2013). RESULTADOS: os resultados obtid
os são positivos, e constata
que a Educopédia oferece recursos para aproximar o aluno dos processos educacionais
disponibilizados pelas novas tecnologias, onde a tarefa humana de ensinar, com o auxílio
de ferramentas digitais pode ser considerado um trunfo
que viabiliza positivamente o
desenvolvimento de ensino
-
aprendizagem. Fornece também a professores, recursos
multimídias de pesquisa permitindo a contextualização de dados nas diferentes formas de
construção do conhecimento, virtual e presencial.
Palavras
–
chave: Educopédia; Plataforma online; Novas Tecnologias.
DISLEXIA E DESINFORMAÇÃO: UMA ANÁLISE DISCURSIVA ACERCA
DO BAIXO RENDIMENTO ESCOLAR -
Valdilene
Fabrício
de
Menezes.
Resumo:
Apesar de grandes inovações pedagógicas, dos recursos multimídia
, de equipes
multidisciplinares, da inteligência e de oportunidades socioculturais, algumas crianças
falham no processo de aquisição da linguagem. Será um indício de dislexia? Não é raro
confundirmos dislexia com problemas de adaptação escolar, dificuldade
s naturais no
início da alfabetização, desmotivação nas atividades escolares ou até mesmo, indisciplina.
Matias (1996) considera a dislexia um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na leitura,
escrita e soletração. É também vista como fator genético, o
que a faz motivo de
inquietação para pais, docentes e pesquisadores. Para Ivan e Luciana Isquierdi (2008) o
grande problema do diagnóstico, (quando este acontece) consiste em que ele não é feito
corretamente, pois, na maioria das vezes, é feito por leigos
sem nenhum tipo de
informação ou observação primária para que depois, a criança seja encaminhada ao
profissional habilitado e logo, medidas emergenciais sejam tomadas. A linguagem é
ferramenta principal no desenvolvimento e construção de saberes nos discen
tes. Sem a língua não haveria a comunicação, sem a comunicação não haveria os símbolos e sem
eles, não haveria o aprendizado. Quando isto ocorre, a criança frustrada absorve
problemas de variadas ordens, inclusive, social. O disléxico encontra muita dificuldade
em ler e entender, e por isso, seus problemas só aumentam. Eles confundem letras e
sílabas, trocam o “a-o” ,“o “ e-d “, o “ n-h “, o “p-b”. Além disso, a escrita dessas crianças
é carregada de defeitos e se percebe uma irregularidade de desenhos nas letras, ora feitas
de uma forma, ora de outra, o que pode ser indício de falta de concentração e raciocínio.
Nossos objetivos quanto ao estudo desta pesquisa é analisar o discurso do professor de
ensino fundamental acerca da dislexia e identificar a desinformação do mesmo como
principal causa do baixo rendimento escolar do disléxico. A metodologia será qualitativa,
em escola pública, onde coletaremos os dados a partir de entrevistas semi-estruturadas,
gravadas e devidamente permitidas através da assinatura do TLC por parte dos sujeitos que serão um grupo de 40 professores. Esta pesquisa se dará através dos procedimentos
analíticos da Análise de Discurso. Esperamos como resultado, Identificar a
desinformação do docente; melhorar suas condições de trabalho atr
avés de informação,
promover palestras, debates e oficinas com dinâmicas inclusivas e reflexivas sobre
práticas educacionais.
Palavras
-
chaves: Discurso; Dislexia; Pesquisa e Ensino.
RESUMOS DE PALESTRAS E MESAS REDONDAS: dia 28 de maio de 2015.
16h - Palestra de abertura:
Frases sem texto: fenômeno discursivo, circulação na
mídia e desdobramentos em ensino/pesquisa.
Profa. Dra. Maria Cecíia Perez Silva-e-Souza (PUC/SP).
A mídia contemporânea é grande consumidora das chamadas frases sem texto, as quais,
por serem interpretadas em um momento e espaço público dados, ajudam a construir
questões políticas e sociais. Daí a importância de interpretá-las em diversos contextos de
ensino e pesquisa.
17h - Mesa Redonda 1 -
Prof. Dr. Paulo Ramos (Unifesp).
Profa. Dra. Ana Cristina Carmelino (Unifesp).
Coordenação: Prof. Dr. João Kogawa (Unifesp).
Tiras no ensino-aprendizagem:
um assunto para comentar, compartilhar e até curtir.
Prof. Dr. Paulo Ramos (Universidade Federal de São Paulo).
As tecnologias de informação têm levado o campo dos estudos da linguagem a
desenvolver novos conceitos para dar conta das mudanças trazidas pelas mídias virtuais.
Letramentos digitais, multiletramentos e multimodalidade são três deles. Afora as
diferentes perspectivas teóricas que possam nortear cada um dos conceitos, um possível
ponto de convergência é a premissa de que as novas mídias são meios de produção de
conhecimento, mesmo que isso ocorra em atividades ainda distantes do ambiente escolar,
como os games e as redes sociais. Esta exposição objetiva demonstrar que o contato
com uma dessas produções, as tiras virtuais, pode ser um instrumento bastante amplo de
estratégias linguísticas de produção de sentido a serem trabalhadas em atividades de
ensino-aprendizagem. Circulando em sites autorais, blogs e em redes sociais, esses
textos multimodais demandam do leitor o domínio de diferentes mecanismos, tanto
textuais quanto hipertextuais, que casam com as propostas de aplicação de gêneros que
envolvam letramentos digitais (COSCARELLI; RIBEIRO, 2007) e multiletramentos (ROJO,
2012, 2014) no meio escolar. A análise irá tomar como base tiras nacionais para
demonstrar como elas circulam nos variados ambientes virtuais e como se dá o contato
interacional com aquele conteúdo.
Porta dos Fundos no Ensino? Por que não?
Profa. Dra. Ana Cristina Carmelino (Universidade Federal de São Paulo).
As novas tecnologias modificaram radicalmente o modo de interação entre as pessoas e
os modos de acesso à informação. Esse contexto contemporâneo tem levado os
estudantes a terem contato com formas diferentes de leitura e de escrita. Do ponto de
vista do ensino-aprendizagem, o novo cenário tem levado a dois comportamentos: os que
ainda se ancoram nos métodos pedagógicos tradicionais e, por outro lado, aqueles que
enxergam nas novas tecnologias formas de transmissão de conteúdos e de
aprendizagem. Neste último caso, como aponta Prensky (2001), parte-se da premissa de
que o acesso a games, vídeos e redes sociais podem representar fontes de saber.
Baseados nesses preceitos, pretende-se, com esta exposição, demonstrar como vídeos
humorísticos demandam variadas estratégias para a produção de sentido. O recorte de
análise será uma mídia específica, esquetes criados pelo grupo brasileiro Porta dos
Fundos para o YouTube. A análise mostrará que um gênero tão popular da internet e entre
os alunos, se trazido para a realidade de ensino-aprendizagem, pode ser uma forma rica,
e mais atraente, de domínio de conteúdos discursivos.
19h - Palestra 2: Alcances e limites das mídias na escola
Profa. Dra. Maria da Graça Setton (USP)
!
Ainda que o interesse entre educação e mídias venha crescendo de maneira significativa
no campo universitário, muito ainda precisa ser feito.
Neste sentido, a palestra visa fazer algumas considerações de ordem metodológica a fim
de instrumentalizar a prática de pesquisa e reflexão sobre o tema.
Tomando como base a dificuldade de se olhar o fenômeno da educação e das mídias
como fatos articulados, busca-se trazer uma perspectiva relacional e processual dos dois
processos com a intenção de ampliar e consolidar as representações sobre ambos.
!
!
29 de maio de 2015
!
16h30 - Mesa Redonda 2:
Profa. Dra. Beltrina Côrte (PUC/SP)
Profa. Dra. Marina Mendonça (Unesp/Araraquara)
Prof. Dr. João Kogawa (Unifesp)
!
Coordenação: Prof. Dr. Carlos Renato Lopes (Unifesp)
!
Os discursos da longevidade nas mídias
Profa. Dra. Beltrina Côrte (PUC-SP)
Para se entender os discursos vigentes sobre o longeviver humano é necessário retomar
os discursos teóricos que fundamentaram os estudos sobre o envelhecimento e a velhice
e como estes repercutem até hoje nas mídias e, consequentemente, em cada um de nós.
O que elas falam sobre como e por que envelhecemos? Qual é a representação do
discurso classificatório veiculado nos mais diversos veículos de comunicação? Afinal, qual
é o discurso da mídia sobre a etapa da vida mais longa da existência humana? Estas
questões norteiam o debate, o qual pretende chamar a atenção para a construção de
discursos que levem à uma nova postura da sociedade ante a profunda mudança da
estrutura etária da população.
!
Práticas de escrita na escola e na mídia: reflexões sobre autoria
Profa. Dra. Marina Mendonça (Unesp-Araraquara)
A presença das pesquisas desenvolvidas pela Linguística em documentos oficiais
direcionados ao ensino/aprendizagem, em materiais didáticos e em práticas de uso
linguístico na escola é indiscutível e tem sido estudada nas últimas décadas. No entanto,
há inúmeras atividades que envolvem aprendizagem informal de uso da linguagem que
circulam na internet (em, por exemplo, sites educacionais, blogs de professores, aulas no
YouTube) e que demandam novas pesquisas, já que complementam as atividades
escolares no uso orientado pela curiosidade do internauta. Há também que se destacar,
reforçando essas práticas de aprendizagem informal, a força do mercado editorial, que
coloca em circulação publicações/guias para um bom desempenho no uso linguístico,
como é o caso de periódicos que têm por público alvo principal o professor e em que se
materializam discursos produzidos em diferentes esferas: científica, pedagógica, artística,
entre outras. Considero aqui essa materialização do discurso da Linguística na mídia em
contexto de aprendizagem informal. No caso, o recorte que faço é o discurso sobre
“autoria” quando o tema é a produção escrita escolar. O interesse é destacar algumas
abordagens do tema feitas por analistas do discurso brasileiros e refletir sobre sua
ressignificação em discursos sobre as práticas de escrita escolares na mídia.
!
A crítica na mídia: uma análise da recepção de I, Frankenstein
Prof. Dr. João Kogawa (UNIFESP)
Barthes nos diz que o mito é uma fala. Seguindo esse postulado, este artigo levanta
algumas questões sobre o cinema na atualidade para compreender aspectos da “retórica
da imagem” na sétima arte. A tecnologia 3D, mais do que um artefato técnico, é entendida
aqui como potencialidade linguageira que atende a uma urgência atual: a inserção
participativa do outro no mundo virtualizado. Nesse sentido, tomamos como ponto de
partida as críticas feitas à nova versão do filme Frankenstein na mídia como um espaço
de tensão entre uma retórica 3D – mito contemporâneo da inclusão participativa – e uma
vontade de originalidade que visa inserir o filme em uma “tradição clássica”.
!
19h - Mesa redonda 3
Hipóteses de trabalho sobre/com relações intercenográficas
Prof. Dr. Roberto Leiser Baronas (UFSCar/CNPq)
Lígia Mara Boin Menossi de Araujo (UFSCar/Fapesp)
Nesta comunicação, de natureza teórico-prática, com base em uma leitura discursiva de
quatro outdoors, dados a circular em 2007 por conta de uma campanha publicitária de
uma empresa brasileira de hortifrutigranjeiros, perscrutamos a hipótese de se tratar
didaticamente tais plataformas discursivas com objetivo de auxiliar no trabalho de
produção de textos e leitura na escola. Fundamentamos epistemologicamente e
metodologicamente nossa proposição na tríade conceitual: cena englobante; cena
genérica e cenografia, proposta por Dominique Maingueneau (2006) no âmbito dos
estudos do discurso.
Palavras-chave: Discurso; gênero discursivo, leitura e produção de textos na escola.
Produzir textos no Ensino Médio: entre o ENEM e a multimodalidade
Profa. Dra. Ana Elisa Ribeiro (CEFET/MG)
O professor que atua com estudantes de Ensino Médio sabe a pressão que sofre em sala
de aula com relação à “redação do ENEM”. A despeito da existência de quase fórmulas da
boa escrita e do conhecimento de certos padrões para “ir bem” nesse episódio da vida
estudantil, é importante tratar a produção de textos como uma competência para a vida e
para todas as etapas da formação, inclusive a superior. Apresento, nesta oportunidade,
alguns resultados de pesquisas e experiências que tenho tido com estudantes de terceiro
ano do EM, em uma escola pública federal, especialmente aquelas que se relacionam à
escrita de textos que demandam a orquestração de mais linguagens, tais como a imagem,
por exemplo. Com base em alguns preceitos de Kress (2003) e na semiótica social, venho
buscando compreender a produção textual desses jovens em relação à paisagem
midiá
tica atual.
!
!
O conflito representacional acerca dos rolezinhos na mídia brasileira
Prof. Dr. Paulo Roberto Segundo (USP)
No final de 2013 e no início de 2014, os
rolezinhos
— encontros de jovens realizados,
primariamente, em shopping centers de grandes centros urbanos — tornaram-se notícia
nacional e centro de calorosas polêmicas na mídia brasileira, mobilizando especialistas de
distintas áreas, que tendiam a polarizar os eventos como manifestações orientadas ora
pela diversão, ora pela contestação social. Notícias, reportagens, editoriais e artigos de
opinião sobre o tema tomaram uma série de jornais e portais na internet. A questão
chegou, inclusive, a ecoar na imprensa internacional. Nosso objetivo, neste trabalho, é
examinar essa polêmica representacional instaurada no debate público acerca dos
rolezinhos, a partir de uma abordagem cognitivista (Hart, 2010, 2014; Chilton, 2005; Cap,
2013) aplicada aos estudos crítico-discursivos (Fairclough, 2003, 2010; van Dijk, 2003).
Em termos metodológicos, resolvemos trilhar um caminho diferenciado: tomamos como
ponto de partida a entrada
Rolezinho
na
Wikipedia
e, a partir daí, examinamos os textos
hiperlinkados
, buscando depreender que discursos circulavam acerca desses jovens e de
seus encontros e de que forma as construções linguísticas instanciadas ativavam,
potencialmente, determinadas conceptualizações que favoreciam posicionamentos
ideológicos específicos. Nesse processo, detectou-se uma série de conflitos
representacionais, que abarcavam desde a apropriação do espaço — público e/ou
privado? —, passando pela segregação socioeconômica e chegando ao direito à
manifestação e à propriedade.
Fonte: UNIFESP. Acesso em http://seminariodimipesq.webnode.com/
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Estudos Teológicos na Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro.
Estão abertas até o dia 25 de junho de 2015 as inscrições para a Convalidação de Estudos Teológicos na Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro. A avaliação escrita será realizada no dia 26 de junho de 2015 e as aulas presenciais serão ministradas em dois módulos intensivos: em julho de 2015 e em janeiro de 2016. Confira o edital no site www.faculdadesaobento.org.br e encaminhe o formulário de pré-inscrição para esta nova turma.
Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro.
Rua Dom Gerardo, 68 - Centro - Rio de Janeiro - RJ.
Telefones: (21) 2206-8281 e 2206-8310.
info@faculdadesaobento.org.br -
www.faculdadesaobento.org.br
terça-feira, 19 de maio de 2015
9ª Mostra Regional de Práticas em Psicologia.
O Evento acontecerá nos dias 30 e 31 de julho e 1º de agosto.
Participe da 9ª Mostra Regional de Práticas em Psicologia, que começa no dia 30 de julho e se encera no dia 1º de agosto no campus Tijuca da Universidade Veiga de Almeida (UVA).
Organizada e promovida anualmente desde 2006, a Mostra consolidou-se como um dos principais eventos do calendário da Psicologia fluminense, proporcionando a seus participantes um espaço potente de debates e troca de ideias e experiências sobre a prática da Psicologia em seus mais diversos campos de inserção. A 8ª edição do evento, que começou no dia 27 de agosto de 2014 (Dia do Psicólogo) na UERJ, reuniu cerca de mil participantes em três dias.
A 9ª Mostra terá uma programação diversificada de mesas de debates, palestras, apresentações de trabalhos em diversas modalidades, atividades culturais e lançamento de livros.
Como participar?
Você pode participar da 9ª Mostra apresentando trabalhos e/ou marcando presença nas diversas atividades da programação. O evento é aberto à participação de todas (os), mas somente psicólogas (os) e estudantes de Psicologia podem apresentar trabalhos.
Os trabalhos podem ser apresentados nas modalidades “Apresentação Oral” e “Exposição de Pôster” e devem ser inscritos de acordo com os seguintes eixos temáticos: (1) Políticas Públicas e Garantias de Direitos, (2) Práticas Clínicas e Institucionais em espaços públicos e privados e (3) Construção de conhecimento em Psicologia.
O valor da taxa de inscrição é de R$ 25 para profissionais e R$ 10 para estudantes. Estudantes e professores de Psicologia da UVA terão direito a 50% de desconto nos valores das taxas. Estudantes que possuem bolsa de estudos integral ou que ingressaram em universidade pelo sistema de cotas terão direito à gratuidade na inscrição.
As inscrições de trabalhos começam amanhã, dia 19 de maio, e seguem até o dia 30 de junho.
Atenção: As inscrições devem ser feitas somente pelo site do evento. Acesse: http://www.crprj.org.br/mostra/ e veja todas as informações!
Confira abaixo o cronograma das datas da 9ª Mostra e programe-se para participar!
Data do evento 30 e 31 de julho e 1º de agosto.
Inscrição de participação De 19 de maio a 27 de julho.
Inscrição de trabalhos De 19 de maio a 30 de junho.
Submissão de trabalhos De 25 de maio a 5 de julho.
Serviço:
9ª Mostra Regional de Práticas em Psicologia: Ressignificando práticas, compartilhando experiências e construindo redes!
Data: 30 de julho a 1º de agosto.
Local: Universidade Veiga de Almeida (UVA) campus Tijuca.
Endereço: Rua Ibituruna, nº 108 Tijuca (próximo à Praça da Bandeira e à estação de metrô São Cristóvão).
Inscrição de trabalhos: De 19 de maio a 30 de junho.
Contato: (21) 2139-5426 / 5427 / mostra@crprj.org.br
Inscrições e informações: http://www.crprj.org.br/mostra/
sábado, 16 de maio de 2015
Seminário Internacional “Teoria Social Cognitiva em Debate”.
O Seminário Internacional “Teoria Social Cognitiva em Debate” objetiva apresentar e analisar a produção do conhecimento no campo da Teoria Social Cognitiva (TSC) produzida por pesquisadores em diferentes áreas do conhecimento. O evento será realizado nos dias 29, 30 de junho e 01 de julho de 2015 na Faculdade de Educação da UNICAMP. Trata-se de um evento internacional, com a participação de pesquisadores do Brasil, Portugal, Chile e Estados Unidos, organizado pelo Núcleo de Estudos Avançados em Psicologia Cognitiva e Comportamental (NEAPSI/FE/UNICAMP), Grupo de Pesquisa Psicologia e Educação Superior (PES/FE/UNICAMP), Grupo de Pesquisa Docência, Formação de Professores e Práticas de Ensino (DOFPPEN/UNESP/RC) e Núcleo de Estudos e Pesquisa em Educação Física – Formação Profissional e Campo de Trabalho (NEPEF-FPCT/UNESP/RC).
O Seminário em questão destaca como tema geral os trabalhos fundamentados na Teoria Social Cognitiva de Albert Bandura, produzidos por pesquisadores, estudantes de pós-graduação e graduação. É esperado que o debate produzido a partir dos estudos apresentados favoreça a(o):
Avanço das pesquisas embasadas na TSC, em especial no cenário brasileiro;
Ampliação da colaboração entre pesquisadores e estudantes dos países participantes;
Criação de uma rede inter-institucional de colaboração para o estudo da TSC em diferentes contextos.
Núcleo de Estudos Avançados em Psicologia Cognitiva e Comportamental (NEAPSI/FE/UNICAMP)
Realização de pesquisas sobre temas plurais que evidenciem como ponto de partida a realização de estudos, tomando como referenciais teórico-metodológicos a Psicologia Cognitiva e a Psicologia Comportamental. Desenvolvimento de atividades de pesquisa cujo eixo de estruturação no que diz respeito à Psicologia Cognitiva, seja a discussão dos conceitos e de dados de pesquisa sobre crenças e autocrenças, sobre mecanismos de autorregulação do self e sobre as relações entre a Teoria Social - Cognitiva do Desenvolvimento e a Análise do Comportamento.
Grupo de Pesquisa Psicologia e Educação Superior (PES/FE/UNICAMP):
O PES é um espaço acadêmico-científico voltado à investigação, publicação e divulgação de questões e de conhecimentos relacionados à formação no ensino superior. Suas ações fundamentam-se nas contribuições da Psicologia Educacional.
Grupo de Pesquisa Docência, Formação de Professores e Práticas de Ensino (UNESP/RC):
O grupo dedica-se à produção e disseminação de conhecimentos sobre o lugar que, os professores e a cultura do magistério ocupam no campo educacional focalizando, sobretudo: processos de produção e de circulação de discursos educacionais, entre os quais aqueles relacionados ao movimento de desprofissionalização do magistério; saberes docentes; processos de aprendizagem e de socialização docente; a prática de ensino/estágio supervisionado na universidade e na escola, bem como na formação dos formadores de professores.
Núcleo de Estudos e Pesquisa em Educação Física – Formação Profissional e Campo de Trabalho (NEPEF-FPCT/UNESP/RC):
O núcleo objetiva a produção e a disseminação de conhecimentos interdisciplinares com enfoque sociocultural, histórico, curricular e metodológico no campo da Educação Física, especificamente: na constituição do "campo" Educação Física; na formação inicial e continuada; na relação Universidade - Mercado de Trabalho; no resgate da memória da cultura corporal brasileira e nas discussões relativas às políticas públicas no que diz respeito às propostas curriculares de Educação Física para a educação básica e ensino superior.
Coordenação:
Profa. Dra. Roberta Gurgel Azzi (FE/Unicamp)
-Prof. Dr. Roberto Tadeu Iaochite (DE/Unesp/RC)
-Profa. Dra. Soely Polydoro (FE/Unicamp).
Comissão Científica:
Profa. Dra. Roberta Gurgel Azzi (FE/Unicamp)
-Prof. Dr. Roberto Tadeu Iaochite (DE/Uneps/RC)
-Profa. Dra. Soely A. J. Polydoro (FE/Unicamp)
-Profa. Dra. Ana Paula Porto Noronha (Univerisdade São Franscico)
-Prof. Dr. Altemir José Gonçalves Barbosa (Universidade Federal de Juiz de Fora)
-Prof. Dr. José Aloyseo Bzuneck (Universidade Estadual de Londrina)
-Profa. Dra. Marcia Regina Ferreira de Brito Dias (FE/Unicamp)
Profa. Dra. Selma de Cássia Martinelli (FE/Unicamp)
-Profa. Dra. Luiza Cristina Maud Ferreira (Prefeitura Municipal de Itajubá)
-Profa. Dra. Daniela Guerreiro-Casanova (Universidade Nove de Julho)
Profa. Dra. Cacilda E.A. Alvarenga (Université de Provence Aix-Marseille)
-Profa. Dr. Marilda Aparecida Dantas (SAE/Unicamp).
Comissão Organizadora:
Profa. Dra. Roberta Gurgel Azzi (FE/Unicamp)
-Prof. Dr. Roberto Tadeu Iaochite ((DE/Unesp)
-Profa. Dra. Soely A. J. Polydoro (FE/Unicamp)
-Prof. Drndo. Roraima Alves da Costa Filho (Unesp/RC)
-Profa. Drnda. Adriane Martins Soares Pelissoni (FE-Unicamp)
-Profa. Drnda. Ana Paula Basqueira (FE-Unicamp)
-Prof. Drndo. Marcos de Toledo Benassi (FE-Unicamp)
-Graduanda Patrícia Pereira Vicentti (FE-Unicamp).
Localização:
Faculdade de Educação da Unicamp (FE/Unicamp)
Salão Nobre (1º andar/Bloco E)
Av. Bertrand Russell, 801
Cidade Universitária "Zeferino Vaz"
CEP: 13083-865
Campinas-SP
Saiba mais: https://www.fe.unicamp.br/teoriacognitiva/index.html
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Diploma Hebraico.
A todos Shalom de Jerusalém.
Durante os últimos 12 anos, a eTeacher deu mais de 10.000 diplomas para os seus formandos! Os alunos que aprendem com a eTeacher não se beneficiam apenas de uma experiência de ensino gratificante que os conecta com centenas de pessoas como eles ao redor do mundo, mas também recebem um diploma oficial.Aprenda Hebraico Bíblico Online.
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quinta-feira, 7 de maio de 2015
terça-feira, 5 de maio de 2015
I Seminário de Educação Ambiental do Parque Estadual da Pedra Selada.
No próximo dia 14 de maio, Resende receberá o I Seminário de Educação Ambiental do Parque Estadual da Pedra Selada, promovido pelo INEA - Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro, organizado pelo projeto EdUC - Educação Ambiental em Unidades de Conservação, que está contemplando o parque esse ano.
O evento será sediado na Associação Educacional Dom Bosco (AEDB) e apresentará iniciativas de Educação Ambiental (EA) em andamento na região, a fim de promover a troca de experiências entre comunidade local, estudantes, educadores e conselheiros do parque.
No dia de atividades terá uma mesa de abertura com especialistas no tema ambiental, seguida pela apresentação de projetos do Centro de Referência de EA de Resende (CREAR), da Câmara Técnica de EA do Parque Nacional de Itatiaia, do Parque Estadual da Pedra Selada (PEPS), do projeto EdUC e da AEDB.
Serão organizados também grupos de trabalho para a elaboração de cartas de estretégia de educação ambiental e uma plenária final.
A AEDB é membro do Conselho Consultivo do PEPS, e participa ativamente das discussões da Câmara Técnica de Educação Ambiental do Conselho. O projeto EdUC é coordenado pelo Instituto Estadual do Ambiente e executado pelo Instituto Moleque Mateiro de Educação Ambiental.
As inscrições serão realizadas durante o evento - Participe!
Mais informações no email: contato@molequemateiro.com.br / facebook: projetoeduc.
FONTE: Virgínia Calaes.
AEDB-Assessoria de Comunicação.
Gabriela Machado -
Comunicadora.
Instituto Moleque Mateiro de educação ambiental. www.molequemateiro.com.br
sábado, 2 de maio de 2015
VII Simpósio sobre Formação de Professores – SIMFOP.
Tubarão, de 10 a 12 de junho de 2015.
Tema: Plano Nacional de Educação: Proposições e Desafios.
Apresentação:
O Programa de Pós Graduação em Educação (PPGE), o Programa de Pós Graduação em Ciências da Linguagem (PPGCL) e os Cursos de Licenciatura da Universidade do Sul de Santa Catarina tem a satisfação de tornar pública a realização do VII Simpósio sobre Formação de Professores – SIMFOP. O evento tem como finalidade a divulgação científica e a socialização de experiências pedagógicas, assim como a articulação entre a universidade e as escolas de educação básica.
A realização do VII SIMFOP com a temática “Plano Nacional de Educação: proposições e desafios" representa para a Unisul, de modo geral, e para os cursos de Graduação e de Pós Graduação Stricto Sensu de modo especial, um momento de reafirmação do seu compromisso com uma educação de qualidade social, em especial, com o processo de formação inicial e continuada dos profissionais da educação.
O evento será realizado de 10 a 12 de junho de 2015 no Campus Sede da Unisul, em Tubarão, SC e organizado em grupos temáticos definidos a partir das metas do PNE/2014-2024 (Lei n. 13.005\2014).
Entre os Grupos de Trabalhos que farão parte do evento está o GT: ESTUDOS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA ESCOLAR COM UNDAMENTOS NA TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL,
com a programação e participantes a seguir:
COORDENADORES:
Profª Drª Josélia Euzébio da Rosa (UNISUL)
Prof. Dr. Ademir Damazio (UNESC)
Prof. Dr. Manoel Oriosvaldo de Moura (USP).
EQUIPE DE APOIO:
Pesquisadores do TEDMAT (Teoria do Ensino Desenvolvimental na Educação Matemática - UNISUL) e GPEMAHC (Grupo de Pesquisa em Educação Matemática: uma Abordagem Histórico-Cultural - UNESC).
.
Estão abertas as inscrições para submissão de trabalhos no GT Estudos em Educação Matemática Escolar com fundamentos na Teoria Histórico – Cultural , do VII SIMFOP–
UNISUL, Tubarão, SC.
O GT está vinculado a Meta sete do Plano nacional de Educação (Fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem...).
.
Serão acolhidos nesse GT trabalhos acadêmicos desenvolvidos por pesquisadores de grupos que constituem o GEPAPe (Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Atividade Pedagógica–USP) e demais grupos que tenham como fundamento teórico-metodológico de pesquisa a Teoria Histórico Cultural.
O prazo máximo para a submissão no GT é dia 15 de maio de 2015. Os trabalhos podem
ser enviados nas opções ‘texto completo” ou “resumo expandido”.
PROFESSORES PARTICIPANTES:
Profª. Drª. Josélia Euzébio da Rosa (UNISUL);
Prof. Dr. Ademir Damazio (UNESC);
Prof. Dr. Manoel Oriosvaldo de Moura (USP);.
Profª Drª Silvia Pereira Gonzaga de Moraes (UEM);
Profª Drª Vanessa Dias Moretti (UNIFESP);
A programação geral do evento inclui:
conferências de abertura e encerramento;
palestras;
comunicações orais;
mesas-redondas;
minicursos;
pôsteres.
Coordenação Geral VII Simpósio sobre Formação de Professores – SIMFOP.:
Profa. Dra. Andréia da Silva Dalté (UNISUL).
Prof. Dr. Fábio José Rauen (UNISUL).
Profa. Dra. Leonete Luzia Schmitd (UNISUL).
Comissão Organizadora:
Profa. Me. Adriana Mendonça Destro (UNISUL).
Profa. Dra. Andréia da Silva Daltoé (UNISUL).
Profa. Me. Clésia da Silva Mendes Zapelini (UNISUL).
Profa. Dra. Leonete Luzia Schmitd (UNISUL).
Profa. Dra. Maria da Graça Nóbrega Bollmann (UNISUL).
Profa. Me. Maria Sirlene Pereira Schlickmann (UNISUL).
Profa. Me. Mariléia Mendes Goulart (UNISUL).
Profa. Me. Nádia Maria Soares Sandrini (UNISUL).
Profa. Dra. Tânia Mara Cruz (UNISUL).
Comissão Científica:
Profa. Dra. Araci Hack Catapan (UFSC);
Profa. Dra. Alessandra Soares Brandão (UNISUL);
Profa. Dra. Andréia da Silva Daltoé (UNISUL);
Prof. Dr. Antônio Carlos Gonçalves dos Santos (UNISUL);
Prof. Dr. Ceuli Mariano Jorge (UFPR);
Prof. Dr. Cláudio José Oliveira (UNISC);
Prof. Dr. Clóvis Nicanor Kassick (UNISUL);
Profa. Dra. Deisi Scunderlick Eloy de Farias (UNISUL);
Profa. Dra. Dilma Beatriz Rocha Juliano (UNISUL);
Prof. Dr. Fábio José Rauen (UNISUL);
Profa. Dra. Flávia Anastácio de Paula (UNIOESTE);
Prof. Dr. Gilvan Luiz Machado Costa (UNISUL);
Profa. Dra. Giovanna Gertrudes Benedetto Flores (UNISUL);
Profa. Dra. Heloisa Juncklaus Preis Morais (UNISUL);
Prof. Dr. Jorge Campos da Costa (PUC/RS);
Profa. Dra. Josélia Euzébio da Rosa (UNISUL);
Profa. Dra. Jussara Bittencourt de Sá (UNISUL);
Profa. Dra. Leonete Luzia Schmidt (UNISUL);
Profa. Dra. Letícia Carneiro Aguiar (UNISUL);
Profa. Dra. Manoel Oriosvaldo de Moura (USP);
Profa. Dra. Márcia Buss Simão (UNISUL);
Profa. Dra. Maria Isabel Rodrigues Orofino (ESPM);
Profa. Dra. Márcia Fernandes Rosa Neu (UNISUL);
Profa. Dra. Mareli Eliane Graupe (UNIPLAC);
Profa. Dra. Maria da Graça Nóbrega Bollmann (UNISUL);
Profa. Dra. Maria Marta Furlanetto (UNISUL);
Prof. Dr. Mauricio Eugênio Maliska (UNISUL);
Profa. Dra. Nádia Régia Maffi Neckel (UNISUL);
Profa. Dra. Nadja de Carvalho Lamas (UNIVILLE);
Profa. Dra. Nelita Bortolotto (UFSC);
Prof. Dr. Paulo DeBlasis (USP);
Profa. Dra. Ramayana Lira de Sousa (UNISUL);
Profa. Dra. Raquel Ribeiro Moreira (UFRGS);
Profa. Dra. Rosana Mara Koernere (UNIVILLE);
Profa. Dra. Roseli Nazario (FURB);
Prof. Dr. Sandro Braga (UFSC);
Profa. Dra. Silvânia Siebert (UNISUL);
Profa. Dra. Silvia Pereira Gonzaga de Moraes (UEM);
Profa. Dra. Solange Leda Gallo (UNISUL);
Profa. Dra. Tânia Mara Cruz (UNISUL);
Profa. Dra. Vanessa Dias Moretti (UNIFESP).
Secretaria do Evento
Camila Borges dos Anjos (UNISUL);
Daniela Leandro Eufrásio (UNISUL);
Patrícia de Souza de Amorim Silveira (UNISUL);
Sabrina Corrêa Barcelos (UNISUL).
Maiores informações: E-mail: simfop@unisul.br -
http://linguagem.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/eventos/simfop/sfp_2015.htm
terça-feira, 21 de abril de 2015
IV Simpósio Iberoamericano: História, Educação, Patrimônio Educativo.
APRESENTAÇÃO:
O IV Simpósio Iberoamericano: História, Educação, Patrimônio Educativo será realizado de 01 a 04 de setembro de 2015, com lançamento em Campinas em 01 de setembro de 2015. Em São Paulo, no Centro Paula Souza, de 02 a 04 setembro de 2015. Contará com a participação da Universidade Autónoma do Estado de Morelos, México, e do Programa Huellas de la Escuela, Buenos Aires, Argentina, organizadores dos II e III Simpósios respectivamente, uma vez que o I ocorreu na Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas. Estará presente a Universidade do País Vasco (Euskal Herriko Unibertsitatea), na qual se organizará o V Simpósio Iberoamericano: História, Educação, Patrimônio Educativo, em 2016, conjuntamente com as VII Jornadas da SEPHE, Sociedad Española para el Estudio del Patrimonio Histórico Educativo, no Palacio de Miramar, em San Sebastián, Espanha. O IV Simpósio busca, como os seus antecessores, congregar investigadores da Rede Iberoamericano para a Investigação e a Difusão do Patrimônio Histórico Educativo – RIDPHE. Dessa forma a coordenação geral, em nível iberoamericano, estará representada pela RIDPHE, moderada pela Profa. Dra. Maria Cristina Menezes CIVILIS/FE/ UNICAMP e, a coordenação local, a cargo do Grupo de Estudos e Pesquisas em Memórias e História da Educação Profissional - GEPEMHEP, na Unidade de Ensino Médio e Técnico (Cetec) do Centro Paula Souza, coordenado pela Profa. Dra. Maria Lucia Mendes de Carvalho. Em breve, o Programa Completo e demais informes do IV Simpósio Iberoamericano: História, Educação, Patrimônio Educativoserão divulgados através deste site oficial do evento.
EIXOS TEMÁTICOS:
Eixo 1 - Investigação e difusão de arquivos escolares e de arquivos pessoais na história da educação;
Eixo 2 - Produção de inventários e guias de documentação escolar como dispositivo de proteção e difusão do patrimônio histórico educativo;
Eixo 3 - Organização dos manuais escolares para fins didáticos e de investigação;
Eixo 4 - Espaços museais presenciais e virtuais na educação e as contribuições da história oral para o patrimônio histórico educativo;
Eixo 5 - Políticas públicas de proteção à preservação e à difusão do patrimônio histórico educativo.
Normas e procedimentos para envio de trabalhos
Os trabalhos para o IV Simpósio Iberoamericano: História, Educação, Patrimônio Educativo serão aceitos para apresentação, se encaminhados pelos pesquisadores vinculados à Rede Iberoamericano para a Investigação e a Difusão do Patrimônio Histórico Educativo – RIDPHE, e desde que propostos dentro dos eixos temáticos:
Eixo 1 - Investigação e difusão de arquivos escolares e de arquivos pessoais na história da educação;
Eixo 2 - Produção de inventários e guias de documentação escolar como dispositivo de proteção e difusão do patrimônio histórico educativo;
Eixo 3 - Organização dos manuais escolares para fins didáticos e de investigação;
Eixo 4 - Espaços museais presenciais e virtuais na educação e as contribuições da história oral para o patrimônio histórico educativo;
Eixo 5 - Políticas públicas de proteção à preservação e à difusão do patrimônio histórico educativo.
Normas Gerais:
A Comissão de Organização receberá para avaliação os resumos dos trabalhos das apresentações para o IV Simpósio Iberoamericano: História, Educação, Patrimônio Educativo pelo site do evento www.cpscetec.com.br/memorias/patrimonioeducativo2015.
O pesquisador encaminhará pelo site o resumo do seu trabalho, e após o aceite do trabalho, o texto completo da apresentação oral:
www.cpscetec.com.br/memorias/patrimonioeducativo2015.
Para dirimir dúvidas pelo e-mail gepemhepcentropaulasouza@hotmail.com
A confirmação de aceite do trabalho para a apresentação oral será encaminhada por e-mail, para o endereço eletrônico do(s) autor(es) no resumo.
Orientações para o envio dos resumos (especificações):
500 a 700 palavras; mínimo de três e no máximo cinco palavras-chave, título da apresentação em letras maiúsculas, centralizado e em negrito, seguido do(s) nome(s) completo(s) do(s) autor(es) e identificação institucional (Universidade ou instituição de ensino e/ou investigação) logo abaixo do nome da instituição, e-mail(s) do(s) autor(es), alinhados à direita; indicar o eixo temático em seguida. O texto deve ser apresentado em formato Word, tamanho A4, em fonte Times New Roman; tamanho de letra 12, espaçamento entrelinhas 1,5, margens 3 cm (superior e esquerda), 2 cm (inferior e direita), sem parágrafo, texto justificado, sem bibliografia; sem notas; sem figuras (apenas texto); título em letras maiúsculas e em negrito.
Orientações para o envio dos textos completos (especificações):
Com mínimo de 4000 e no máximo 5000 palavras, configurado em papel A4; em formato Word for Windows; fonte Times New Roman; Tamanho da letra 12; entrelinhas 1,5; texto justificado; margens 3 cm (superior e esquerda), 2 cm (inferior e direita); no cabeçalho IV Simpósio Iberoamericano: História, Educação, Patrimônio Educativo; na primeira página o título em letras maiúsculas, em negrito e centralizado; abaixo do título o nome do(s) autor(es) com identificação das instituições de origem, e e-mail do(s) autor(es); indicar o eixo temático no corpo do texto e finalmente, deve constar do texto do trabalho completo: com notas, referências bibliográficas e imagens/ legendas.
O conteúdo do texto deverá apresentar os objetivos da pesquisa, a metodologia do trabalho, as fontes e a problemática devidamente desenvolvida, assim como as considerações finais e a bibliografia.
Nas referências bibliográficas, o(s) autor(es) devem observar as normas ABNT em vigor, de acordo com as seguintes indicações:
Livro: SOBRENOME, PRENOME abreviado. Título: subtítulo (se houver). Edição (se houver). Local de publicação: Editora, data de publicação da obra. Nº de páginas ou volume. (Coleção ou série)
Capítulo de livro: SOBRENOME, PRENOME abreviado do autor do capítulo. Título: subtítulo (se houver) do capítulo. In: AUTOR DO LIVRO (tipo de participação do autor na obra, Org(s), Ed(s) etc. se houver). Título do livro: subtítulo do livro (se houver). Local de publicação: Editora, data de publicação, paginação referente ao capítulo.
Artigo de periódico: SOBRENOME, PRENOME abreviado. Título: subtítulo (se houver). Nome do periódico, local de publicação, volume, número ou fascículo, paginação, data de publicação do periódico.
Trabalho publicado em Anais de Congresso: SOBRENOME, PRENOME abreviado. Título: subtítulo (se houver) In: NOME DO EVENTO, número, ano. Local de realização do evento. Anais... Local de publicação dos resumos: Editora, ano. Paginação.
Lembrar que no caso de trabalho com imagens o arquivo eletrônico não deve ultrapassar 1MB.
DATAS IMPORTANTES:
Envio dos resumos: até 30 de abril de 2015.
Divulgação dos aceites: a partir de 30 de maio de 2015.
Envio dos trabalhos completos: até 30 de junho de 2015.
Realização do evento: 1 a 4 de setembro de 2015.
Organizadores:
Maria Cristina Menezes – CIVILIS/Moderada RIDPHE/FE/UNICAMP.
Maria Lucia Mendes de Carvalho – GEPEMHEP/Cetec/CEETEPS.
COMISSÕES:
ORGANIZAÇÃO GERAL:
Maria Cristina Menezes – CIVILIS/Moderadora RIDPHE/FE/UNICAMP.
ORGANIZAÇÃO LOCAL:
Maria Lucia Mendes de Carvalho – GEPEMHEP/Cetec/CEETEPS.
COMITÊ CIENTÍFICO:
Agustín Escolano – CEINCE/Berlanga de Duero/Espanha
António Gomes Ferreira – UC/Coimbra/ Portugal
Carlos Martinez Valle – UC/Madri/Espanha
Carmen Sylvia Vidigal Moraes – USP/São Paulo/ Brasil
Lucia Martinez Moctezuma – UAM/Morelos/ México
Luís Alberto Marques Alves – UP/Porto/Portugal
Luis María Naya - UPV/ San Sebastián/Espanha
Marcela Pelanda – Huellas de la Escuela/Buenos Aires/Argentina
María Cristina Linares – UNL/Museo de las Escuelas/ Argentina
Maria João Morgado – UL/Lisboa/Portugal
Maria Teresa Santos Cunha – UDESC/Florianópolis/Brasil
María Jose Vial – UC/Santiago/Chile
Pablo Álvarez Domínguez – US/Sevilla/ Espanha
Pauli Dávila – UPV/ San Sebastián/Espanha
Rodrigo Esteban Sandoval – UC/Santiago/Chile
Rosa Fátima de Souza Chaloba – UNESP/Marília/Brasil
Siddharta A. Camargo Arteaga – UPN/México
Silvia Alicia Martinez – UENF/Rio de Janeiro/Brasil
Tereza Rabazas Romero – UC/Madrid/Espanha.
COMITÊ DE TRABALHO:
Bruna Fiori – Cetec/CEETEPS
Julia Naomi Kanazawa – GEPEMHEP/Etec Cônego José Bento/CEETEPS
Shirley Afonso da Rocha – GEPEMHEP/Cetec/CEETEPS
Vera Vicchiarelli - GEPEMHEP/Cetec/CEETEPS
Yara Denadai – Cetec/CEETEPS
Suely Ramos – EFAP/SEESP
Cássia Kirchner – CIVILIS/FE/UNICAMP
Christine Müller – CIVILIS/FE/UNICAMP
Gislaine Azevedo Cruz – CIVILIS/FE/UNICAMP
Dulcinéia Ribeiro – CIVILIS/FE/UNICAMP
Silvia Cason – CIVILIS/FE/UNICAMP
Matheus Paschoal – CIVILIS/FE/UNICAMP
Giovana Darbello Ruffi – CIVILIS/FE/UNICAMP
Arminda Maria Prado – CIVILIS/FE/UNICAMP
Sandra Busnardo – CIVILIS/FE/UNICAMP
Maria de Lourdes Pinheiro - CIVILIS/FE/UNICAMP.
COMITÊ DE PUBLICAÇÔES:
Maria Cristina Menezes – CIVILIS/Moderadora RIDPHE/FE/UNICAMP.
Maria Lucia Mendes de Carvalho – GEPEMHEP/Cetec/CEETEPS.
APOIO ADMINISTRATIVO:
Waléria de Fátima Coneza/Cetec/CEETEPS.
Cynara Guimarães Buccolo/Cetec/CEETEPS.
Mário Matayoshi/Cetec/CEETEPS.
APOIO TÉCNICO:
Felipe Ramos – Site/Inscrições Online/Cetec/CEETEPS.
Diego Pereira dos Santos – Design gráfico/Cetec/CEETEPS.
ESTAGIÁRIOS DE APOIO:
Bruna Fiori – Coordenadora do Eixo de Turismo, Hospitalidade e Lazer/Cetec/CEETEPS Capacitações).
informações: http://www.cpscetec.com.br/memorias/patrimonioeducativo2015/index.html
terça-feira, 14 de abril de 2015
Revista Acadêmica Online
A Revista Acadêmica On-line, editada pela SMC Comunicação Humana - Divulga Escritor, é um veículo de comunicação direcionado a divulgar textos literários e acadêmicos, filosóficos, artísticos e de atividades profissionais, de amplo interesse, com a finalidade de Interligar os povos e compartilhar seus saberes, mantendo contato e intercâmbio com centros de pesquisa, nacionais e estrangeiros.
Público-alvo:
Pesquisadores independentes, professores, graduandos, mestrandos, doutorandos, profissionais liberais (áreas de Administração, Economia, Direito, Educação, etc), que pretendam divulgar seus artigos, periódicos, estudos de casos e textos de reflexão teórica-conceitual. Demais estudiosos e profissionais não abrangidos pela descrição básica, poderão ser admitidos, mediante parecer da Administração Editorial da Revista Acadêmica Online.
Missão da Revista Acadêmica Online:
A Revista Acadêmica Online é uma revista científica que tem como missão contribuir para o entendimento aprofundado dos saberes humanos lato sensu, mediante a divulgação de trabalhos de pesquisa, análises teóricas, documentos, notas e resenhas bibliográficas que possam subsidiar as atividades científicas - teórica e prática - em organizações públicas e privadas.
Corpo Editorial:
Editores:
Giuliano de Méroe e Shirley M. Cavalcante.
Coordenador Administrativo:
Giuliano de Méroe
Marketing / Comercial
Shirley M. Cavalcante
Designer de artes gráficas
José Sepúlveda
Conselheiro Juridico
Dr. Mário de Méroe
Contato:
(editorial@revistaacademicaonline.com).
Objetivos:
A Revista Acadêmica Online propõe-se a publicar artigos científicos de pesquisadores – professores ou alunos – brasileiros, servindo como um espaço para comunicação de ideias entre os grupos de estudiosos e seus respectivos campos. Dispõe-se, também, a publicar resenhas e monografias, dissertações, teses e ensaios teóricos.
Categorias de Trabalhos:
Artigo Original: relato de investigação concluída, visando atender aos princípios de objetividade e clareza da questão norteadora.
Revisão de Literatura: avaliação crítica sistematizada da literatura ou reflexão acerca dos principais fatos e ideias publicados sobre um determinado tema, devendo conter procedimento e conclusões.
Relato de Experiências Educacionais: descrição de experiências acadêmicas, assistenciais e de extensão.
Ensaio Teórico: interpretação original de um tema que contribua criticamente para o aprofundamento do conhecimento na educação.
Notas de Pesquisa e Comunicações: descrição de experiências relativas ao campo temático da revista, com o intuito de fomentar a troca de informações e fornecer material para futuras análises de caráter mais abrangente.
Resenha de Livro: resenha de livro e/ou crítica relacionada ao campo de confluência da revista. As resenhas devem apresentar, no início, a referência completa da obra analisada. Solicitamos aos resenhistas que enviem uma carta à editora e outra ao autor do livro comunicando a resenha e o endereço da revista digital, e enviem para o editor da e-curriculum uma cópia das cartas.
Entrevistas: sempre que sejam na área da educação e nunca tenham sido publicadas em outros periódicos ou meios de comunicação e informação . (curriculos para ser entrevistador da Revista Acadêmica Online, devem ser encaminhados, com antecedência, para análise do editorial)
Resumos de Teses, Dissertações e Monografia: Os resumos de teses, dissertações e monografias relacionadas ao campo de confluência da revista.
Memória e documentos atuais e históricos: com o objetivo de preservar ou resgatar a memória da educação.
Leia mais: http://www.revistaacademicaonline.com/categorias-de-trabalhos/ . Sobre as modalidades de trabalho:
Categorias de Trabalhos:
Artigo Original: relato de investigação concluída, visando atender aos princípios de objetividade e clareza da questão norteadora.
Revisão de Literatura: avaliação crítica sistematizada da literatura ou reflexão acerca dos principais fatos e ideias publicados sobre um determinado tema, devendo conter procedimento e conclusões.
Relato de Experiências Educacionais: descrição de experiências acadêmicas, assistenciais e de extensão.
Ensaio Teórico: interpretação original de um tema que contribua criticamente para o aprofundamento do conhecimento na educação.
Notas de Pesquisa e Comunicações: descrição de experiências relativas ao campo temático da revista, com o intuito de fomentar a troca de informações e fornecer material para futuras análises de caráter mais abrangente.
Resenha de Livro: resenha de livro e/ou crítica relacionada ao campo de confluência da revista. As resenhas devem apresentar, no início, a referência completa da obra analisada. Solicitamos aos resenhistas que enviem uma carta à editora e outra ao autor do livro comunicando a resenha e o endereço da revista digital, e enviem para o editor da e-curriculum uma cópia das cartas.
Entrevistas: sempre que sejam na área da educação e nunca tenham sido publicadas em outros periódicos ou meios de comunicação e informação . (curriculos para ser entrevistador da Revista Acadêmica Online, devem ser encaminhados, com antecedência, para análise do editorial)
Resumos de Teses, Dissertações e Monografia: Os resumos de teses, dissertações e monografias relacionadas ao campo de confluência da revista.
Memória e documentos atuais e históricos: com o objetivo de preservar ou resgatar a memória da educação.
Leia mais: http://www.revistaacademicaonline.com/categorias-de-trabalhos/
Outras informações em
http://www.revistaacademicaonline.com/
terça-feira, 31 de março de 2015
VII Simpósio sobre Formação de Professores – SIMFOP.
Tubarão, de 10 a 12 de junho de 2015.
Tema: Plano Nacional de Educação: Proposições e Desafios.
Apresentação:
O Programa de Pós Graduação em Educação (PPGE), o Programa de Pós Graduação em Ciências da Linguagem (PPGCL) e os Cursos de Licenciatura da Universidade do Sul de Santa Catarina tem a satisfação de tornar pública a realização do VII Simpósio sobre Formação de Professores – SIMFOP. O evento tem como finalidade a divulgação científica e a socialização de experiências pedagógicas, assim como a articulação entre a universidade e as escolas de educação básica.
A realização do VII SIMFOP com a temática “Plano Nacional de Educação: proposições e desafios" representa para a Unisul, de modo geral, e para os cursos de Graduação e de Pós Graduação Stricto Sensu de modo especial, um momento de reafirmação do seu compromisso com uma educação de qualidade social, em especial, com o processo de formação inicial e continuada dos profissionais da educação.
O evento será realizado de 10 a 12 de junho de 2015 no Campus Sede da Unisul, em Tubarão, SC e organizado em grupos temáticos definidos a partir das metas do PNE/2014-2024 (Lei n. 13.005\2014).
Entre os Grupos de Trabalhos que farão parte do evento está o GT: ESTUDOS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA ESCOLAR COM UNDAMENTOS NA TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL,
com a programação e participantes a seguir:
COORDENADORES:
Profª Drª Josélia Euzébio da Rosa (UNISUL)
Prof. Dr. Ademir Damazio (UNESC)
Prof. Dr. Manoel Oriosvaldo de Moura (USP).
EQUIPE DE APOIO:
Pesquisadores do TEDMAT (Teoria do Ensino Desenvolvimental na Educação Matemática - UNISUL) e GPEMAHC (Grupo de Pesquisa em Educação Matemática: uma Abordagem Histórico-Cultural - UNESC).
.
Estão abertas as inscrições para submissão de trabalhos no GT Estudos em Educação Matemática Escolar com fundamentos na Teoria Histórico – Cultural , do VII SIMFOP–
UNISUL, Tubarão, SC.
O GT está vinculado a Meta sete do Plano nacional de Educação (Fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem...).
.
Serão acolhidos nesse GT trabalhos acadêmicos desenvolvidos por pesquisadores de grupos que constituem o GEPAPe (Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Atividade Pedagógica–USP) e demais grupos que tenham como fundamento teórico-metodológico de pesquisa a Teoria Histórico Cultural.
O prazo máximo para a submissão no GT é dia 15 de maio de 2015. Os trabalhos podem
ser enviados nas opções ‘texto completo” ou “resumo expandido”.
PROFESSORES PARTICIPANTES:
Profª. Drª. Josélia Euzébio da Rosa (UNISUL);
Prof. Dr. Ademir Damazio (UNESC);
Prof. Dr. Manoel Oriosvaldo de Moura (USP);.
Profª Drª Silvia Pereira Gonzaga de Moraes (UEM);
Profª Drª Vanessa Dias Moretti (UNIFESP);
A programação geral do evento inclui:
conferências de abertura e encerramento;
palestras;
comunicações orais;
mesas-redondas;
minicursos;
pôsteres.
Coordenação Geral VII Simpósio sobre Formação de Professores – SIMFOP.:
Profa. Dra. Andréia da Silva Dalté (UNISUL).
Prof. Dr. Fábio José Rauen (UNISUL).
Profa. Dra. Leonete Luzia Schmitd (UNISUL).
Comissão Organizadora:
Profa. Me. Adriana Mendonça Destro (UNISUL).
Profa. Dra. Andréia da Silva Daltoé (UNISUL).
Profa. Me. Clésia da Silva Mendes Zapelini (UNISUL).
Profa. Dra. Leonete Luzia Schmitd (UNISUL).
Profa. Dra. Maria da Graça Nóbrega Bollmann (UNISUL).
Profa. Me. Maria Sirlene Pereira Schlickmann (UNISUL).
Profa. Me. Mariléia Mendes Goulart (UNISUL).
Profa. Me. Nádia Maria Soares Sandrini (UNISUL).
Profa. Dra. Tânia Mara Cruz (UNISUL).
Comissão Científica:
Profa. Dra. Araci Hack Catapan (UFSC);
Profa. Dra. Alessandra Soares Brandão (UNISUL);
Profa. Dra. Andréia da Silva Daltoé (UNISUL);
Prof. Dr. Antônio Carlos Gonçalves dos Santos (UNISUL);
Prof. Dr. Ceuli Mariano Jorge (UFPR);
Prof. Dr. Cláudio José Oliveira (UNISC);
Prof. Dr. Clóvis Nicanor Kassick (UNISUL);
Profa. Dra. Deisi Scunderlick Eloy de Farias (UNISUL);
Profa. Dra. Dilma Beatriz Rocha Juliano (UNISUL);
Prof. Dr. Fábio José Rauen (UNISUL);
Profa. Dra. Flávia Anastácio de Paula (UNIOESTE);
Prof. Dr. Gilvan Luiz Machado Costa (UNISUL);
Profa. Dra. Giovanna Gertrudes Benedetto Flores (UNISUL);
Profa. Dra. Heloisa Juncklaus Preis Morais (UNISUL);
Prof. Dr. Jorge Campos da Costa (PUC/RS);
Profa. Dra. Josélia Euzébio da Rosa (UNISUL);
Profa. Dra. Jussara Bittencourt de Sá (UNISUL);
Profa. Dra. Leonete Luzia Schmidt (UNISUL);
Profa. Dra. Letícia Carneiro Aguiar (UNISUL);
Profa. Dra. Manoel Oriosvaldo de Moura (USP);
Profa. Dra. Márcia Buss Simão (UNISUL);
Profa. Dra. Maria Isabel Rodrigues Orofino (ESPM);
Profa. Dra. Márcia Fernandes Rosa Neu (UNISUL);
Profa. Dra. Mareli Eliane Graupe (UNIPLAC);
Profa. Dra. Maria da Graça Nóbrega Bollmann (UNISUL);
Profa. Dra. Maria Marta Furlanetto (UNISUL);
Prof. Dr. Mauricio Eugênio Maliska (UNISUL);
Profa. Dra. Nádia Régia Maffi Neckel (UNISUL);
Profa. Dra. Nadja de Carvalho Lamas (UNIVILLE);
Profa. Dra. Nelita Bortolotto (UFSC);
Prof. Dr. Paulo DeBlasis (USP);
Profa. Dra. Ramayana Lira de Sousa (UNISUL);
Profa. Dra. Raquel Ribeiro Moreira (UFRGS);
Profa. Dra. Rosana Mara Koernere (UNIVILLE);
Profa. Dra. Roseli Nazario (FURB);
Prof. Dr. Sandro Braga (UFSC);
Profa. Dra. Silvânia Siebert (UNISUL);
Profa. Dra. Silvia Pereira Gonzaga de Moraes (UEM);
Profa. Dra. Solange Leda Gallo (UNISUL);
Profa. Dra. Tânia Mara Cruz (UNISUL);
Profa. Dra. Vanessa Dias Moretti (UNIFESP).
Secretaria do Evento
Camila Borges dos Anjos (UNISUL);
Daniela Leandro Eufrásio (UNISUL);
Patrícia de Souza de Amorim Silveira (UNISUL);
Sabrina Corrêa Barcelos (UNISUL).
Maiores informações: E-mail: simfop@unisul.br -
http://linguagem.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/eventos/simfop/sfp_2015.htm
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