quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
4º Congresso Ibero-Americano em Investigação Qualitativa e ao 6º Simpósio Internacional de Comunicação e Educação
A Comissão Organizadora do CIAIQ2015 convida a comunidade a submeter propostas ao 4º Congresso Ibero-Americano em Investigação Qualitativa e ao 6º Simpósio Internacional de Comunicação e Educação, a realizar em Aracaju (Brasil), nas instalações da Universidade Tiradentes, nos dias 5, 6 e 7 de agosto de 2015. Os autores poderão submeter propostas de apresentação de trabalhos que se enquadrem nos objetivos e nas temáticas do Congresso, nomeadamente artigos científicos originais abordando revisões do estado da arte e novas perspetivas de investigação, soluções e/ou aplicações para problemas reais, trabalhos empíricos e/ou de avaliação, entre outros.
Temáticas:
Campos de Aplicação CIAIQ2015:
Podem ser submetidos trabalhos cujo os Campos de Aplicação abranjam as seguintes áreas:
Investigação Qualitativa na Saúde (ênfase nos processos de investigação nas áreas de Medicina, Enfermagem, Geriatria, Gerontologia, Psicologia, etc.).
Investigação Qualitativa na Educação (ênfase nos processos de Investigação nas diversas áreas do Ensino Superior, Ensino básico, Avaliação, Currículo, Didáticas, Ensino de Ciências, Línguas, História, Tecnologia, etc.).
Investigação Qualitativa nas Ciências Sociais (ênfase nos processos de Investigação nas áreas da Comunicação, Artes, Linguística, Sociologia, Antropologia, Administração, Marketing, Gestão e Economia, etc.).
Investigação Qualitativa na Engenharia e Tecnologia (ênfase nas metodologias de suporte baseadas em computador e no software para investigação qualitativa e na investigação qualitativa nas áreas da Engenharia e Tecnologia, Sistemas de Informação e Educação em Engenharia).
Temáticas CIAIQ2015:
A) Fundamentos:
Fundamentação e Paradigmas de Investigação Qualitativa (estudos teóricos, reflexão crítica sobres as dimensões epistemológicas, ontológicas e axiológicas).
Sistematização de estudos com Abordagens Qualitativas (revisão da literatura, integração de resultados, agregação de estudos, meta-análise, meta-análise qualitativa, meta-síntese, meta-etnografia).
Investigação Qualitativa e Métodos Mistos (ênfase em processos de investigação que se apoiem em metodologias mistas mas com prioridade às abordagens qualitativas).
B) Operacionalização:
Tipologias de Análise de Dados (análise de conteúdo, análise do discurso, análise temática, análise de narrativas, etc.)
Processos inovadores de Análise Qualitativa de Dados (desenho de análise, articulação e triangulação de diversos fontes de dados – imagens, áudios, vídeos).
Investigação Qualitativa em Contexto Web (eResearch, etnografia virtual, análise de interações, corpus latent na internet, etc.)
Análise Qualitativa com Apoio de Software Específico (estudos de usabilidade, user experience, impacto do software na qualidade de investigação e da análise).
Temáticas SIMEDUC:
Proposições e experiências de docência, uso e gestão na escola (ênfase na apresentação de estudos e pesquisas sobre a formação de professores e a sua gestão com as TIC).
Resultados de estudos e pesquisas (sobre as mídias e tecnologias digitais na aprendizagem).
Comissão Coordenadora:
António Pedro Costa, ISLA e Universidade de Aveiro (Coordenador);
António Moreira, Universidade de Aveiro;
Emiko Yoshikawa Egry, Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo;
Francislê Neri de Souza, Universidade de Aveiro;
Luís Paulo Reis, Universidade do Minho;
Ricardo Luengo, Universidade da Extremadura;
Ronaldo Linhares, Universidade Tiradentes.
Comissão Organizadora:
Ronaldo Linhares (coordenador);
António Pedro Costa (coordenador);
Francislê Neri de Souza;
Luís Paulo Reis.
Comissão Organizadora – Saúde:
Dayse Neri de Souza, Universidade de Aveiro – Portugal;
Ellen Synthia Fernandes de Oliveira, Universidade Federal de Goiás – Brasil;
Marília Rua, Universidade de Aveiro – Portugal.
Comissão Organizadora – Educação:
Paulo Castro, Universidade Federal de Goiás – Brasil;
Sannya Rodrigues, Universidade Estadual do Maranhão – Brasil;
Sónia Pais, Instituto Politécnico de Leiria – Portugal.
Comissão Organizadora - Ciências Sociais:
Cristiane Porto, Universidade Tiradentes – Brasil;
Simone Tuzzo, Universidade Federal de Goiás – Brasil.
Comissão Organizadora – Engenharia e Tecnologia:
José Luís Carvalho, Universidade da Extremadura – Espanha;
Pedro Valente, Instituto Superior de Paços de Brandão – Portugal.
Comissão Científica do CIAIQ2015:
Comissão Científica – Saúde.
Alberto Reis, Universidade de São Paulo – Brasil;
Alcione Silva, Universidade de Aveiro – Portugal;
Alexander Clark, Universidade de Alberta – Canadá;
Alia I. Pérez-Wehbe, Universidade da Laguna – Espanha;
Amélia Augusto, Universidade da Beira Interior – Portugal;
Ana Cristina de Souza Mandarino, Universidade Estadual de Santa Cruz – Brasil;
Ana Garrett, Instituto Universitário de Lisboa – Portugal;
Ana Paula Beja Horta, CEMRI da Universidade Aberta – Portugal;
Ana Pichelli, Universidade Federal da Paraíba João Pessoa – Brasil;
Ana Romão, Associação Portuguesa de Sociologia – Portugal;
Ana Valéria M. Mendonça, Universidade de Brasília – Brasil;
Anabela Pereira, Universidade de Aveiro – Portugal;
Andrea Bernardes, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo – Brasil;
Andrea Torréns, Pontificia Universidade Católica de Chile – Chile;
Anete Francisco, Faculdade de Medicina de Marília – Brasil;
António Marques, Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto – Portugal;
Beatriz Vicario, Universidade Pontificia de Salamanca – Espanha;
Carlos Pereira, Escola Superior de Saúde de Viseu – Portugal;
Carmen de la Cuesta Benjumea, Universidade de Alicante – Espanha;
Carmen Juliani, Universidade Estadual Paulista – Brasil;
Carolina Martinez Salgado, Universidade Autónoma Metropolitana – México;
Catarina Lobão, Instituto Politécnico de Leiria – Portugal;
Cesar Sabino, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – Brasil;
Cláudia Chaves, Escola Superior de Saúde de Viseu – Portugal;
Cristina Dias, Universidade Católica de Pernambuco – Brasil;
Cristina Pereira Vieira, Universidade Aberta, Centros de Investigação: CEMRI/UAb e CIEG – Portugal;
Dália Costa, Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa – Portugal;
Dalvani Marques, Faculdade de Enfermagem da Universidade Estadual de Campinas – Brasil;
David Tavares, Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa – Portugal;
Degmar dos Anjos, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Brasil;
Denise Guerreiro Vieira da Silva, Universidade Federal de Santa Catarina – Brasil;
Dora Barrientos, Universidade de São Paulo – Brasil;
Emiko Yoshikawa Egry, Universidade de São Paulo – Brasil;
Emília Coutinho, Escola Superior de Saúde de Viseu – Portugal;
Enio Oliveira, Universidade Federal de Goiás – Brasil;
Estélio Gomberg, Universidade Federal da Bahia – Brasil;
Fabiane Almeida, Faculdade de Enfermagem do Hospital Israelita Albert Einstein – Brasil;
Fabiane Gubert, Universidade Federal do Ceará – Brasil;
Fátima Landim, Universidade de Fortaleza – Brasil;
Fátima Alves, CEMRI da Universidade Aberta – Portugal;
Fausto Amaro, Universidade Atlântica – Portugal;
Felismina Mendes, Escola Superior de Enfermagem da Universidade de Évora – Portugal;
Fernanda de Mesquita, Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz – Portugal;
Fernando Conde, Comunicação, Imagem e Opinião Pública – Espanha;
Fernando Luís Machado, CIES do Instituto Universitário de Lisboa- Portugal;
Filipa Pimenta, Psychology and Health Research Unit (UIPES)/ISPA – Instituto Universitário – Portugal;
Flávio Lima, Universidade Federal da Paraíba João Pessoa – Brasil;
Francisco J Mercado Martinez, Universidade Guadalajara – México;
Graça Carapinheiro, CIES do Instituto Universitário de Lisboa- Portugal;
Haydée Moreira, Faculdade de Medicina de Marília – Brasil;
Helena Serra, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade de Lisboa – Portugal;
Helenara Fagundes, Universidade Federal de Santa Catarina – Portugal;
Isabel Leal, Instituto Superior de Psicologia Aplicada – Portugal;
Isabel Pereira, Escola Superior de Enfermagem de Lisboa – Portugal;
Ivone Evangelista Cabral, Universidade Federal do Rio de Janeiro – Brasil;
-Jaime Ribeiro, Instituto Politécnico de Leiria – Portugal
-Javier Cubero, Universidade da Extremadura – Espanha
-João Arriscado Nunes, Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra – Portugal
-João Bilhim, Instituto Superior de Ciênciais Sociais e Políticas Universidade de Lisboa – Portugal
-João Lobato, Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa – Portugal
-João Maroco, Instituto Universitário de Lisboa – Portugal
-João Sedas Nunes, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa – Portugal
-Jonatas Ferreira, Universidade Federal Rural de Pernambuco – Brasil
-José Caldas, Facudade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto – Portugal
-Josevânia da Silva, Universidade Estadual da Paraíba Campina Grande – Brasil
-Judite Cruz, Universidade do Minho – Portugal
-Juliane Burgatti, Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo – Brasil
-Karla Ribeiro, Universidade Federal da Paraíba João Pessoa – Brasil
-Laura Filomena Santos de Araújo, Universidade Federal de Mato Grosso – Brasil
-Leila Tardivo, Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo – Brasil
-Lídia Cabral, Escola Superior de Saúde de Viseu – Portugal
-Luana Cunha Ferreira, Universidade de Lisboa – Portugal
-Luc Vandenberghe, Pontifícia Universidade Católica de Goiás – Brasil
-Luísa Barros,Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa – Portugal
-Luísa Ferreira da Silva, Instituto de Ciênciais Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa – Portugal
-Madalena Cunha, Escola Superior de Saúde de Viseu – Portugal
-Madel T. Luz, Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Brasil
-Maíra Rosa Apostolico, Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo – Brasil
-Manuel Carlos Silva, Associação Portuguesa de Sociologia e CICS da Universidade do Minho – Portugal
-Manuel Lopes, Universidade de Évora – Portugal
-Marcelo Medeiros, Universidade Federal de Goiás – Brasil
-Márcio Domingues, CPES – Universidade Lusófona – Portugal
-Maria Barbosa, Universidade Federal de Goiás – Brasil
-Maria Amélia Oliveira, Universidade de São Paulo – Brasil
-Maria Antónia Rebelo Botelho, UI&DE-ESEL – Portugal
-Maria de Fátima Mantovani, Universidade Federal do Paraná – Brasil
-Maria del Consuelo Chapela Mendoza, Universidade Autónoma Metropolitana de Xochimilco – México
-María del Mar Pastor Bravo , Universidade de Murcia – Espanha
-Maria dos Anjos Dixe, Instituto Politécnico de Leiria – Portugal
-Maria Elisa Chaleta, Universidade de Évora – Portugal
-Maria Helena Presado, Escola Superior de Enfermagem de Lisboa – Portugal
-Maria Isabel Lage, Universidade do Minho – Portugal
-Maria Marin, Faculdade de Medicina de Marília – Brasil
-Maria Marta Nolasco Chaves, Universidade Federal do Paraná – Brasil
-Maria Nunes, Universidade Federal de Goiás – Brasil
-Maria Sousa, Universidade de Brasília – Brasil
-Maria Tyrrell, Universidade Federal do Rio de Janeiro – Brasil
-Marilia Gonçalves, Universidade Federal de São Carlos – Brasil
-Marta Bustillo, Universidade de Porto Rico – Porto Rico
-Marta Lima Basto, UI&DE-ESEL – Portugal
-Marta Maia, Instituto Universitário de Lisboa – Portugal
-Martha Gaviria, Universidade de Antioquia – Colômbia
-Mauro Serapioni, Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra – Portugal
-Mirna Albuquerque, Universidade de Fortaleza – Brasil
-Modesto Neto, Universidade Federal do Ceará – Brasil
-Nádia Narchi, Universidade de São Paulo – Brasil
-Nilce Maria da Silva Campos Costa, Universidade Federal de Goiás – Brasil
-Noémia Mendes Lopes, Egas Moniz, Instituto Superior de Ciências da Saúde – Portugal
-Odete Araújo, Universidade do Minho – Portugal
-Odilon Filho, Faculdade de Medicina de Marília – Brasil
-Olga Rodrigo Pedrosa, Campus Docent Sant Joan de Déu – Espanha
-Oriol Romani, Universidade Rovira I Virgili- Espanha
-Óscar Ferreira, Escola Superior de Enfermagem de Lisboa – Portugal
-Paula Joana, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto – Portugal
-Paula Miura, Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo – Brasil
-Paula Nelas, Escola Superior de Saúde de Viseu – Portugal
-Pedro Cravo, Universidade Federal de Goiás – Brasil
-Renata Evangelista, Universidade Federal de Goiás – Brasil
-Rodrigo Serra, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – Brasil
-Rosa Godoy, Universidade de São Paulo – Brasil
-Roselma Lucchese, Universidade Federal de Goiás – Brasil
-Roseney Bellato, Universidade Federal de Mato Grosso – Brasil
-Roser Pérez Giménez, Universidade Autónoma de Barcelona – Espanha
-Rui Gonçalves, Escola Superior de Enfermagem de Coimbra – Portugal
-Rui Paixão, Universidade de Coimbra – Portugal
-Sandra Brunini, Universidade Federal de Goiás – Brasil
-Sayuri Tanaka Maeda, Universidade de São Paulo – Brasil
-Sílvia Portugal, Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra – Portugal
-Sílvia Tonhom, Faculdade de Medicina de Marília – Brasil
-Sónia Dias, Universidade Nova de Lisboa – Portugal
-Sonia Maruyama, Universidade Federal de Mato Grosso – Brasil
-Soraya Vargas Côrtes, Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Brasil
-Suely Ciosak, Universidade de São Paulo – Brasil
-Tania Rehem, Universidade de Brasília – Brasil
-Vanessa Vila, Pontifícia Universidade Católica de Goiás – Brasil
-Vera Nogueira, Universidade Católica de Pelotas – Brasil
-Vitória Mourão, Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa- Portugal
-Vitória Parreira, Escola Superior de Enfermagem do Porto – Portugal
-Walterlânia Santos, Universidade de Brasília – Brasil
-Wenceslao Peñate Castro, Universidade da Laguna – Espanha
-Zélia Anastácio, Universidade do Minho – Portugal
-Zélia Teixeira, Universidade Fernando Pessoa – Portugal.
Comissão Científica – Educação:
Abílio Amiguinho, Instituto Politécnico de Portalegre – Portugal
/Ada Bezerra, Universidade Tiradentes – Brasil
/Adailton Silva, Universidade do Estado de Mato Grosso – Brasil
/Adriana Sadoyama, Universidade Federal de Goiás – Brasil
/Alex Oliveira, Instituto Federal do Espírito Santo – Brasil/
.Amarildo Gonzaga, Instituto Federal de Educação Ciência e Te/cnologia do Amazonas – Brasil
.Ana Antunes, Universidade da Madeira – Portugal
.Ana Aragão, Universidade Estadual de Campinas – Brasil
.Ana B. Sánchez García, Universidade de Salamanca – Espanha
.Ana Caballero Carrasco, Universidade de Extremadura – Espanha
.Ana Figueiredo Antunes, Universidade de Extremadura – Espanha
.Ana Macedo, Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Minho – Portugal
.Ana Márcia, Universidade Federal de Goiás – Brasil
.Ana Rodrigues, Universidade de Aveiro – Portugal
.Ana Souza, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas – Brasil
.Andrea Francisco, Universidade Jaume I – Espanha
.Andrea Lapa, Universidade Federal de Santa Catarina – Brasil
.Anna Cecília, Autarquia de Ensino Superior de Garanhuns – Brasil
.António Bento, Universidade da Madeira – Portugal
.António Borralho, Universidade de Évora – Portugal
.António Moreira, Universidade de Aveiro – Portugal
.António Teodoro, Universidade Lusófona e Universidade Nove de Julho – Portugal
.Ari Lazzarotti Filho, Universidade Federal de Goiás – Brasil
.Aurora Cerveró, Universidade Complutense de Madrid – Espanha
.Beatriz Manzano García Universidade de Granada – Espanha
.Carla Gonçalves, Universidade Federal de Goiás – Portugal
.Cecília Guerra, Universidade de Aveiro – Portugal
.Celia Elizabete Caregnato, Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Brasil
.Clara Alvarado Zamorano, Universidade Nacional Autónoma do México – México
Clara Coutinho, Universidade do Minho – Portugal
.Cláudia Landim Negreiros, Universidade do Estado de Mato Grosso – Brasil
.Cristina Gaspar de Oliveira, Universidade de Aveiro – Portugal
.Daniela Abreu, Universidade de São Paulo – Brasil
.Deise Juliana Francisco, Universidade Federal de Alagoas – Brasil
.Diogo Casanova, Universidade de Kingston – Reino Unido
.Dulce Ferreira, Universidade de Aveiro – Portugal
.Edémea Santos, Universidade Estadual do Rio de Janeiro – Brasil
.Edinéia Galvanin, Universidade do Estado de Mato Grosso – Brasil
.Edinéia Tavares Lopes, Universidade Federal de Sergipe – Brasil
.Emilio Costillo Borrego, Universidade de Extremadura – Espanha
.Enicéia Gonçalves Mendes, Universidade Federal de São Carlos – Brasil
.Ernesto Martins, Instituto Politécnico de Castelo Branco – Portugal
.Fernanda Nogueira, Universidade de Coimbra – Portugal
.Fernando Albuquerque Costa, Instituto de Educação da Universidade de Lisboa – Portugal
.Filomena Moita, Universidade Federal de Paraíba – Brasil
.Flomar Ambrosina Oliveira Chagas, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás – Brasil
.Florentina Cañada, Universidade de Extremadura – Espanha
.Francisca Pastor, Universidade de Múrcia – Espanha
.Giovana Tavares, Unievangélica – Brasil
.Guadalupe Fuentes, Universidade de Granada – Espanha
.Guilherme Prado, Universidade Estadual de Campinas – Brasil
.Gustavo Silva, Universidade Federal de Goiás – Brasil
.Henrique Gil, Instituto Politécnico de Castelo Branco – Portugal
.Iria Brzezinski, Pontifícia Universidade Católica de Goiás – Brasil
.Isabel Alarcão, Universidade de Aveiro – Portugal
.Isabel Cabrita, Universidade de Aveiro – Portugal
.Isabel Calado, Universidade de Coimbra – Portugal
.Isabel Fialho, Universidade de Évora – Portugal
.Isabel Huet, Universidade de Kingston – Reino Unido
.J. Bernardino Lopes, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro – Portugal
.Joana Andrade, Universidade de São Paulo – Brasil
.João Amado, Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra – Portugal
.João Augusto, Universidade Estadual do Maranhão – Brasil
.Josana Peixoto, Unievangélica – Brasil
.José Luís Ramos, Universidade de Évora – Portugal
.Juan Conchiña, Universidade de Extremadura – Espanha
.Juan Luís de la Montaña, Universidade da Extremadura – Espanha
.Julio César Leal, Universidade Federal da Bahia – Brasil
.Katia Alexandra de Godoi , Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) – Brasil
.Lia Oliveira, Universidade do Minho – Portugal
.Lídia Grave-Resendes, Universidade Aberta – Portugal
.Lidón Moliner, Universidade Jaume I – Espanha
.Lina Niño, Universidade de Extremadura – Espanha
.Lisete Mónico, Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra – Portugal
.Luciane Viegas, Centro Universitário Metodista – Brasil
.Lucimara Santos, Universidade do Estado de Santa Catarina – Brasil
.Luís Cardoso, Instituto Politécnico de Portalegre – Portugal
.Luís M. Casas García, Universidade de Extremadura – Espanha
.Luís Paulo Mercado, Universidade Federal de Alagoas – Brasil
.Magali Aparecida Alves de Moraes, Faculdade de Medicina de Marília – Brasil
.Magali Machado, Universidade Católica de Brasília – Brasil
.Manuel Montanero, Universidade de Extremadura – Espanha
.Manuel Tavares, Universidade Lusófona – Portugal
.Manuel Vizuete Carrizosa, Universidade de Extremadura – Espanha
.Marcelo Brito Carneiro Leão, Universidade Federal de Pernambuco – Brasil
.Marcelo Mendonça Teixeira, Universidade Federal Rural de Pernambuco – Brasil
.Márcia Pletsch, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – Brasil
.Márcio Andrade, Universidade Federal de Goiás – Brasil
.Margarida Lucas, Universidade de Portugal – Portugal
.Maria Barbas, Instituto Politécnico de Santarém – Portugal
.Maria Begoña Alfageme, Universidade de Murcia – Espanha
.Maria do Céu Roldão, Universidade Católica Portuguesa – Portugal
.Maria do Rosário Quelhas, Instituto Politécnico Castelo Branco – Portugal
.Maria João Loureiro, Universidade de Aveiro – Portugal
.Maria José Loureiro, Universidade de Aveiro – Portugal
.Maria Kochhann, Universidade do Estado de Mato Grosso – Brasil
.Maria Marly Oliveira, Universidade Federal Rural de Pernambuco – Brasil
.Maria Mesquita, Instituto Politécnico Castelo Branco – Portugal
.Maria Neves Gonçalves, Universidade Lusófona – Portugal
.Maria Vasconcelos, Universidade Católica de Petrópolis – Brasil
.Marília Cid, Universidade de Évora – Portugal
.Maurivan Ramos, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – Brasil
.Mónica Vallejo Ruiz, Universidade de Murcia – Espanha
.Nara Rodrigues, Universidade Federal de Santa Catarina – Brasil
.Patrícia Almeida, Universidade de Aveiro – Portugal
.Paulo Souto, Universidade Federal de Sergipe – Brasil
.Rejane Maria Ghisolfi da Silva, Universidade Federal de Santa Catarina – Brasil
.Ricardo Luengo, Universidade de Extremadura – Espanha
.Ricardo Teixeira, Universidade Federal de Goiás – Brasil
.Ronald J. Chenail, Nova Southeastern University – USA
.Rosana Gessinger, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – Brasil
.Rosiléia Almeida, Universidade Federal da Bahia – Brasil
.Rui Vieira, Universidade de Aveiro – Portugal
.Sebastián Feu Molina, Universidade de Extremadura – Espanha
.Serafim Inocêncio, Universidade Aberta – Portugal
.Serigne Ababacar Cisse Ba, Universidade Federal de Goiás – Brasil
.Sheila Santos, Universidade Federal de Goiás – Brasil
.Sidnei Quezada, Instituto Federal do Espírito Santo – Brasil
.Simone Lucena,Universidade Federal de Sergipe – Brasil
.Sofia Veríssimo Catarreira, Universidade de Extremadura – Espanha
.Soraya Santos, Universidade Federal de Goiás – Brasil
.Susana Emília Sá, Universidade do Minho – Portugal
.Susana Kruger, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – Brasil
.Telma Vinha, Universidade Estadual de Campinas – Brasil
.Teresa Bettencourt, Universidade de Aveiro – Portugal
.Teresa Cardoso, Universidade Aberta – Portugal
.Valderez Lima, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – Brasil
.Veralúcia Pinheiro, Universidade Estadual de Goiás – Brasil
.Verônica Gitirana, Universidade Federal de Pernambuco – Brasil
.Vicente Mellado Jiménez, Universidade de Extremadura – Espanha
.Vito de Jesus Carioca, Instituto Politécnico de Beja – Portugal
.Vitor Gonçalves, Instituto Politécnico de Bragança – Portugal
.Vivianne Gonçalves, Universidade Federal de Goiás – Brasil.
Comissão Científica – Ciências Sociais:
Alberto Ardèvol, Vienna University – Áustria
.Alisson Dias Gomes, Faculdade Santo Agostinho – Brasil
.Amalia Alonso, Grupo de Investigação da Universidade de Extremadura – Espanha
.Ana Serrano Tellería, Universidade da Beira Interior
.António Cunha, Universidade do Minho – Portugal
.António Carrizo Moreira, Universidade de Aveiro – Portugal
.Bella Dicks, Cardiff University – Reino Unido
.Carlos Júnior, Universidade de Brasília – Brasil
.Carlos Miguel, Instituto Politécnico de Gestão e Tecnologia – Portugal
.Carlos Silva, Universidade Federal de Goiás – Brasil
.Claisy Araujo, Universidade de Brasília – Brasil
.Concha Mateos, Universidad Rey Juan Carlos – Espanha
.Daiana Stasiak, Universidade Federal de Goiás – Brasil
.Daniel Hernández Rosete Martínez, Departamento de Investigaciones Educativas del CINVESTAV – México
.Denise Leite, Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Brasil
.Elane Taipeiro, Faculdade de Medicina de Marília – Brasil
.Eliete dos Santos, Universidade Estadual de Paraíba – Brasil
.Elsa Lechner, Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra – Portugal
.Estrella Martínez-Rodrigo, Universidade de Granada – Espanha
.Felipe Aliaga Sáez, Universidad Santo Tomás – Colômbia
.Fermín Galindo, Universidade Santiago de Compostela – Espanha
.Fernanda Afonso, Universidade Estadual Vale do Acaraú – Brasil
.Francisco Javier Gómez Pérez, Universidade de Granada – Espanha
.Francisco Javier Ruiz del Olmo, Universidade de Malága – Espanha
.Gerson Medeiros, Universidade Estadual Paulista – Brasil
.Gerson Mol, Universidade de Brasília – Brasil
.Graciela Padilla-Castillo, Universidade Complutense de Madrid – Espanha
.Gustavo Henrique de Araújo Freire, Universidade Federal da Paraíba – Brasil
.Hortência Gonçalves, Universidade Tiradentes – Brasil
.Isa Maria Freire, Universidade Estadual da Paraíba – Brasil
.Isabel Pinho, Universidade de Aveiro – Portugal
.Isidro Marín-Gutiérrez, Universidade Técnica Particular de Loja – Equador
.Ivo Oliveira, Instituto Politécnico de Gestão e Tecnologia – Portugal
.João Teixeira Lopes, Faculdade de Letras da Universidade do Porto – Portugal
.Jorge Remondes, Instituto Superior de Entre Douro e Vouga – Portugal
.José Alberto Carvalho dos Santos Claro, Universidade Federal de São Paulo – Brasil
.José Manuel de Pablos Coello, Universidade de Laguna – Espanha
.José Saragoça, Universidade de Évora – Portugal
.Josivania Silva Farias, Universidade de Brasília – Brasil
.Karina González, Universidade Técnica Particular da Loja – Equador
.Kênia Siqueira, Universidade Estadual de Goiás – Brasil
.Koldo Meso Aierdi, Universidade do País Vasco – Espanha
.Krzysztof Konecki, Universidade de Lodz – Polónia
.Lourdes Sánchez Martín, Universidade de Granada – Espanha
.Luciana Carvalho Bezerra de Menezes, Instituto de Pesca – Brasil
.Luís Loureiro, Universidade Lusófona do Porto – Portugal
.Mar Iglesias, Universidade de Alicante – Espanha
.Marcel Pedroso, Fundação Oswaldo Cruz Rio de Janeiro – Brasil
.Marco Lamas, Escola de Estudos Industriais e de Gestão, Instituto Politécnico do Porto – Portugal
.Marco Painho, ISEGI- Universidade Nova de Lisboa – Portugal
.Maria Aparecida Viggiani Bicudo, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – Brasil
.Maria José Brites, Universidade Lusófona do Porto – Portugal
.Maria Patriarca, Universidade Federal de Goiás – Brasil
.María Sánchez, Universidade de Malaga – Espanha
.Marilia Morosini,Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – Brasil
.Martín Oller Alonso, Universidade das Américas – Equador
.Miguel Túñez López,Universidade de Santiago de Compostela – Espanha
.Miguel Vicente Mariño – Universidade de Valladolid – Espanha
.Nekane Parejo, Universidade de Malága – Espanha
.Nívea Rohling, Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Brasil
.Norman K. Denzin, Universidade de Illinois – USA
.Oscar Basulto Gallegos, GCEIS – Grupo Compostela de Estudos sobre Imaginários Sociais – Espanha
.Palmira Chavero Ramírez, IAEN – Instituto de Altos Estudios Nacionales – Equador
.Paloma Contreras Pulido, Universidade de Huelva – Espanha
.Paula Campos, Instituto Politécnico de Gestão e Tecnologia – Portugal
.Paula Maria Gênova de Castro Campanha, Inst. Pesca/Sec. Agricultura do Estado de SP – IP/SAA-SP – Brasil
.Paula Peres, Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto – Portugal
.Paulino Silva, Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto – Portugal
.Pedro Borges, Universidade Federal de Goiás – Brasil
.Pilar Tarancón, Universidade de Castilla La Mancha – Espanha
.Ramón Reig, Universidade de Sevilha – Espanha
.Renata Maria Abrantes Baracho, Universidade Federal de Minas Gerais – Brasil
.Ronaldo Linhares, Universidade Tiradentes – Brasil
.Rubén Dittus Benavente, Universidade Católica da Santíssima Conceição – Chile
.Sandra Roveda , Universidade Estadual Paulista – Brasil
.Sandra Saúde, Instituto Politécnico de Beja – Portugal
.Sandrina Teixeira, Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto – Portugal
.Sandro Dutra, Universidade Estadual de Goiás/UniEVANGELICA – Brasil
.Selma Serpa, Tribunal de Contas da União Brasília – Brasil
.Silvia Domenico, Universidade Presbiteriana Mackenzie – Brasil
.Silvio Sánchez Gamboa, Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP – Brasil
.Vagner Rosalem, Universidade Federal de Goiás – Brasil
.Viviane Resende , Universidade de Brasília – Brasil
.Yanet Acosta Meneses, Universidade Complutense de Madrid – Espanha.
Comissão Científica – Engenharia e Tecnologia:
Alexandre Delbem, ICMC São Carlos, Universidade de São Paulo – Brasil
.Álvaro Rocha, Universidade de Coimbra – Portugal
.Ana Paula Pinto, Instituto Politécnico de Gestão e Tecnologia – Portugal
.Anabela Alves, Universidade do Minho – Portugal
.António Godinho, Instituto Politécnico de Gestão e Tecnología – Portugal
.Brígida Mónica Faria, Escola de Tecnologia da Saúde do Instituto Politécnico do Porto – Portugal
.Carlos Vaz de Carvalho, Instituto de Engenharia do Porto – Portugal
.Celina P. Leão, Universidade do Minho – Portugal
.César Cisneros Puebla, Universidade Autónoma Metropolitana – México
.Clarimar José Coelho, Pontifícia Universidade Católica de Goiás – Brasil
.David Lamas, Universidade de Tallinn – Estónia
.Filipa Dionísio Vieira, Universidade do Minho – Portugal
.Isabel Araújo, Instituto Politécnico de Viana do Castelo – Portugal
.Jose Arnaldo F Roveda, Universidade Estadual Paulista – Brasil
.José Carlos Metrôlho, Instituto Politécnico de Castelo Branco – Portugal
.José Paulo Cravino, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro – Portugal
.Juan Arias Masa, Universidade de Extremadura – Espanha
.Luiz Roberto Mayr, Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – Brasil
.María Sánchez Gómez, Universidade de Salamanca – Espanha
.Martín Llamas Nistal, Universidade de Vigo – Espanha
.Martinho Oliveira, Universidade de Aveiro – Portugal
.Paulo Coelho Oliveira, Instituto Superior de Engenharia do Porto – Portugal
.Pedro Miguel Moreira, Instituto Politécnico de Viana do Castelo – Portugal
.Peri Loucopoulos, The University of Manchester – Reino Unido
.Rosa Vasconcelos, Universidade do Minho – Portugal
.Vilson Martins Filho, Universidade Federal de Santa Catarina – Brasil
.Walquíria Lins, Universidade Federal Rural de Pernambuco – Brasil.
Comité Científico de SIMEDUC:
Alberto da Silva, Universidade PARIS IV/Sorbone – França
.Alexandra Okada, Open University – Inglaterra
.Andrea Karla, Universidade Tiradentes – Brasil
.Andrea Versutti, Universidade Federal de Goiás – Brasil
.Aurora Cuevas, Complutense de Madrid – Espanha
.Cristiane Porto, Universidade Tiradentes – Brasil
.Denis Renó, Universidade Estadual Paulista – Brasil
.Dinamara Feldens, Universidade Tiradentes – Brasil
.Edmeia Santos, Universidade Estadual do Rio de Janeiro – Brasil
.Edvaldo Souto, Universidade Federal da Bahia – Brasil
.Elmira Semeão, Universidade de Brasília – Brasil
.Fernando Ramos, Universidade de Aveiro – Portugal
.Giovana Scareli, Universidade Federal de São João del-Rei – Brasil
.Luis Paulo Mercado, Universidade Federal de Alagoas – Brasil
.Marco Silva, Universidade Estadual do Rio de Janeiro – Brasil
.Maria Helena Silveira Bonilla, Universidade Federal da Bahia – Brasil
.Maria João Gomes, Universidade do Minho – Portugal
.Maria João Loureiro, Universidade de Aveiro – Portugal
.Maria José Loureiro, Universidade de Aveiro – Portugal
.Marlizete Maldonato, Universidade Tiradentes – Brasil
.Neide Sobral, Universidade Federal de Sergipe – Brasil
.Nelson Pretto, Universidade Federal da Bahia – Brasil
.Patricia Horta, Universidade Federal de Pernambuco – Brasil
.Rosa Meire, Universidade Tiradentes – Brasil
.Sannya Rodrigues, Universidade Estadual do Maranhão – Brasil
.Simone Lucena, Universidade Federal de Sergipe – Brasil
.Simone Tuzo, Universidade Federal de Goiás – Brasil
.Valeria Mendonça, Universidade de Brasília – Brasil.
Maiores informações:
Local do CIAIQ2015 e do 6SIMEDUC:
Universidade Tiradentes -
Avenida Murilo Dantas 300, Bairro Farolândia.
CEP: 49032-490 – Aracaju – SE.
Secretariado:
Telefone: +351 256 607 077.
e-mail: info@ciaiq.org - site:
http://ciaiq.org/?lang=pt
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Técnicas para apresentação e Empreendedorismo: Cursos de Extensão na Uerj.
Técnicas para apresentação e Empreendedorismo: Cursos de Extensão na Uerj.
O Programa de Extensão Observatório de Negócios Inovadores - ONI/Uerj realiza dois cursos de extensão: Empreendedorismo e Técnicas de Apresentação. As inscrições iniciam no próximo dia 16.
Sobre Empreendedorismo:
O objetivo do curso é capacitar nos conceitos, definições, características e atitudes empreendedoras. Seu público alvo compreende Ciências Sociais e afins.
Período do curso – 11 e 18 de abril, das 9h às 17h.
Sobre Técnicas de Apresentação:
As aulas têm por objetivo capacitar profissionais nas técnicas relacionadas à apresentação de palestras e aulas, de forma a torná-las mais efetivas. O público alvo compreende professores, consultores, profissionais liberais e alunos de pós-graduação. As inscrições também podem ser feitas online até o dia 17 de abril.
Período do curso – de 25 de abril a 09 de maio.
Dia e horário – aos sábados das 9h às 17h.
As inscrições seguem abertas até 03 de abril, e podem ser feitas online no site do Cepuerj – www.cepuerj.uerj.br
sábado, 31 de janeiro de 2015
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
AS REDES EDUCATIVAS E AS TECNOLOGIAS: MOVIMENTOS SOCIAIS E EDUCAÇÃO - VIII Seminário Internacional.
DESDE LOGO é preciso demarcar nosso entendimento sobre o que são movimentos sociais.
Nós os encaramos como ações sociais coletivas de caráter sócio-político e cultural que viabilizam formas distintas de a população se organizar e expressar suas demandas (CF. GOHN, 2008).
Na ação concreta, essas formas adotam diferentes estratégias que variam da simples denúncia, passando pela pressão direta (mobilizações, marchas, concentrações, passeatas, distúrbios à ordem constituída, atos de desobediência civil, negociações, etc.) até pressões indiretas.
Na atualidade, os principais movimentos sociais atuam por meio de redes sociais, locais, regionais, nacionais e internacionais ou transnacionais, e utilizam-se muito dos novos meios de comunicação e informação como a internet. Por isso exercitam o que Habermas denominou de o agir comunicativo. A criação e o desenvolvimento de novos saberes, na atualidade, são também produtos dessa
comunicabilidade (GOHN, 2011, P. 335-336).
Organização: UERJ, EDU, PROPED, ANPED. Apoio: CAPES, FAPERJ, CNPQ.
Período:
De 08 a 11 de junho de 2015.
Início das inscrições:
12 de janeiro de 2015.
Envio de trabalhos:
Até 13 de abril de 2015.
Apreciação pelo Comitê Científico:
Até 04 de maio de 2015.
Divulgação dos aprovados:
Até 11 de maio de 2015.
Recursos:
De 12 a 13 de maio de 2015.
Resultado dos recursos:
Até 18 de maio de 2015.
Divulgação da programação das comunicações aprovadas:
Até 29 de maio de 2015.
TAXAS DE INSCRIÇÃO>>
Estudante de Graduação
e de Pós-Graduação:
Até 28/02/2015: R$ 55,00.
Até 16/04/2015: R$ 70,00.
Até 05/06/2015: R$ 90,00.
Professor(a) de Educação Básica:
Até 28/02/2015: R$ 75,00.
Até 16/04/2015: R$ 95,00.
Até 05/06/2015: R$ 115,00.
Pesquisador(a) e Professor(a)
de Educação Superior:
Até 28/02/2015: R$ 115,00.
Até 16/04/2015: R$ 145,00.
Até 05/06/2015: R$ 175,00.
CONVIDADOS CONFIRMADOS:
Alejandro Alvarez [UPN/Colômbia].
Alicia de Alba [UNAM/México].
António Quintas [UAB/Portugal].
Bruno Baronnet [Un. Vera Cruz/México].
Bruno Sena Martins [CES-Coimbra/Portugal].
Carlos Skliar [FLACSO].
Cornelia Giebeler (Un. Bielefeld/Alemanha].
Gustavo Fishman [Un. Arizona/EUA].
Janet Miller [Columbia University/EUA].
Jose Maria Garcia Garduño [UACM/México].
Judith Kalman [CINVESTAV/México].
Marie-Louise Martinez [Université de Rouen/França].
Thierry Ardouin [Université de Rouen/França].
Sara Corona (México).
Alessandra Shueller [UFF].
Alvaro Hypólito [UFPEl/CsF-].
Ana Maria Gonçalves [escritora].
Ana Paula Miranda [UFF].
Antônio Carlos Amorim [UNICAMP].
Bruno Deusdará [UERJ].
Carlos Eduardo Ferraço [UFES].
Cecília Collares [UNICAMP]
Eduardo Simonini [UFV].
Elizeu Clementino [UNEB].
Georgina Martins [UFRJ/Mães pela igualdade].
Janete Magalhães Carvalho [UFES].
Jarbas Vieira [UFPel].
Josevaldo Cunha [UFCG].
Lisete Arelaro [USP].
Luiz Antônio Cunha [UFRJ].
Maria da Glória Gohn [UNICAMP]
Marcia Pletsch [UFRRJ].
Maria Aparecida Moysés [UNICAMP].
Nelson Pretto [UFBA].
Roberto Macedo [UFBA].
Rosângela Araújo [UFBA].
Virgínia Gualberto [UFPB].
EIXO CENTRAL:
MOVIMENTOS SOCIAIS E EDUCAÇÃO.
EIXOS:
REDES EDUCATIVAS, COTIDIANOS E PRÁTICAS CULTURAIS E OS MOVIMENTOS SOCIAIS -
Coordenadora: Conceição Soares.
CURRÍCULO, POLÍTICA E CULTURA: TRANSFORMAÇÕES E OS MOVIMENTOS SOCIAIS -
Coordenadora: Raquel Goulart Barreto.
EDUCAÇÃO INCLUSIVA E PROCESSOS EDUCACIONAIS E OS MOVIMENTOS SOCIAIS -
Coordenadora: Jane Paiva.
ESTUDOS DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE E OS MOVIMENTOS SOCIAIS -
Coordenadora: Rita Ribes.
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO E INSTITUIÇÕES E OS MOVIMENTOS SOCIAIS -
Coordenadora: Sonia Rangel Câmara.
PROCESSOS FORMATIVOS, DESIGUALDADES SOCIAIS E OS MOVIMENTOS SOCIAIS -
Coordenadora: Alexandra Garcia.
CULTURA E COMUNICAÇÃO EM PERIFERIAS URBANAS E OS MOVIMENTOS SOCIAIS
Coordenadora: Talita Vidal Pereira.
Coordenação geral:
Inês Barbosa de Oliveira,
Mailsa Carla Pinto Passos.
Comissão organizadora
Alexandra Garcia,
Jane Paiva,
Maria da Conceição Silva Soares,
Raquel Goulart Barreto,
Rita Ribes,
Sonia Rangel Câmara,
Talita Vidal Pereira.
APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS:
NORMAS gerais para a inscrição com apresentação de trabalho:
Os trabalhos a serem selecionados para apresentação terão a forma de COMUNICAÇÃO, e devem:
Estar incluídos em um dos eixos temáticos indicados.
Ter no máximo 3 autores.
[Atenção] cada autor poderá apresentar apenas 1 trabalho, não importando se em co-autoria ou não.
Quando houver mais de um autor:
– apenas um será o responsável pelo envio do trabalho completo e administração dos dados relativos ao trabalho na página de inscrição;
– todos deverão pagar a taxa de inscrição (valor conforme a categoria de cada autor).
– não haverá devolução de taxa em qualquer hipótese.
Apresentar qualidade de texto e de idéias.
Possuir base teórica explicitada.
Significar contribuição teórica – epistemológica ou metodológica – ou prática para um dos campos representados pelos eixos organizadores.
As COMUNICAÇÕES somente serão ACEITAS se:
Contiverem um resumo com um máximo de 1.500 caracteres com espaços e um mínimo de 4 palavras-chave.
Contiverem, excluindo o resumo, um mínimo de 20.000 caracteres e máximo 40.000 caracteres com espaços – incluindo tabelas e notas de rodapé.
O arquivo não poderá exceder o limite de 2Mb após descompactação, quando for o caso.
Formatos de arquivos aceitos para envio: doc, docx, rtf, txt. Formatos compactados (zip, rar) somente serão aceitos se resultarem, após descompactação, nos formatos primeiramente indicados.
As COMUNICAÇÕES somente serão AVALIADAS se:
O arquivo com o texto completo for enviado através do sistema de upload do site (após login e senha, na página de inscrição) até a data limite especificada na Agenda, ao lado.
[OBS.] Quando for pedido reenvio de trabalho, esta data limite poderá ser extendida, a critério da Coordenação Geral, em no máximo até a data prevista para divulgação dos aprovados.
[DICA] para que seu arquivo não exceda o limite acima, todas as imagens devem ser incorporadas ao documento base em seu tamanho original (isto é, não devem ser redimensionadas no próprio documento base), com 72dpi de resolução máxima. Convém utilizar os formatos jpg ou gif para as imagens.
Outras informações: SECRETARIA EXECUTIVA
A/C: Marina Santos Nunes de Campos,
Simone Gomes da Costa.
End.: Rua São Francisco Xavier, 524.
Grupo 12.037-F.
Rio de Janeiro/RJ. CEP.: 20550-013.
Tel: (21) 2334-0467.
Fax: (21) 2334-0120.
secretaria@seminarioredes.com -
Fonte: VIII Seminário Internacional. Acesso em http://www.seminarioredes.com.br/
domingo, 18 de janeiro de 2015
ATIVIDADES ALFABETIZADORAS: apostila com mais de 200 páginas.
Para os professores utilizarem com os alunos do 1ª ano.
É um verdadeiro guia que norteará o trabalho durante todo o ano letivo através das atividades presentes na apostila, orientadas por uma professora que possui 25 anos de experiência como alfabetizadora. Todas as atividades foram testadas e aprovadas e o sucesso é garantido.
Apresenta-se na apostila, sugestões de planejamento anual para o 1º ano (Classe de Alfabetização), com conteúdos integrados semana a semana. Em seguida, são apresentadas algumas sugestões de atividades que podem ser utilizadas em qualquer época do ano, para fixação ou revisão de conteúdos. Depois vem sequências didáticas, separadas por bimestre, para desenvolver as habilidades de leitura e escrita de seus alunos.
Independente do método escolhido para alfabetizar, seja ele analítico, sintético ou misto, é preciso que o professor trabalhe com seus alunos a grafia, o movimento correto das letras cursivas, a associação das letras aos seus respectivos sons, os fonemas simples e os complexos, as sílabas, as frases, os textos. É importante que ensine-os a produzir textos com coerência, coesão e sequência lógica, além de desenvolver a fluência de leitura.
Essa apostila pretende ser um norteador do trabalho, mostrando sequências de exercícios e uma ordem de apresentação dos fonemas, que devem ser repetidos durante o ano letivo e revistos em outros contextos, outras palavras e outras atividades.
Mas o professor também deve enriquecer a sua prática criando estratégias interessantes e lúdicas para lançar cada fonema. Faça todos os dias uma atividade de leitura, seja coletiva, em pequenos grupos ou individual. Mas cuide sempre para que todos estejam conseguindo avançar em suas descobertas.
VALOR DA APOSTILA: R$40,00.
Solicite a sua!! Envie um e-mail para: (luciana@idcpro.com.br).
Após o pagamento você receberá um arquivo em PDF com a sua apostila.
Quem adquirir a apostila também poderá contar com a tutoria da autora, tirando dúvidas e auxiliando no trabalho pedagógico com seus alunos. É só entrar em contato com Luciana Martins Maia (luciana@idcpro.com.br).
Para quem desejar se qualificar ainda mais, veja os cursos on line do IDCP: ( www.idcpro.com.br).
- ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
- MÉTODOS E PROCESSOS DE ALFABETIZAÇÃO
- AVALIAÇÃO DA LEITURA E DA ESCRITA
- AMBIENTE ALFABETIZADOR
- Ou o Projeto: FORMAÇÃO DE ALFABETIZADORES.
Sobre Luciana Martins Maia.
Professora, jornalista, pedagoga, especialista em Alfabetização, pós graduada em Avaliação Educacional e Gestão Integrada da Educação (Gestão / Supervisão / Orientação Educacional), MBA em Gestão Estratégica da Educação. Palestrante nas áreas de Alfabetização, Avaliação Educacional e Gestão da Qualidade na Educação. Possui mais de 20 anos de experiência como professora alfabetizadora, coordenadora pedagógica, além de atuação na formação de docentes. Atualmente está a frente do IDCP, dirigindo e ministrando cursos. Também realiza consultoria para diversas instituições educacionais.
Maiores informações sobre os cursos no site: www.idcpro.com.br
ATIVIDADES ALFABETIZADORAS: apostila com mais de 200 páginas.
ATIVIDADES ALFABETIZADORAS: apostila com mais de 200 páginas.
Para os professores utilizarem com os alunos do 1ª ano.
É um verdadeiro guia que norteará o trabalho durante todo o ano letivo através das atividades presentes na apostila, orientadas por uma professora que possui 25 anos de experiência como alfabetizadora. Todas as atividades foram testadas e aprovadas e o sucesso é garantido.
Apresenta-se na apostila, sugestões de planejamento anual para o 1º ano (Classe de Alfabetização), com conteúdos integrados semana a semana. Em seguida, são apresentadas algumas sugestões de atividades que podem ser utilizadas em qualquer época do ano, para fixação ou revisão de conteúdos. Depois vem sequências didáticas, separadas por bimestre, para desenvolver as habilidades de leitura e escrita de seus alunos.
Independente do método escolhido para alfabetizar, seja ele analítico, sintético ou misto, é preciso que o professor trabalhe com seus alunos a grafia, o movimento correto das letras cursivas, a associação das letras aos seus respectivos sons, os fonemas simples e os complexos, as sílabas, as frases, os textos. É importante que ensine-os a produzir textos com coerência, coesão e sequência lógica, além de desenvolver a fluência de leitura.
Essa apostila pretende ser um norteador do trabalho, mostrando sequências de exercícios e uma ordem de apresentação dos fonemas, que devem ser repetidos durante o ano letivo e revistos em outros contextos, outras palavras e outras atividades.
Mas o professor também deve enriquecer a sua prática criando estratégias interessantes e lúdicas para lançar cada fonema. Faça todos os dias uma atividade de leitura, seja coletiva, em pequenos grupos ou individual. Mas cuide sempre para que todos estejam conseguindo avançar em suas descobertas.
VALOR DA APOSTILA: R$40,00.
Solicite a sua!! Envie um e-mail para: (luciana@idcpro.com.br).
Após o pagamento você receberá um arquivo em PDF com a sua apostila.
Quem adquirir a apostila também poderá contar com a tutoria da autora, tirando dúvidas e auxiliando no trabalho pedagógico com seus alunos. É só entrar em contato com Luciana Martins Maia (luciana@idcpro.com.br).
Para quem desejar se qualificar ainda mais, veja os cursos on line do IDCP: ( www.idcpro.com.br).
- ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
- MÉTODOS E PROCESSOS DE ALFABETIZAÇÃO
- AVALIAÇÃO DA LEITURA E DA ESCRITA
- AMBIENTE ALFABETIZADOR
- Ou o Projeto: FORMAÇÃO DE ALFABETIZADORES.
Sobre Luciana Martins Maia.
Professora, jornalista, pedagoga, especialista em Alfabetização, pós graduada em Avaliação Educacional e Gestão Integrada da Educação (Gestão / Supervisão / Orientação Educacional), MBA em Gestão Estratégica da Educação. Palestrante nas áreas de Alfabetização, Avaliação Educacional e Gestão da Qualidade na Educação. Possui mais de 20 anos de experiência como professora alfabetizadora, coordenadora pedagógica, além de atuação na formação de docentes. Atualmente está a frente do IDCP, dirigindo e ministrando cursos. Também realiza consultoria para diversas instituições educacionais.
Maiores informações sobre os cursos no site: www.idcpro.com.br
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
III Fórum de Libras da 6ªCRE-Rio.
Tags: 6ªcre, libras.
No dia 10 de dezembro, no auditório da Escola Municipal Maurice Maeterlinck, realizou-se o III Fórum de Libras organizado pelas professoras Christine Penha e Alessandra Cardoso, da Gerência de Educação da 6ª CRE.
O ideal de inclusão defendido pelas leis atuais prevê que todas as crianças frequentem a escola regular e esta deve se fazer apta a recebê-las. Mas o que acontece quando a primeira língua dos alunos não for o português? Nesse caso, o ensino de Libras se faz necessário.
Contudo, para que haja a inclusão, não é suficiente apenas a comunidade surda aprender Libras. Esta língua não é patrimônio das pessoas surdas e sim de todos os brasileiros.
Nesse contexto, a escola, espaço singular para o desenvolvimento da aprendizagem de forma sistemática, frente ao movimento de inclusão, precisa priorizar o ensino da Libras a surdos e ouvintes como uma das condições para garantir o acesso, permanência e sucesso escolar.
A professora Kátia Barboza, gerente da GED 6ª CRE, faz a abertura do fórum e a professora Christiane Penha traduz para a linguagem de sinais.
Pensando nisso, as professoras Christiane Penha e Alessandra Cardoso, da Gerência de Educação da 6ª CRE, realizaram o Fórum de Libras com os professores dessa Coordenadoria.
A professora Kátia Barbosa, Gerente de Educação da 6ª CRE, iniciou o III Fórum de Libras falando sobre a importância da capacitação e do envolvimento de todos os profissionais no processo de inclusão de alunos surdos.
O evento contou com a presença de responsáveis, alunos, professores, instrutores, intérpretes, representantes das Creches Conveniadas da 6ª CRE, entre outros.
O coral de Libras se apresenta no III Fórum de Libras.
Este ano, o fórum contemplou a importância das ações previstas na Lei 10.4362/2002 e decreto-lei 5626/2005, nos quais recomenda-se a aquisição da Língua Brasileira de Sinais como primeira língua (L1) e o Português escrito como segunda língua (L2).
Na sessão "Relato de Experiências Bem-Sucedidas", tivemos a apresentação do trabalho realizado pela professora Cláudia Carvalho, pelo instrutor de Libras Rangel e pelas intérpretes Sulamita e Maria Regina, do CIEP Oswald de Andrade.
A professora Christiane Penha, elemento da GED 6ª CRE, palestrou sobre os cuidados que devemos ter quanto a prevenção da surdez, os indicativos da perda auditiva, os sinais que indicam quando o barulho é prejudicial, dentre outros assuntos relevantes para os profissionais da educação.
Professores apresentam experiências exitosas no trabalho com alunos surdos.
No espaço do auditório, também havia uma exposição de trabalhos do CIEP Oswald de Andrade e da Escola Municipal Maurice Maeterlinck adaptados para a língua de sinais.
O evento foi finalizado com os devidos agradecimentos e com a lembrança da importância do Dia do Surdo, comemorado tanto nacionalmente, como internacionalmente em 26 de setembro. Em seguida, um delicioso bolo foi oferecido aos presentes.
Exposição de materiais utilizados com os alunos surdos.
As capacitações feitas pela Educação Especial da 6ª CRE finalizaram, com brilhantismo, o ano de 2014 através do III Fórum de Libras com informação adequada e muito esclarecimento. Segundo as professoras Christiane Penha e Alessandra Cardoso, o trabalho com a Educação Especial começa com o coração e é nisso que acreditamos.
Parabéns às professoras Christiane Penha e Alessandra Cardoso pelo trabalho de excelência que realizam com os professores da 6ª CRE!
As professoras Christiane Penha e Alessandra Cardoso organizaram o III Fórum de Libras da 6ª CRE.
Você quer ver o seu trabalho publicado no Portal Rioeduca? Entre em contato com o professor representante da sua CRE! Até a próxima semana!
Rio Educa: http://www.rioeduca.net/
Fonte: Rio Educa - Prof.ª Patrícia Fernandes – Representante do Rioeduca na 6ª Cre. Acesso em
http://www.rioeduca.net/blogViews.php?bid=14&id=4612
sábado, 13 de dezembro de 2014
5º Congresso SOFELP: Sociedade de Filosofia da Educação de Língua Portuguesa.
Nos dias 26, 27 e 28 de agosto de 2015 terá lugar na universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) em Campinas, o V Congresso da SOFELP – Sociedade de Filosofia da Educação de Língua Portuguesa cujo tema central será: O papel formativo da Filosofia.
O evento é promovido pela SOFELP, pela Faculdade de Educação da UNICAMP e pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da UNINOVE, tendo como objetivo debater a respeito das possibilidades de contribuição da Filosofia na formação de crianças e jovens nos Ensino Fundamental e Médio, dos futuros profissionais no Ensino Superior e, de modo especial, na formação dos Educadores.
Muito se tem falado e escrito a respeito da importância da Filosofia na formação humana e especialmente na formação das novas gerações, ainda que os caminhos atuais da sociedade apontem para direção, se não oposta, ao menos de não valorização da presença da Filosofia (e das Humanidades em geral) nos processos formativos. Os discursos educacionais têm apontado com mais ênfase para a formação direcionada ao mercado de trabalho e têm deixado de lado ou mesmo silenciado a respeito da necessidade de formação para o “mercado” mais importante que é o das trocas ou das interações humanas. Que entendimentos de formação humana têm presidido as propostas educacionais? Que entendimentos relativos às contribuições da Filosofia têm estado presentes nas falas que a propõem como componente necessário nos vários níveis da educação formal e na vida em geral das pessoas?
Há entendimentos diversos presentes nos mais variados discursos educacionais relativos à formação humana e relativos ao papel da Filosofia aí (pois é disso que se trata). Que entendimentos são esses? Como trabalhar com eles e como vê-los na ótica da própria Filosofia?
Trata-se de temática pertinente à área da Filosofia da Educação e o convite é para que os profissionais desta área venham trazer suas contribuições ao debate e também para encaminhamentos produtivos relativos ao papel formativo da Filosofia.
À vista do tema geral e das considerações acima são indicados os seguintes eixos temáticos em torno dos quais palestras, comunicações e apresentação de pôsteres serão realizadas:
Filosofia e Formação Humana: um tema central para a Filosofia da Educação.
Papel formativo da Filosofia tal como visto ou apresentado na tradição filosófica.
Papel formativo da Filosofia na visão de pensadores de países de Língua Portuguesa.
Papel da Filosofia na Formação de Educadores.
Papel formativo da Filosofia no Ensino Superior.
Papel formativo da Filosofia no Ensino Médio.
Papel formativo da Filosofia no Ensino Fundamental.
Local:
Av. Érico Veríssimo, 800.
Cidade Universitária "Zeferino Vaz".
CEP:13083-851.
Campinas-SP.
Outras informações em
http://www.fe.unicamp.br/sofelp/index.html
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Formação de Professores e Política Pública: UNICAMP.
Formação de professores e programas institucionais: políticas públicas em contexto.
O evento “Formação de professores e programas institucionais: políticas públicas em contexto” é uma iniciativa da Comissão Permanente de Formação de Professores (CPFP) cujo intuito é refletir sobre a formação docente na universidade e os programas institucionais no cenário das políticas educacionais em vigor, bem como partilhar o que se tem produzido nos projetos em andamento.
Tal iniciativa é uma dentre as ações que procuram consolidar uma cultura de valorização da formação de professores na Unicamp.
09h00 às 09h30 – Abertura.
09h30 às 11h30 – Mesa: “Programas institucionais de formação de professores na Unicamp”.
11h30 às 13h15 – Almoço.
13h15 às 15h00 – Palestra: "O PIBID e a formação de professores: um entrelugar".
Profª Dra. Luiza Helena da Silva Christov (IA – Unesp/São Paulo).
15h00 às 15h45 – Café e Lançamento dos Livros do PIBID.
15h45 às 16h15 – Inauguração dos Laboratórios do LIFE (NAE e ED03).
16h15 às 17h15 – Oficina de Criação Sonora (LIFE – ED03).
Profa. Dra. Adriana do Nascimento Araujo Mendes (IA – Unicamp).
Informações em http://www.fe.unicamp.br/eventoCPFP2014/
sábado, 15 de novembro de 2014
A escola no contexto indígena: fronteira e tensões.
SEMINÁRIO:
De 24 a 26 de novembro de 2014, das 9h30 às 17h, no Salão Nobre da FE-Unicamp.
Programação: (http://www.fe.unicamp.br/servicos/eventos/2014/escola-contexto-indigena.pdf).
Inscrições: (http://www.fe.unicamp.br/dform/gera.php?form=indigena).
Realização: Grupo de Pesquisa em Educação, Linguagem e Práticas Culturais (Phala/FE-Unicamp).
Fonte: Associação de Leitura do Brasil.
Atitude e Superação: alfabetizadora, aprendeu a ler e escrever aos 36 anos.
(Crédito: Arquivo IPF).
Ana Luísa Vieira, do Promenino, com Cidade Escola Aprendiz.
“Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender”
Paulo Freire, no livro “Pedagogia da Autonomia”.
Dona Maria da Penha é lembrada na comunidade de Santa Rita, localizada em Nova Iguaçu, município da Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, por ser imbatível nas contas. Vendedora de doces, a senhora de 86 anos conquista pela conversa e pelos preços camaradas. Em 2012, durante um bate-papo de fim de tarde, uma de suas freguesas, Laudiceia Ferreira da Cruz, mais conhecida pela vizinhança como Lalá, notou que Maria, tão eficaz na hora de lidar com o dinheiro, não sabia ler nem escrever.
Lalá não teve dúvidas: convenceu a doceira a se matricular em um grupo de alfabetização de jovens e adultos que se reunia na igreja do bairro. “Dona Maria fez parte da minha primeira turma de educandos. A força dela é inspiradora para mim”, emociona-se a alfabetizadora do Projeto MOVA-Brasil, de 46 anos.
A história de vida de Lalá cruza-se com a de Maria em outro aspecto: ela própria só conseguiu se alfabetizar quando adulta, há dez anos, também graças ao MOVA-Brasil.
Mais de 13 milhões de brasileiros acima dos 15 anos ainda são analfabetos, aponta a mais recente Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). O estudo mostra ainda que 53,6% dessas pessoas moram na Região Nordeste. O Sudeste está em último lugar nessa lista. No estado do Rio de Janeiro, onde Laudiceia nasceu, a taxa de analfabetismo é de 4,95%. Na Paraíba, terra natal dos pais de Lalá, o problema atinge 18,62% da população.
De alfabetizanda a alfabetizadora
O trabalho infantil fez Laudiceia se afastar da escola. “Minha família era muito pobre e não tinha a noção que hoje eu tenho, de que o trabalho infantil faz muito mal. Trabalhar roubou o meu direito aos estudos quando criança”, afirma. Aos 11 anos, ela deixou o colégio. Estava na 2ª série, ainda aprendendo a escrever. Precisou se desligar para ajudar no sustento da casa. Ela e os quatro irmãos dividiam os pares de chinelo e o único ovo do almoço. Passou a trabalhar como cuidadora de uma idosa. Depois, arranjou um emprego de babá e também foi empregada doméstica. “Quando fiz 15 anos, cheguei a morar na residência dos meus patrões. Via minha família a cada 15 dias.”
O analfabetismo lhe causava problemas cotidianos. Não conseguia preencher uma simples ficha de emprego, tampouco ler o letreiro dos ônibus. “Muita gente maldosa me indicava o transporte errado. Hoje, se eu puder, até levo a pessoa ao local desejado se percebo que ela tem o mesmo problema que eu tinha”, conta.
A oportunidade de voltar à sala de aula veio quando Lalá tinha 36 anos. À época, já era mãe de quatro filhos (Julio Cesar, Juliana, Priscila e Mariana) e estava grávida de Letícia – o caçula, Renato, nasceu menos de dois anos depois. “Todos eles tiveram a chance que eu não tive na infância, a de estudar”, ressalta orgulhosa.
Lalá se lembra bem de como o MOVA apareceu em sua vida. “Uma alfabetizadora bateu lá em casa perguntando se eu não tinha interesse em retomar os estudos. Achava difícil, já tinha passado dos 30, minhas meninas eram pequenas. A moça foi insistente... Ela me incentivou a ponto de conseguir um carrinho de bebê, para que eu pudesse levar a Mariana do trabalho até a sala de aula”, relembra, contando que as outras crianças ficavam com a avó.
Foi a educadora Lucilene Michele de Azevedo quem atentou para a dificuldade da família. Ela deixou uma lição prática, da qual Lalá jamais se esqueceu – a mesma que faz questão de repassar a seus alfabetizandos: “Saiba que tudo o que se planta dá”.
A fim de melhorar a alimentação da família, fez uma horta no quintal e passou a vender verduras. Conheceu também uma ONG, chamada Rede de Mulheres, que estimula a ajuda mútua entre as moradoras do bairro. Uma das atribuições do MOVA é fazer o educando entender a própria comunidade e se sentir parte dela, o que Paulo Freire chamava de Leitura do Mundo.
Uma nova realidade
“O jeito cidadão do MOVA me incentivou a voltar a estudar e a entender o mundo. Até então, eu não sabia quais eram meus direitos e deveres”, diz Lalá, sem se esquecer do dia em que aprendeu a letra L. “Chorei muito e olhava o papel sem parar. Decidi me esforçar para aprender logo o nome dos meus filhos. A cada aula, eu me envolvia mais.”
O curso de alfabetização do MOVA, de sete meses, a preparou para o Supletivo. Anos depois, quando soube que Lalá o havia concluído, Lucilene Michele novamente bateu à sua porta. Dessa vez, para convencê-la a fazer um teste de capacitação para ser alfabetizadora do MOVA-Brasil.
E assim a história se fez. Lalá ganhou sua primeira turma em 2012. “A metodologia de Paulo Freire é diferenciada. No MOVA há roda de conversa, Círculos de Cultura... Os temas geradores das aulas são relacionados ao dia a dia dos adultos. Tanto o educador quanto o educando são participativos e presentes. É um método que nos torna cidadãos.”
Em 2012, Lalá tinha 20 nomes na lista de chamada. Nesta segunda turma, de 2014, são 19 alfabetizandos. “Fiquei famosa no bairro por ter aprendido a exigir os meus direitos. Antes, eu era muito quieta. Hoje participo até de panelaço, se for preciso. Muita gente me procura para que eu ajude a tirar documento, a conseguir vaga no hospital. Ano que vem, quero fazer faculdade de Serviço Social. É um grande sonho! Acho que levo jeito, né?”.
O que é o MOVA-Brasil?
Criado em 2003, é um projeto do Instituto Paulo Freire (IPF), em parceria com a Petrobras e a Federação Única dos Petroleiros (FUP). Tem atuação em 11 estados e já formou mais de 200 mil brasileiros, além de 10 mil alfabetizadores. A base do MOVA-Brasil é o MOVA-SP, lançado em 1989, época em que o educador Paulo Freire (1921-1997) foi secretário municipal de Educação de São Paulo. Em 2012, a presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei 12.612, que declara Freire como Patrono da Educação Brasileira.
Fonte: Fundação Promenino. Acesso em http://www.promenino.org.br/noticias/reportagens/vitima-do-trabalho-infantil-laudiceia-cruz-hoje-alfabetizadora-aprendeu-a-ler-e-escrever-aos-36-anos?utm_source=emailmanager&utm_medium=email&utm_campaign=Boletim_93
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
“Ensinar e Aprender: coordenação pedagógica e formação docente”.
Trata-se da Mesa-Redonda "Coordenação Pedagógica e Formação Docente". Convidadas: Patrícia Regina Infanger Campos (Doutoranda Gepec/FE-Unicamp), Adriana Stella Pierini (Gepec/FE-Unicamp) e Profa. Dra. Ana Maria Falcão de Aragão (FE-Unicamp).
Lançamento do livro “Ensinar e Aprender: coordenação pedagógica e formação docente”, de Patrícia Regina Infanger Campos (Ed. Loyola, 2014).
Data: 09 de dezembro de 2014.
Horário: 19h às 21h.
Local: Salão Nobre da FE-Unicamp.
Realização: Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Continuada (Gepec/FE-Unicamp).
Inscrições em http://www.fe.unicamp.br/dform/gera.php?form=coordped
domingo, 2 de novembro de 2014
Neuropsicologia - Curso Virtual.
Objetivo:
-Propiciar conhecimentos básicos referentes às funções cerebrais, seus mecanismos e processos;
-Conhecer as principais patologias do sistema nervoso central e suas correlações anátomo- funcionais;
-Investigar o funcionamento cerebral através da avaliação neuropsicológica e fazer inferências sobre as habilidades e dificuldades de um paciente;
-Estabelecer a presença ou não de disfunção cognitiva através da avaliação neuropsicológica;
-Auxiliar o médico solicitante no diagnóstico diferencial;
-Contribuir para o planejamento de um tratamento através da investigação das forças e fraquezas de um paciente;
-Acompanhar a evolução de quadros neurológicos em relação ao tratamento medicamentoso, cirúrgico ou de reabilitação.
Unidades de Estudo Módulo I:
-Neuroanatomia para neuropsicólogos - Conceitos Anatômicos Básicos em Neuropsicologia
-Especializações das funções da córtex cerebral
-Especialização hemisférica--Principais patologias do SNC.
Módulo II - Neuropsicologia:
- Aspectos históricos e situação atual;
-Aspectos metodológicos e instrumentais da avaliação neuropsicológica (objetivos, indicações, baterias fixas e flexíveis, vantagens e desvantagens, escolha do instrumento, etc).
Módulo III - Memória:
-Síndromes amnésticas e distúrbios de memória nas demências;
-Envelhecimento normal e patológico;
-Memória e depressão, Doença de Alzheimer, Parkinson, TDAH, etc
-Avaliação neuropsicológica da memória;
-Interpretação qualitativa e quantitativa dos dados.
Módulo IV - Funções executivas:
-Neuroanatomia dos lobos frontais;
-Funções executivas ( processos cognitivos de iniciação, planejamento, produção de hipóteses, formulação de um objetivo, flexibilidade cognitiva, regulação, julgamento, utilização de feedback, síntese, atenção e auto- percepção);
-Alterações comportamentais e lobos frontais;
-Avaliação neuropsicológica das funções executivas e dos distúrbios comportamentais.
Módulo V - Linguagem:
-Processamento da linguagem- Modelos anátomo-funcionais;
-Neuropsicologia da linguagem;
-Quadros afásicos;
-Avaliação da linguagem expressiva e compreensiva (fluência verbal, nomeação, compreensão e leitura escrita).
Módulo VI - Percepção (gnosias), praxias e habilidades visuoconstrutivas:
-Processos perceptivos e sua correlação anátomo- funcional;
-Agnosia visual, auditiva, astereoagnosia, negligências unilaterais, etc), tipos de apraxias, etc;
- Avaliação dos distúrbios de percepção, apraxias e distúrbios visuoconstrutivos.
Módulo VII - Neuropsicologia Infantil:
-Neuropsicologia do desenvolvimento
-Distúrbios de aprendizagem
-Avaliação neuropsicológica infantil.
Módulo VIII - Demências e Práticas em Avaliação:
-Demências corticais (DA, Fronto-temporais, etc)
-Demências sub-corticais( Parkinson, etc)
-Outras demências
- Estudo de casos clínicos
- Vídeos comentados de avaliações neuropsicológicas.
Bibliografia Básica:
-Lezak,M.D. Neuropsychological Assessment
-Compêndio de Neuropsiquiatria, Yudofsky S, Hales R- Artes Médicas,1996
-Fundamentos da Neurociência e do comportamento, Kandel Eric
-Neuropsychiatry, Neuropsychological, and Clinical Neuroscience, R, Joseph
-Principles of Behavioral and Cognitive Neurology, Mesulan.
Realização Ciclo CEAP - Centro de Estudos Avançados de Psicologia.
Há 24 anos capacitando e desenvolvendo pessoas
Outras informações Av. Contorno, 4852 - 9º Andar - Funcionários - Belo Horizonte / MG - 30110-032
Tel.: (31)3221.9071 e no site www.cicloceap.com.br
sábado, 11 de outubro de 2014
IX Encontro Saúde e Educação Para Cidadania.
Datas Importantes:
Inscrição de Trabalhos no Encontro: 15 de setembro a 15 de outubro.
Inscrição de Encontristas: 15 de setembro a 06 de novembro.
Avaliação dos Resumos: 15 a 22 de outubro.
Divulgação dos resultados da avaliação (pelo site do congresso): Até 31 de outubro.
Correção dos resumos (pelos autores): 01 a 05 de novembro.
Comunicado aos autores (data, horário e local da apresentação): Até 05 de novembro.
Inscrição para mini-cursos e oficinas: 15 de setembro a 06 de novembro.
Realização mini-cursos e oficinas: 10 de novembro.
Sessão de abertura do Encontro: 11 de novembro às 09h.
Encerramento do Encontro: 11 de novembro às 17h.
PARTICIPANTES:
A inscrição de trabalhos no Encontro é aberta aos docentes, técnico-administrativos e estudantes da UFRJ (bolsistas ou não), membros de equipes de programas e projetos de extensão da UFRJ e de outras instituições.
Também aceitamos trabalhos e relatos de experiências de todas as entidades ou profissionais que trabalham ou estudam a temática anual do evento.
INSTRUÇÕES PARA PREPARAR TRABALHOS/RESUMOS:
O resumo do trabalho inscrito no Encontro deverá:
a) estar redigido em português;
b) ter no mínimo 250 e no máximo 300 palavras;
c) ser objetivo e conciso;
d) oferecer as seguintes informações essenciais: introdução, objetivos, procedimentos metodológicos,
principais resultados e conclusões.
e) o trabalho deve estar vinculado a um projeto ou ser um relato de experiência do cotidiano escolar ou de organização social da área de Educação e Saúde.
O conteúdo do trabalho é de responsabilidade do autor.
IMPORTANTE!
• Resumos que não cumpram com as exigências descritas não serão aceitos.
MODALIDADES DE APRESENTAÇÃO DO TRABALHO:
A apresentação do trabalho no Encontro poderá ser feita na modalidade oral e pôster.
Na modalidade oral, os Projetos ou Relatos de Experiência deverão apresentar seus trabalhos em mesas-redondas com participação das Instituições parceiras (por exemplo, Secretarias de Educação, de Cultura, de Saúde, de Direitos Humanos, dentre outros) órgãos financiadores (Ministérios, FAPERJ, CNPq, CAPES, etc.), organizações sociais e público interessado na área.
A opção pela modalidade preferencial de apresentação deverá ser indicada no momento da inscrição do trabalho.
Os avaliadores e os coordenadores do Encontro poderão alterar a forma de apresentação do trabalho conforme a disponibilidade das sessões.
É vedada a apresentação de trabalho em língua estrangeira.
Orientações para os resumos estendidos:
• Tamanho do texto mínimo de 6 (seis) e máximo de 8 (oito) laudas de texto, Incluídos os resumos e as referências bibliográficas;
• Formatação tamanho A4, editor de texto Word, margens : esq. e sup. = 3,0 cm, dir. e inf. = 2,0 cm, fonte Arial 12, espaçamento entre linhas 1,5;
• Título, nome dos autores, vinculação acadêmica ou institucional e email (alinhados à esquerda);
• Resumo máximo de 800 caracteres com espaços e mínimo de 400 caracteres com espaços;
• Palavras-chave mínimo de três palavras-chave;
• Referências bibliográficas no corpo do texto (indicação do sobrenome em caixa alta) e ao final (referências por ordem alfabética, completas, observadas as normas da ABNT: NBR-6023);
• Notas ao final de cada página;
• Diagramas, quadros e tabelas numerados seqüencialmente, com título e fonte, e referenciados no corpo do trabalho. Salientamos que mesmo com imagens o número máximo de laudas permanece o mesmo;
• Autoria e co-autoria: possibilidade de ser autor de apenas um trabalho por modalidade e co-autorias sem limite.
ATENÇÃO: Os resumos estendidos deverão ser enviados no prazo estabelecido para o e-mail (programa.saudeeducacao@gmail.com).
Avaliação dos Trabalhos:
1. Avaliação e Revisão dos Resumos
Cada resumo inscrito será avaliado por pelo menos um parecerista.
O resumo inscrito poderá:
a) ser aceito na forma apresentada;
b) ter aceite condicionado à revisão do texto;
c) ser rejeitado.
Após a divulgação dos resultados da avaliação os autores devem acessar o site do Encontro para certificarem-se da necessidade ou não de revisão dos trabalhos inscritos. A falta de atendimento às condições recomendadas pelos avaliadores resultará em rejeição do trabalho.
Todos os trabalhos aceitos serão publicados nos Anais do Encontro.
2. Avaliação dos Trabalhos
O avaliador receberá o resumo de cada trabalho a ser avaliado e uma ficha com os critérios que deverá observar durante a apresentação.
A Comissão avaliará os trabalhos observando os seguintes critérios:
a) Natureza acadêmica (indissociabilidade entre extensão, ensino e pesquisa; interdisciplinaridade; impacto na formação do estudante; capacidade de geração de publicações e outros produtos acadêmicos; integralização das atividades de extensão como créditos curriculares dos respectivos cursos);
b) Relação com a sociedade (impacto social; relação dialógica com a sociedade).
Para maiores informações ligue para o número (021) 2562-6490 ou mande um e-mail para (informasaudeeducacaoccsufrj@gmail.com).
Trabalhos até 25 de outubro.
Programa Saúde e Educação para a Cidadania.
Coordenação de Projetos Especiais CCS/UFRJ.
Decania do Centro de Ciências da Saúde - UFRJ.
Av. Carlos Chagas Filho, 373 - Bloco K - 2º andar - sala 20.
Telefone:21 - 39386490.
www.ccs.ufrj.br
Acesse nosso Blog: http://saudeeducacaocidadaniaextensaoufrj.blogspot.com/
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Justiça Vidente: Notícias do Blog da Audiodescrição.
Artigo de Fábio Adiron.
Segundo a Enciclopédia de Filosofia de Christoph Lumer, a justiça é um conceito abstrato que se refere a um estado ideal de interação social em que há um equilíbrio razoável e imparcial entre os interesses, riquezas e oportunidades entre as pessoas envolvidas em determinado grupo social. Suas concepções e aplicações práticas variam de acordo com o contexto social e sua perspectiva interpretativa, sendo comumente alvo de controvérsias.
Justiça: ver descrição abaixo
Em Roma, a Justiça era representada por uma estátua, com olhos vendados, que simbolizava seus valores máximos onde "todos são iguais perante a lei" e "todos têm iguais garantias legais", ou ainda, "todos têm iguais direitos". A justiça deveria buscar a igualdade entre os cidadãos. No entanto, como diria o sábio Millôr Fernandes: "a justiça é cega, sua balança desregulada e a sua espada sem fio".
Apesar de termos comemorado a nomeação do Dr Ricardo Tadeu Marques da Fonseca como primeiro juiz cego do país em 2009 temos de reconhecer que o nosso sistema judiciário é completamente hostil às pessoas cegas. Alguém sabe, nesses últimos 5 anos, quem foi nomeado como o 2º juiz cego do Brasil? E é não é por falta de advogados cegos no país. Segundo a OAB são mais de mil profissionais.
Aliás, não só às pessoas cegas, diga-se de passagem. A maioria dos nossos fóruns não tem acessibilidade física, as pessoas com deficiência intelectual não têm direito a falar por si mesmas e eu nunca ouvi falar que existam intérpretes de Libras nos tribunais.
O próprio sistema de processo judicial eletrônico adotado pelo judiciário não tem acessibilidade para advogados cegos, o que impede que eles possam trabalhar autonomamente (precisam pedir ajuda de colegas para protocolar uma simples petição eletrônica). Quando essa questão foi contestada no Supremo Tribunal Federal como sendo uma afronta constitucional ao direito à acessibilidade preconizado pela Convenção Internacional de Proteção aos Direitos dos Deficientes da Organização das Nações Unidas (que tem força constitucional no nosso país), o senhor presidente do STF negou o acesso alegando que não era uma questão relevante. O mesmo senhor ministro que bradava em outros julgamentos que a constituição tinha sido rasgada preferiu rasgar seu exemplar por conta própria.
No mês passado, mais uma decisão do STF deixou os cegos de fora do mundo real, flexibilizando a norma que obrigava as emissoras de televisão a oferecer audiodescrição em todos os seus programas num prazo de 11 anos. Pela “flexibilização”, o prazo que vale é de 10 anos, mas apenas para 2 horas de programação por dia, ou seja, as pessoas cegas não têm escolha do que assistir ou a que horas assistir televisão com acessibilidade de fato.
Quem escolhe o conteúdo e o horário são as pobres emissoras de televisão que não tem verba para investir em acessibilidade mas podem colocar 32 câmaras para transmitir um jogo de futebol.
É uma pena que a justiça não seja cega. Se fosse, ela perceberia a importância de ser acessível.
Saiba mais sobre a audiodescrição e o judiciário brasileiro.
Descrição da imagem: uma charge onde um professor mostra a imagem da estátua da justiça (olhos vendados, uma balança equilibrada numa das mãos e uma espada em outra) e pergunta por que a justiça tem os olhos tapados. Um dos alunos responde que é porque ela deve estar envergonhada.
Fonte: Artigo de Fábio Adiron, publicado no blog Xiita da Inclusão. Acesso em
http://www.blogdaaudiodescricao.com.br/2014/10/justica-vidente-artigo-de-fabio-adiron.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+BlogDaAudiodescricao+%28Blog+da+Audiodescri%C3%A7%C3%A3o%29
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
I Seminário Internacional Inclusão Escolar: práticas em diálogo.
CENTRO DE EDUCAÇÃO E HUMANIDADES - INSTITUTO DE APLICAÇÃO FERNANDO RODRIGUES DA SILVEIRA.
UERJ – CAp-UERJ – de 21 a 23 de outubro de 2014.
APRESENTAÇÃO
O I Seminário Internacional Inclusão Escolar: práticas em diálogo será realizado pelo Instituto
de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira – CAp-UERJ – no período de 21 a 23 de outubro
de 2014, no Campus Maracanã da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Este evento
consiste em uma ação originada no Projeto PRODOCÊNCIA intitulado “Apoio à formação e
capacitação de professores: adequação e elaboração de recursos didático-pedagógicos e
espaço físico na perspectiva da inclusão educacional”, articulada conjuntamente com o Projeto
PIBID Edital nº 61/2013.
Lidar com a inclusão escolar de alunos com necessidades educacionais especiais, assim como
lidar com as demais diferenças culturais, tem sido uma experiência amplamente desafiadora
para as Instituições educacionais, da educação básica ao ensino superior, e para todos os seus
profissionais. Esse desafio necessita ser enfrentado com compromisso político, ética e
competência. E, portanto, faz-se de fundamental importância a garantia de diálogo entre os
sujeitos que se envolvem e se dedicam a lidar com o trabalho pedagógico nesta perspectiva.
Na universidade, comumente se privilegia a reflexão teórica. No entanto, no interior das
escolas, onde a inclusão acontece, faz-se necessário o desenvolvimento de procedimentos,
estratégias e recursos de ensino diferenciados que garantam efetivas aprendizagens pelos
diferentes sujeitos. Acreditamos que o diálogo entre sujeitos de diferentes campos –
universidade, gestão pública e escolas – cria a possibilidade de uma experiência formativa mais
significativa, quebra algumas barreiras do desafio de unir a prática à teoria, dando a
importância devida a ambas. Além disso, torna presentes os princípios éticos e humanísticos,
ao lidarmos com as limitações e desafios institucionais e do sistema de ensino; os limites da
atuação docente; a diversidade humana e as diferenças que sempre estão presentes nas salas
de aula.
O contexto do encontro e do diálogo colabora para uma percepção mais ampla das múltiplas
alternativas que poderão garantir reflexões sobre aspectos como a diferenciação no ensino
que torne efetiva a aprendizagem dos alunos, do mesmo modo que favorece a construção de
um espaço escolar mais a equidade para todos.
OBJETIVOS:
O objetivo dos organizadores do evento é reunir educadores, gestores, licenciandos e
pesquisadores de diferentes espaços de atuação educacional/pedagógica, de forma a
congregar profissionais e interessados na área da inclusão escolar/educação especial desde a
esfera municipal à esfera internacional, para dialogar sobre práticas pedagógicas que vêm
sendo engendradas nos diferentes ambientes, pelos sujeitos, tendo como foco o debate sobre
a inclusão escolar.
COMISSÃO ORGANIZADORA:
Drª. Aline Simas (CAp-UERJ),
Drª. Andrea da Paixão Fernandes (CAp-UERJ),
Drª. Andrea da Silva Marques Ribeiro (CAp-UERJ),
Bárbara Terra Nova (Aluna PPGEB/UERJ),
Drª. Bárbara Balzana M. Pires (CAp-UERJ),
Drª. Claudia Hernandez Barreiros Sonco (CAp-UERJ),
Daniele Emilia Santos Rodrigues (servidor técnico-administrativo PPGEB/UERJ),
Dr. Ilydio Pereira de Sá (CAp-UERJ),
Drª.Jonê Carla Baião (CAp-UERJ),
Drª. Lidiane Aparecida de Almeida (CAp-UERJ),
Dr. Lincoln Tavares Silva (CAp-UERJ),
Luciana de Barros Oliveira (Aluna PPGEB/UERJ),
Msª.Márcia Marin (Colégio Pedro II),
Drª. Maria Beatriz Dias da Silva Maia Porto (CAp-UERJ),
Ms. Miguel Tavares Mathias (CAp-UERJ),
Nathália Chianello (Aluna PPGEB/UERJ),
Drª. Patrícia Braun (CAp-UERJ),
Renata Corrêa Anná (servidor técnico-administrativo PPGEB/UERJ),
Msª. Valéria de Oliveira Silva (Rompendo Barreiras/UERJ).
COMISSÃO CIENTÍFICA:
Drª. Andrea Farias de Castro (IFHT/UERJ),
Drª. Anna Augusta Sampaio de Oliveira (UNESP/Marília),
Drª. Cátia Walter (PROPEd/UERJ),
Drª. Cláudia Cristina Andrade (CAp-UERJ),
Dr. Edson Hely Silva (CAp-UFPE),
Drª. Fernanda Coelho Liberali (PUC-SP),
Dr. Guillermo Arias Beatón - Presidente Cátedra Vygotski - Professor Titular da Faculdade de
Psicologia (Universidade de Havana/Cuba),
Drª. Jacqueline de Fátima dos Santos Morais (FFP/UERJ),
Drª. Juliana Rodrigues Barcellos (CAp-UERJ),
Drª. Leila Regina d’Oliveira Nunes (PROPEd/UERJ),
Drª. Mara Monteiro da Cruz (CAp-UERJ),
Drª. Márcia Denise Pletsch (UFFRJ/Nova Iguaçu),
Drª. Maria da Conceição de Carvalho Rosa (CAp-UERJ),
Drª. Mercês Cunha Mendonça (CEPAE-UFG),
Drª. Mônica de Medeiros Villela (CAp-UERJ),
Drª. Rita Frangella (EDU-UERJ),
Dr. Rogério Neves (ILE-UERJ e Colégio Pedro II),
Drª. Rosana Glat (PROPEd/UERJ).
COMISSÃO DE EDITORAÇÃO:
Msª Débora Lage (CAp-UERJ),
Atílio José Grigoli (CAp-UERJ – técnico-administrativo).
PÚBLICO ALVO:
Professores/as de diferentes instituições de educação básica, estudantes de licenciaturas,
professores/as universitários/as, pesquisadores/as e demais participantes e/ou interessados
em participar de debates sobre os processos de inclusão escolar.
Dias da semana 3ª, 4ª e 5ª feira.
Local: Rua São Francisco Xavier, 524- UERJ Maracanã, Auditório 111.
Período de Realização do Curso de 21 a 23 de outubro de 2014, de 8h às 18h.
Informações gerais em (http://www.cepuerj.uerj.br/app_upload/(PROJETO%20SEMINARIO%20INCLUSÃO%20-%20VERSÃO%20FINAL%20-%20AGOSTO%20-%20Infor…).pdf )
Fonte: UERJ.
Acesso em http://www.cepuerj.uerj.br/desc_eventos.aspx?evento=46
domingo, 21 de setembro de 2014
I Seminário Internacional de Inclusão Escolar.
Uerj promove congresso sobre Letras e seminário sobre Educação.
Estão abertas inscrições para dois eventos ligados à área de educação, promovidos pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro: “I Seminário Internacional Inclusão Escolar: práticas em diálogo” e “IX Congresso da Pós-Graduação em Língua Portuguesa da Faculdade de Formação de Professores – Português: Língua do Mundo”.
No campus Maracanã, acontece o primeiro seminário, entre os dias 21 e 23 de outubro. O objetivo do evento é discutir como lidar com a inclusão de crianças, adolescentes e adultos com necessidades educacionais especiais nas escolas chamadas outrora de regulares, assim como lidar com as demais múltiplas diferenças culturais. O público alvo é composto por professores de diferentes instituições de educação básica, estudantes de licenciaturas, professores universitários, pesquisadores e demais participantes e/ou interessados em participar de processos de inclusão escolar. Inscrições abertas até o dia 10 de outubro.
Já o campus São Gonçalo sedia, de 03 a 07 de novembro, o congresso que tem por tema “Português: Língua do Mundo”. É um evento de caráter permanente que já recebeu nomes como Evanildo Bechara e Marina Colasanti, entre outros. Esta edição do congresso tem por objetivo incentivar, valorizar e divulgar iniciativas, propostas e projetos nacionais e internacionais que têm como interesse principal o estudo e a pesquisa do português como parte da lusofonia, uma língua transnacional, uma língua nacional ou aprendida em todo o mundo, daí o título que lhe foi conferido. Inscrições até 27 de outubro.
As inscrições podem ser feitas online no site do Centro de Produção da Uerj (www.cepuerj.uerj.br). Lá também é possível encontrar todas as informações.
I Seminário Internacional Inclusão Escolar: práticas em diálogo>>>
Período de Inscrição: de 04/07/2014 a 10/10/2014.
Lidar com a inclusão de crianças, adolescentes e adultos com necessidades educacionais especiais nas escolas chamadas outrora de regulares, assim como lidar com as demais múltiplas diferenças culturais, tem sido uma experiência amplamente desafiadora para instituições educacionais e para todos os seus profissionais. Esse desafio necessita ser enfrentado com compromisso político, ética, amorosidade e competência. E, portanto, faz-se de fundamental importância o favorecimento do diálogo entre os sujeitos que se envolvem e se dedicam a enfrentar esse desafio. Na universidade, comumente se privilegia a reflexão teórica. No entanto, no interior das escolas, onde a inclusão acontece, faz-se necessário o desenvolvimento de procedimentos, estratégias e recursos de ensino diferenciados que garantam efetivas aprendizagens pelos diferentes sujeitos. Acreditamos que o diálogo entre sujeitos de diferentes campos - universidade, gestão pública e escolas - cria a possibilidade de uma experiência formativa mais significativa, quebra algumas barreiras do desafio de unir a prática à teoria, dando a importância devida a ambas. Além disso, torna presentes os princípios éticos e humanísticos, ao lidarmos com as limitações e desafios institucionais e do sistema de ensino; os limites da atuação docente; a diversidade humana e as diferenças que sempre estão presentes nas salas de aula. Esse é o objetivo das/os organizadoras/es do "I Seminário Internacional Inclusão Escolar: práticas em diálogo": reunir educadoras/es, gestoras/es e pesquisadoras/es de diferentes lugares do Rio de Janeiro, do Brasil, da América Latina e do planeta para dialogar sobre as alternativas que vêm sendo engendradas nos diferentes espaços por seus diferentes sujeitos. O contexto do encontro e do diálogo colabora para uma percepção mais ampla das múltiplas alternativas que poderão garantir uma diferenciação no ensino que torne efetiva a aprendizagem de todos e fazer diferente para garantir a equidade.
Público alvo:
Professores/as de diferentes instituições de educação básica, estudantes de licenciaturas, professores/as universitários/as, pesquisadores/as e demais participantes e/ou interessados em participar de processos de inclusão escolar.
Dias da semana:
3ª, 4ª e 5ª feira.
Local:
Rua São Francisco Xavier, 524- UERJ Maracanã, Auditório 111.
Período de Realização do Curso
de 21 a 23 de outubro de 2014, de 8h às 18h.
Coordenação:
Professora Cláudia Hernandez Barreiros Sonco.
Folder
Arquivo editável para que os participantes do evento encaminhem os trabalhos:
Template para relato de experiências
Informações gerais/ Inscrição para o evento.
Valor:
De 04 de julho até 31 de agosto:
Profissionais da educação, estudantes de pós-graduação e demais participantes – R$ 50,00
Estudantes de graduação – R$ 30,00.
De 01 de setembro até 10 de outubro:
Profissionais da educação, estudantes de pós-graduação e demais participantes – R$ 65,00
Estudantes de graduação – R$ 40,00
Contato:
CENTRO DE PRODUÇÃO DA UERJ.
Rua São Francisco Xavier, 524.
Maracanã, Rio de Janeiro, RJ.
1º andar, Bloco A, Sala 1006.
CEP: 20559-900.
Horário de atendimento na recepção: de 2ª a 6ª feira, das 09h às 18h.
Teleatendimento: (21) 2334-0639, de 2ª a 6ª feira, das 09h às 18h.
E-mail: cepuerj@uerj.br
Acesso em http://www.cepuerj.uerj.br/app_upload/Folder%20I%20Semi%20Internacional%20Inclus%20Escolar%20-%20Final.pdf
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Mestrado: Linguística; Literaturas de Língua Inglesa; Literatura Portuguesa; Literatura Brasileira; Língua Portuguesa; Teoria da Literatura e Literatura Comparada.
O Instituto de Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro abre inscrição para cursos na área de Mestrado: Linguística; Literaturas de Língua Inglesa; Literatura Portuguesa; Literatura Brasileira; Língua Portuguesa; Teoria da Literatura e Literatura Comparada. Já para quem procura Doutorado, terá turmas de: Literatura Comparada e Língua Portuguesa.
Sobre os cursos:anote na agenda**>
Mestrado em Linguística - Visa a fomentar o conhecimento e a pesquisa em estudos da linguagem, tanto para os alunos que desejam continuar uma carreira acadêmica, como para aqueles cujas atuações demandem conhecimento especializado em linguagem ou com ele estabeleçam interseções, tais como: ensino de língua materna e estrangeira, fonoaudiologia, comunicação social, psicologia, sociologia, tecnologias de informação e comunicação.
Mestrado em Literaturas de Língua Inglesa - Promoverá pesquisas avançadas e renovadoras acerca de questões literárias, críticas e culturais em língua inglesa. Sua estrutura curricular abre-se para uma compreensão transdisciplinar dos estudos literários, favorecendo um processo contínuo de reflexão que permita a professores e alunos conceber seus objetos de investigação para além da própria especialidade.
Mestrado em Literatura Portuguesa - Adotando uma perspectiva comparativa, tem por objetivo promover a reflexão sobre o diálogo do espaço temporal dessa literatura, isto é, o seu diálogo com outras literaturas, com o contexto, e entre obras de diferentes épocas, enfatizando o papel fundamental da época medieval. Busca contribuir para a tradição teórico-crítica dos estudos literários com a utilização de métodos da Nova História Cultural, da Filosofia e da Psicanálise na abordagem do texto literário, acentuando, dessa forma, a importância da interdisciplinaridade nesses estudos.
Mestrado em Literatura Brasileira - Atualizar e aprofundar os conhecimentos na área, numa perspectiva transdisciplinar em que os estudos de obras e autores são acompanhados de reflexões teóricas relacionadas às linhas de pesquisa do curso.
Mestrado em Língua Portuguesa - Atualizar, ampliar e aprofundar os conhecimentos na área, englobando contribuições que vêm de outros campos de estudos da linguagem, visando à formação de pessoal qualificado a pesquisar sobre a língua portuguesa e seu ensino, bem como para o exercício do magistério universitário.
Mestrado em Teoria da Literatura e Literatura Comparada - Tem por objetivo a atualização e o aprofundamento de conhecimentos na área, numa perspectiva transdisciplinar em que os estudos de obras e autores não se separam de contínua reflexão teórica sobre seus pressupostos e/ou fundamentos, especialmente a respeito dos conceitos primeiros de nacionalidade e literatura.
Doutorado em Literatura Comparada – Formar especialistas na pesquisa de alto nível e no ensino universitário da disciplina, bem como habilitar para atuar em campos conexos, como literaturas nacionais, teoria da literatura e estudos culturais.
Doutorado em Língua Portuguesa - Atualizar, ampliar e especializar os conhecimentos na área, englobando contribuições que vêm de outros campos do estudo da linguagem, visando à formação de pessoal qualificado a pesquisar sobre a língua portuguesa e seu ensino, bem como para o exercício do magistério universitário.
No site do Cepuerj (www.cepuerj.uerj.br) é possível encontrar mais informações e fazer inscrição online até o dia 03 de outubro.
CENTRO DE PRODUÇÃO DA UERJ -
Rua São Francisco Xavier, 524.
Maracanã, Rio de Janeiro, RJ.
1º andar, Bloco A, Sala 1006.
CEP: 20559-900.
Horário de atendimento na recepção: de 2ª a 6ª feira, das 09h às 18h.
Teleatendimento: (21) 2334-0639, de 2ª a 6ª feira, das 09h às 18h.
E-mail: (cepuerj@uerj.br). No site www.cepuerj.uerj.br
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