quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
EDUCAÇÃO INCLUSIVA: Desafio para professores na rede regular de ensino.
Por: ANTONIA DE FATIMA DE SOUSA DOS SANTOS. Pedagoga.
Trabalho apresentado a banca examinadora da Faculdade Gama e Souza em 2010, como requisito parcial para obtenção do GRAU de Licenciatura em Pedagogia.
Professora Orientadora: Christiane Maria Costa Carneiro Penha.
RESUMO:
O presente trabalho tem como objetivo discutir a importância da educação inclusiva de pessoas com necessidades educacionais especiais em rede regular de ensino.
A educação Inclusiva tem assumido uma importante posição nos debates educacionais nacionais e internacionais, embora as experiências no Brasil sejam ainda isoladas e pouco difundidas. A falta de formação sobre as especificidades do processo de ensino e aprendizagem das pessoas com necessidades especiais por parte dos professores tem sido apontado, frequentemente, como um dos principais obstáculos para a efetivação da inclusão escolar. Partindo desse pressuposto, a modalidade de ensino parece representar uma proposta educativa viável para a inclusão de pessoas com necessidades especiais em rede regular de ensino. Este trabalho discute sobre o fato de alguns professores da rede regular de ensino ainda não receberam uma formação adequada para atuarem em escolas que têm alunos com necessidades educacionais especiais incluídos, os profissionais da educação devem buscar novos meios de aprendizagem para que assim a criança com necessidades não seja um obstáculo em sua profissão e sim desafio onde faça com que a criança com necessidade possa se sentir parte da sociedade e que suas diferenças não sejam obstáculos mais uma busca constante para assim mostrar seus valores dentro e fora da escola.
Palavras-chave: educação inclusiva; formação de professores; desafio.
ABSTRACT:
This paper aims to discuss the importance of inclusive education for people with special educational needs in mainstream education. Inclusive education has assumed an important position in national and international educational debates, although the experiences in Brazil are still isolated and not very widespread. Lack of training on the specifics of the teaching and learning of people with special needs from teachers has been pointed out often, as a major obstacle for effective school inclusion. Based on this assumption, the mode of education seems to represent a viable educational proposal for the inclusion of people with special needs in mainstream education. This paper discusses the fact that some teachers in mainstream education has not received adequate training to work in schools that have students with special educational needs including, learning professionals must seek new ways of learning so that the child needs not be an obstacle in his profession, but where do challenge the child in need can feel part of society and that their differences are not obstacles more like a constant effort to show its values inside and outside of school.
Key - words: inclusive education, teacher training challenge.
I - INTRODUÇÃO:
Este trabalho está voltado para mostrar e evidenciar a realidade do cotidiano realizado pelo professor no processo de inclusão de pessoas com necessidades especiais em rede regular de ensino. Segundo AMARAL (2003).
A idéia de inclusão social "se baseia em princípios, tais como: a aceitação das diferenças individuais como um atributo e não como um obstáculo, a valorização da diversidade humana pela sua importância para o enriquecimento de todas as pessoas, o direito de pertencer e não ficar de fora". ( p.12).
O interesse pelo tema foi despertado no Curso de Pedagogia, durante o Curso tive a oportunidade de participar de aulas com diferentes temas, como a educação especial e Libras I e II (Língua Brasileira de Sinais), participando de algumas palestras coordenadas pela professora Christiane Maria Costa Carneiro Penha, que relatavam histórias da educação inclusiva e a prática pedagógica com alunos com necessidades educacionais especiais. Nessa trajetória, participei de várias atividades significativas, na qual conheci pessoas com necessidades especiais e sobre o estresse vivido por professores que estão a frente à inclusão de alunos especiais em rede regular de ensino. Esse conjunto de experiências me proporcionou leituras e interpretações sobre a vida das pessoas com necessidades especiais, suas potencialidades e as dificuldades que enfrentam, principalmente em função dos muitos mitos, estigmas e ainda existentes na sociedade brasileira.
Ao mesmo tempo, as experiências que tive me ajudaram a refletir sobre a inclusão educacional e a formação de professores necessária para atuar nesse processo. No decorrer do caminho, algumas indagações vêm me acompanhando. Como incluir alunos com necessidades especiais em rede regular sem que o professor sinta-se "incapaz" de lidar com eles? No processo de inclusão, que tipo de profissional pode dar um suporte adequado aos professores regulares? Será que o suporte de um professor especialista bastaria? Que formação deve ter esse profissional? Qual o seu papel diante da política de educação inclusiva? Que contribuições o seu trabalho vem dando para a inclusão dos alunos com necessidades especiais em rede regular de ensino? Estas são as questões que nortearam o estudo agora apresentado.
Assim, tendo como tema a "Educação inclusiva: desafio para professores na rede regular de ensino", este trabalho vem discutir a formação de professores diante do paradigma da educação inclusiva, a inclusão de um aluno com necessidades especiais em sala de aula regular. Aborda-se também as relações estabelecidas entre professores regulares, alunos e demais agentes escolares. E de que maneira os professores da educação encaram essa experiência.
O primeiro capítulo é introdutório, no segundo faremos reflexões a cerca da Educação Especial, a especificidade da Ed. Inclusiva. No terceiro capítulo abordamos os aspectos relativos a formação de professores. O quarto é destinado as conclusões deste estudo e finalmente as referências bibliográficas, que foram de total relevância, pesquisa e consulta para a construção do presente trabalho.
II - EDUCAÇÃO ESPECIAL:
Educação Especial é uma área que visa conhecer o trabalho e os conceitos da educação especial, ou altas habilidades que abrange desde a educação infantil até a educação superior. As instituições não podem negar a matrícula alegando não saber como lidar com o assunto.
A Educação Especial deve ser vista no contexto da Educação Geral, ou seja, o portador de necessidades especiais deve ser atendido no mesmo ambiente que o não-portador. A esta tendência chamamos de Educação Inclusiva, uma vez que o portador de necessidades especiais é inserido em classes regulares de ensino, sendo tão digno e merecedor da educação como qualquer outra pessoa.
O aluno com deficiência tem tanto direito de acesso à escola comum como qualquer outra criança sem deficiência. Esse direito, em nível de ensino fundamental, principalmente, é indisponível. Se ele possui deficiência mental, é preciso esperar do aluno o máximo possível e deve ser oferecido ao aluno toda a chance de conviver com pessoas da sua geração, com e sem deficiência, e de aprender o máximo que puder através do seu acesso a uma escola regular. A Lei de Diretrizes e Bases, diz que a educação é dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação. Em 1994, desta vez em Salamanca, Espanha, outra importante declaração foi assinada, produto da Conferência Mundial sobre Necessidades Educacionais Especiais: Acesso e Acessibilidade. É importante lembrar que na época foi reafirmado direito à Educação de todo indivíduo, de acordo com a Declaração dos Direitos Humanos da ONU (1948), que estabeleceu no seu artigo 26, ponto um (1), que toda pessoa tem direito à Educação e que a educação deve ser gratuita, pelo menos a correspondente ao ensino elementar fundamental (ONU, 1948).
Cabe ressaltar que na Declaração de Salamanca a expressão portador de deficiência foi substituído por portador de necessidades especiais. Isso vai além de uma simples mudança de terminologia. Uma das mais importantes recomendações da Declaração de Salamanca é que os países que possuam poucas escolas especiais ou que não as possuam, devam concentrar seus esforços no desenvolvimento de escolas inclusivas e serviços especializados, sobretudo, a capacitação de professores e o estabelecimento de recursos e equipamentos adequados
O termo necessidades educacionais especiais não se refere apenas às pessoas com deficiência, mas a todos os indivíduos que por diferentes motivos, em algum momento de suas vidas, necessitem de algum tipo de atendimento especial. As necessidades educacionais especiais não são provocadas somente por uma deficiência orgânica. Elas podem resultar de problemas sociais, culturais, entre outros, que interferem no processo de aprendizagem dos sujeitos.
Na Declaração de Salamanca (UNESCO, 1994) é proclamado que:
* toda criança tem direito fundamental à educação, e deve ser dada a oportunidade de atingir e manter o nível adequado de aprendizagem,
* toda criança possui características, interesses, habilidades e necessidades de aprendizagem que são únicas,
* sistemas educacionais deveriam ser designados e programas educacionais deveriam ser implementados no sentido de se levar em conta a vasta diversidade de tais características e necessidades,
* aqueles com necessidades educacionais especiais devem ter acesso à escola regular, que deveria acomodá-los dentro de uma Pedagogia centrada na criança, capaz de satisfazer a tais necessidades,
* escolas regulares que possuam tal orientação inclusiva constituem os meios mais eficazes de combater atitudes discriminatórias criando-se comunidades acolhedoras, construindo uma sociedade inclusiva e alcançando educação para todos; além disso, tais escolas provêem uma educação efetiva à maioria das crianças aprimoram a eficiência e, em última instância, o custo da eficácia de todo o sistema educacional ( p.1).
Cada aluno possui uma necessidade educacional especial específica, pois ela está intimamente relacionada à interação entre este aluno com os conteúdos a serem aprendidos. A necessidade educacional especial é individual e não é característica homogênea de um grupo também homogêneo, assim os recursos didáticos, metodologias, o currículo, entre outros, muitas vezes precisam ser diferenciados, num tempo e num espaço específicos.
Para a educação, o sujeito com deficiência é um "aluno especial", cujas necessidades específicas demandam recursos, equipamentos e níveis de especialização definidos de acordo com a condição física, sensorial ou mental. Numa sociedade tão preconceituosa e discriminadora como a nossa, muitos pais de educandos "ditos normais" ás vezes mostram-se, contrários a esta inclusão. Também alguns professores, coordenadores, diretores e funcionários, desinformados ou pouco esclarecidos, oferecem resistência a estas tentativas. De alguma forma a educação inclusiva veio ensinar à sociedade, de uma maneira geral, que as pessoas antes de serem portadoras de necessidades educativas especiais são seres humanos capazes e dotados de inúmeras possibilidades, com um grande potencial a ser trabalhado. Nada justifica o seu isolamento do convívio com outras pessoas, seja dentro ou fora da escola.
São muitas leis e projetos que tentam fazer com que todos os portadores de diferentes necessidades tenham sua vez na sociedade e na rede regular de ensino. Estima-se que no Brasil, cerca de 15 milhões de pessoas apresentam algum tipo de necessidade especial e na maioría das vezes estes individuos apresentam dificuldades de aprendizagem. Com a elaboração dos parâmetros curriculares nacionais onde se aborda a diversidade, temos no tocante a adaptação curricular a clara necessidade de adequar objetivos, conteúdos e criterios de avaliação de forma a atender as peculiaridades dos alunos com necesidades educacionais especiais.
O apoio, que emerge então como primeira medida propriamente pedagógica, expressa ao menos uma tomada de consciência fundamental: percebe-se que, em última instancia, a luta contra a desigualdade deve ser levada ao nível do próprio ensino."
(PERRENOUD, 2000, p. 34-35).
Como podemos constatar acima, o autor percebe esta prática como um aspecto positivo, Numa abordagem geral, um dos objetivos da educação inclusiva é que os alunos, aprendam a conviver em grupos, e que os profissionais da educação valorizem suas contribuições, respeitando suas caracteristicas e limitações. Os estudantes com deficiência, quando inseridos na Educação Regular, desenvolvem, da mesma forma, a apreciação pela diversidade individual, passando a adquirir experiências diretas e relativas. Ao oferecerem a eles condições de ensino, atendendo às suas especificidades, demonstrarão também crescente responsabilidade e aprendizagem acelerada.
As escolas e professores devem mostrar que são capacitados para entender como conviver com o diferente, a educação tem que acolher a todos sem exceção, é na escola que o individuo adquire a experiencia para toda vida.
Perrenoud explica que há alunos que se vê, a olho nu, que progridem normalmente. Estes o professor pode apenas acompanhar de longe, ao passo que existem alunos com grandes dificuldades e com estes o professor precisa acompanhar de perto e reservar tempo para estabelecer os diagnósticos precisos e individualizados que serão indispensáveis para intervir com eles.
Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às escolas organizar-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidade para todos. (MEC/SEESP, 2001).
Para que realmente exista uma educação inclusiva não basta somente espaços com rampas e banheiros adaptados, o projeto pedagógico e as práticas de ensino precisa ser revistas para que todos aprendam. Existem várias escolas especiais que fornecem condições de adaptações curriculares adaptados, mas o melhor é que toda criança com necesidades especiais frequente a rede regular de ensino, pois, o aluno com necesidades precisa de profissionais que demonstre atenção a este educando junto com outras crianças assim todos aprendem juntos com linguagens e outros meios, isso ajuda muito na interação dentro e fora da escola.
Vygotsky (1989) afirmava que,
As crianças com deficiências precisam compartilhar o processo educacional nos mesmos espaços sociais que as demais. Nessa premissa reside a possibilidade de que sejam minimizados os efeitos sociais que incidem sobre a deficiência. (p.61)
Na análise de Vygotski, a deficiência não delineia a personalidade da pessoa e sim as alterações nas relações sociais, nas formas de interação.
Uma escola que reconhece e valoriza as diferenças presentes em suas salas de aula, tem que se preocupar em trabalhar com os conteúdos, de modo que possam ser aprendidos de acordo com a capacidade de cada um. Isso não significa que os professores têm de ensinar individualmente ou adaptar currículos para este ou aquele aluno, pois, afinal, a escola não ensina um por um, mas coletivamente. O aluno com dificuldades de aprendizagem tem sua oportunidade de aprender, quando o professor acata o modo pelo qual ele aborda e responde às atividades que lhe são propostas.
O aluno por sua vez, não só vai continuar aprendendo aquilo que aprenderia, mas vai ter melhores ocasiões de apreender, ou seja, de reter aquilo que lhe foi ensinado, ainda mais se puder trabalhar em grupo e compartilhar o aprendizado ensinando os seus colegas de turma. Por outro lado, que é mais importante, para uma escola assim pautada e que permita essa convivência, essa consciência da diversidade, possibilitará um preparo para a cidadania e um desenvolvimento humano muito maior para todos.
A educação deverá proporcionar acompanhamentos direcionados para auxiliar os educandos portadores de necesidades educacionais especiais. Porém, com as leis, projetos, parâmetros curriculares, ainda é muito pouco, na prática nos deparamos com obstáculos de todas ordens, os profissionais da educação que ainda não estão todos preparados para o novo e as próprias escolas que ainda não estão adaptadas e assim dificulta a interação dos alunos. A discussão sobre a integração escolar de alunos com necessidades educacionais especiais tem se intensificado nestas últimas duas décadas no mundo.
As pessoas com necessidades educacionais especiais devem ter acesso às escolas comuns, que deverão integrá-las numa pedagogia centralizada na criança, capaz de atender a tais necessidades; e as escolas regulares, ao adotarem uma orientação inclusionista, representam o meio mais eficaz para combater atitudes discriminatórias, criar comunidades acolhedoras, construir uma sociedade inclusiva e dar educação para todos (UNESCO, 1994).
Temos numa abordagem geral, o tema interação e coperação, onde um dos objetivos da educação escolar é que os alunos, aprendam a conviver em grupos, quando as pessoas são educadas conjuntamente podem ser criados ambientes pedagógicos que propiciem o desenvolvimento do respeito com o outro e de responsabilidade quanto ao seu próprio papel social. É necessário que os profissionais da educação valorizem suas contribuições, respeitando suas caracteristicas e limitações. A educação especial deve se agregar em todas as turmas, isso fará com que os alunos com deficiêcia possa ser tratado como os demais, embora com acompanhamentos direcionados para tentar a ajudá-los em suas dificuldades.
A inclusão contempla o direito à educação, à igualdade de oportunidades e de participação. Mais do que garantir o acesso dos indivíduos com necessidades especiais às escolas é necessário viabilizar a sua permanência através da construção de escolas inclusivas, que possam responder às necessidades específicas dos educandos, e educá-los para a diversidade.
Assim, o processo de inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais em classes regulares constitui a forma de democratização máxima de oferecimento de oportunidades educacionais para todos.
Nesse sentido, a Educação Inclusiva requer uma abordagem diferente da educação tradicional, que deve ser pautada na heterogeneidade e não na homogeneidade, levando em consideração que cada aluno tem características, interesses motivações e experiências pessoais únicas.
No contexto da Educação Inclusiva é imprescindível (re) significar o papel da Educação Especial. Por entender a inclusão como um processo que se transforma e se concretiza a cada dia, a Educação Especial pode ser vista como um importante suporte para este processo e não como um sistema paralelo de ensino. Qual o melhor sistema de ensino para educação de indivíduos considerados portadores de necessidades educacionais especiais? A educação especial para educandos portadores de necessidades especias, devem ser realizadas dentro da propria rede regular de ensino com o apoio de profissionais qualificados, que possam ajudá-los a viver em sociedade promovendo a igualdade de chances para que todos possam desenvolver seus potenciais.
Precisamos também de todo o envolvimento da família, mais em alguns casos dá para constatar o receio, a insegurança e a resistência dos pais que preferem manter os filhos em instituições especializadas temerosos de que sejam discriminados e estigmatizados no ensino regular. Muitos deles desistiram por terem ouvido tantas vezes que não havia vaga para o seu filho naquela escola ou que o melhor para ele é uma escola especial. Outros insistem por convicção ou simplesmente por se tratar da única opção no local de moradia da família, pois existem os que estão fora da escola pelas razões aqui apontadas.
Educação inclusiva entendida sob a dimensão didático-curricular é aquela que proporciona ao aluno com necessidades educativas especiais participar das atividades cotidianas da classe regular, aprendendo as mesmas coisas que os demais - mesmo que de modos diferentes, preferencialmente sem defasagem idade-série. Como agente mediador do processo ensino-aprendizagem, cabe ao professor o papel de fazer as adaptações necessárias no currículo escolar (Glat e Oliveira, 2003).
Crianças e adolescentes estão em pleno desenvolvimento biológico, psicológico e social, o que significa dizer que são vulneráveis e receptivos se assim forem estímulados. Carregam em si potenciais construtivos e destrutivos, reparadores, criativos que podem ser estimulados ou reprimidos pela cultura, através das relações que estabelecem, com as normas, limites e valores éticos que a sociedade estabelece, e preciso que todos os professores de rede regular de ensino se prepare para receber estes individuos portedores de necessidades especiais e assim abrir os caminhos para diminuir as diferenças dentro e fora de sala de aula.
Evoluímos muito em tecnologia, mas temos muito a aprimorar se quisermos evoluir neste processo que é qualidade das relações entre pessoas com necessidades especiais e suas diferenças, limitações, e de forma mais específica, as adaptações em relação ao aluno portador de autismo e outros transtornos invasivos do desenvolvimento. Quem está preparado para receber nossas crianças autistas? Quem conhece, ao menos um pouco, do que é ser autista? Ou ainda, quem conhece o autismo? Que criança poderá ser incluída e o que será oferecido às que não puderem ser? Qual a maior dificuldade para que os alunos com necessidades especiais possam ser incluídos na sociedade? Os professores do ensino regular ressaltam, entre outros fatores, a dura realidade das condições de trabalho e os limites da formação profissional, o número elevado de alunos por turma, a rede física inadequada, o despreparo para ensinar "alunos especiais" ou diferentes. Os professores da educação especial também não se sentem preparados para trabalhar com a diversidade do alunado, com a complexidade e amplitude dos processos de ensino e aprendizagem. A formação destes profissionais caracteriza-se pela qualificação ou habilitação específicas, obtidas por meio de cursos de pedagogia ou de outras alternativas de formação agenciadas por instituições especializadas. Nestes cursos, estágios ou capacitação profissional, esses especialistas aprenderam a lidar com métodos, técnicas, diagnósticos e outras questões centradas na especificidade de uma determinada deficiência, o que delimita suas possibilidades de atuação.
1. 2. Educação Inclusiva.
Segundo GOTTI (2002),
Incluir não significa simplesmente colocar o estudante junto com outros ditos normais, mas reestruturar o sistema educacional para que as crianças especiais sejam atendidas nas suas especificidades e peculiaridades (p. 9).
Educação Inclusiva, na prática enfrenta inúmeros desafios, e em muitos momentos estamos apenas inserindo pessoas no meio social e não incluindo de forma participativa, os alunos com necessidade especial não conseguem acompanhar o ritmo da sala de aula, e ficam apenas como alunos ouvintes e não participativos da educação, e a onde estaria igualdade de ensino e direitos e oportunidades igualitárias. Para um processo de igualdade os profissionais devem manter atenção constante no "novo" para assim possibilitar a construção do crescimento, e atender melhor os portadores de educação especial. No ensino regular, estas crianças, estarão num ambiente social comum rico em estimulação, ao lado de inúmeras crianças, que falam, que brincam, que correm, que interagem, e isso é uma estimulação direta para seu desenvolvimento, devemos enfatizar a proposta pedagógica, que se faz desafiadora no ensino comum, ou seja, A escola deve incorporar a diversidade, sem nenhum tipo de distinção.
Ensinar em síntese, sendo o homem social, constituindo-se como sujeito por intermédio da linguagem, as interações sociais entre os alunos deficientes e "não-deficientes", são a chave para a construção do conhecimento. A heterogeneidade possibilita a troca e conseqüentemente se ampliam as capacidades individuais. Vygotsky (1998, p. 37).
As diferenças não devem ser aceitas como também acolhidas e mostradas como uma realidade dentro de sala de aula e isso não só para cumprir a lei matriculando crianças e não passar disso os professores e todos os funcionários devem se adaptar as transformações oferecidas, serviços e atividades de auto ajuda devem ser oferecidas para que os alunos possam se sentir em um ambiente confortável. A escola traz consigo toda uma bagagem de cultura e de saberes que atendiam às necessidades de uma determinada época e clientela. Se antes o educando com necessidade especial era eliminado da sociedade, hoje ele tem seu direito adquirido por uma lei, a qual o coloca como um ser igual às outras crianças, vivendo como as outras e recebendo dentro de um estabelecimento de ensino sua formação educacional. Para isso, há de (re) pensar com muita cautela sobre a estrutura escolar, nossa avaliação, nossa interação com as famílias e os conhecimentos adquiridos pelos professores para atender a este aluno. As mudanças não são simples, ainda precisa de muito, tanto das escolas quanto de professores que ainda encontram dificuldades para trabalhar com o novo, a inclusão de alunos com necessidades especiais na rede regular de ensino está se ampliando muito para poder da um bom atendimento a estes alunos, mas para isso tudo acontecer, dentro da escola precisa ser modificado a começar pela a própria escola que precisa melhorar em tudo, no espaço que o educando terá que percorrer e todos os funcionários deverão passar por uma transformação, se especializando, criando condições para os educandos.
Na perspectiva de uma educação inclusiva, não se espera mais que a pessoa com deficiência se integre por si mesma, mas que os ambientes, educacional, se transformem para possibilitar essa inserção, ou seja, estejam devidamente preparados para receber a todos os alunos, indistintamente.
O currículo para uma escola inclusiva, entretanto, não se resume apenas a adaptações feitas para acomodar os alunos com deficiências ou demais necessidades especiais. A escola inclusiva demanda uma nova forma de concepção curricular, que tem que dar conta da diversidade do seu alunado. Ferreira (2003), utilizando-se da Declaração de Salamanca (UNESCO, 1994).
Considera-se escola inclusiva aquela que "reconhece e satisfaz as necessidades diversas dos seus alunos, adaptando-se aos vários estilos e ritmos de aprendizagem, de modo a garantir um bom nível de educação para todos..." Mais do que criar condições atender alunos portadores de necessidades especiais é um desafio que implica mudanças nas escolas como em um todo, no projeto pedagógico e na postura diante dos alunos. Para que as pessoas com deficiências possam exercer o direito à educação em sua plenitude, é indispensável que a escola de ensino regular se adapte às mais diversas situações e conforme as necessidades dos alunos inseridos em suas salas de aula.
As escolas têm que fornecer condições mínimas de acessibilidade. Segundo a legislação educacional, a toda criança deve ser garantido o acesso, permanência e sucesso na escola. Mas, na prática isso não acontece, pois a mencionada "inclusão" do portador de necessidade é estigmatizada por não haver condições para o seu acesso e permanência nas escolas. Na rede regular de ensino já existe alunos inseridos nas turmas, mais a dificuldade não diminui para estes alunos especiais, já que as turmas têm um número muito grande de alunos e assim o professor, que já não é um especialista no assunto não tem como ajudá-los.
As escolas que não estão atendendo alunos com deficiência em suas turmas de ensino regular se justificam, na maioria das vezes pelo despreparo dos seus professores para esse fim. Existem também as que não acreditam nos benefícios que esses alunos poderão tirar da nova situação, especialmente os casos mais graves, pois não teriam condições de acompanhar os avanços dos demais colegas e seriam ainda mais marginalizados e discriminados do que nas classes e escolas especiais.
Glat & Blanco (2007) esclarecem que:
A inclusão de alunos com deficiências ou outras condições que dificultam a aprendizagem na classe regular não é um processo "espontâneo". Ao contrário, exige muita reflexão, trabalho de equipe e planejamento para identificar as necessidades de aprendizagem específicas que ele apresenta em sua interação com o contexto educacional, para readequar ao aluno. (p. 25 )
É importante que os profissionais da educação no que se refere aos alunos com deficiência física, ao invés de procurar apenas executar técnicas de reeducar e reabilitar o indivíduo. Muito mais do que isso, ele deve buscar a melhora da qualidade de vida observando o aluno como um todo, no ambiente em que este está inserido. Cabe, não somente aos educadores mais também a escola em geral, encontrar soluções que auxiliem o portador necessidade especial para que este possa ter acesso ao ensino sem que haja barreiras que o impeçam de aprender. As escolas devem passar por um preparo no corpo docente para trabalhar com estes alunos com necessidades os professores deverão passar por treinamentos que os habilitem para desenvolver essas funções.
A cultura e o meio ambiente refazem uma pessoa não apenas por lhe oferecer determinado conhecimento, mas pela transformação da própria estrutura de seus processos psicológicos, pelo desenvolvimento nela de determinadas técnicas para usar suas próprias capacidades. (VYGOTSKY, 1996, p. 228).
Os resultados positivos sobre a experiência de alunos portadores de necessidades especiais em rede regular de ensino de certo modo evocam a validade da visão vigotskyana de aprendizagem, segundo a qual não há diferenças quanto aos princípios de desenvolvimento entre os "não-deficientes" e os "deficientes".
GARCIA apud Vygotsky (1999) afirma que:
Todas as funções do desenvolvimento humano da criança aparecem duas vezes: primeiro no nível social, e, depois, no nível individual; primeiro entre pessoas (interpsicológica), e,depois no interior da criança (intrapsicológica). Isso se aplica igualmente para a atenção voluntária, para a memória lógica e para a formação de conceitos. Todas as funções superiores originam-se das relações reais entre indivíduos humanos (p. 75).
As crianças com necessidades especiais têm capacidade cognitiva semelhante à de colegas e podem realizar as atividades com bom desempenho desde que as limitações físicas sejam respeitadas. As preocupações com crianças portadoras de necessidades especiais não devem fazer parte do dia a dia deles dentro de sala de aula, a única preocupação deve ser: trabalhar toda a turma para a prática colaborativa de aprendizagem. O professor é a chave fundamental para que o aluno com necessidade especial consiga ter um bom desenvolvimento, o professor precisa ter uma melhor formação e estar sempre se aprimorando buscando novos conhecimento e formação continuada, a formação ajuda o professor a romper com a idéia de que a criança ideal é a que se desenvolve e aprende de uma forma única. Este é o grande desafio que a educação especial impõe a escola lida com diversidade e busca respostas para diferentes necessidades educacionais. Professores todo corpo docente devem trabalhar com conhecimentos. Adaptar o ensino ao interesse e ao ritmo de aprendizagem de cada aluno e assim ajudá-los a progredir e a ter experiências significativas de aprendizagem.
No passado, a educação para alunos com algum tipo de deficiência era realizado apenas em escolas especializadas, os profissionais afirmavam que esse tipo de aluno "especial" tem que ter seu próprio espaço, convivendo em um ambiente escolar adequado, onde todos tenham algum tipo de necessidades educacionais especiais, pois só neste tipo de ensino é que tem professores capacitados para trabalhar com estes alunos, fato que trouxe a conseqüência muito negativa, pois se imaginava que eles eram incapazes de conviver em grupos de crianças sem deficiência. Hoje com a educação especial cada vez crescendo na rede regular de ensino a educação infantil é aporta de ingresso ao sistema educacional especializado.
Essa preocupação aparece nos profissionais da educação porque não é fácil um professor afirmar que está preparado para receber um aluno com necessidade especial em sala de aula, na rede regular, já que ele mesmo acredita não ter capacitação, mais a idéia é que esses alunos estejam inseridos no ensino regular, para pode interagir com outros alunos. A educação especial dentro da rede regular pode e deve da muito certo se houver um projeto pedagógico elaborado coletivamente entre as instituições educativas, a família e os profissionais especializados. A preocupação maior vem dos professores, como ter postura e forma de lidar com a diversidade e a diferença significativa de cada educando. Essa não deve ser a responsabilidade só do professor mais do coletivo escolar.
É preciso se aperfeiçoar constantemente, mudar a rotina dentro de sala de aula e receber o novo.
II- FORMAÇÃO DE PROFESSORES:
Existem alguns aspectos relativos à formação de professores no Brasil, que deve ser enfatizadas, por exemplo, nos últimos dez anos, ocorreram avanços importantes em relação à formação, os fundamentos metodológicos, os tipos e as modalidades de ensino, mudaram as escolas hoje junto com todo o corpo escolar tem a necessidade de buscar um processo que envolva toda a escola, daí passamos a refletir sobre as intervenções pedagógicas que tem que ocorrer de forma que facilite e auxilie o plano pedagógico, e esse plano deve visar sempre mais eficiência, motivação e praticidade para elevar o grau de aproveitamento dos alunos valorizando sempre a aprendizagem dos alunos independente de suas necessidades.
As crianças e jovens com necessidades educativas especiais devem ter acesso às escolas regulares, que a elas devem se adequar", já que tais escolas "constituem os meios mais capazes para combater as atitudes discriminatórias (...), construindo uma sociedade inclusiva e atingindo a Educação para todos" (UNESCO, 1994, p. 8-9).
Hoje se vê que as tendências atuais em matéria de princípios, políticas e práticas educativas caminham claramente no sentido da promoção da escola para todos, ou seja, a escola inclusiva, a qual se ajusta a todos os alunos independentemente das suas condições físicas, sociais, étnicas, religiosas, lingüísticas, ou outras. Uma escola que aceite as diferenças, que apóie as aprendizagens, promovendo uma educação diferenciada, que responda as necessidades individuais de cada aluno.
Cada criança pensa e age de forma diferente, o que exige compreensão de que a forma de trabalhar com cada um também, precisa ser diferenciada. Nesse sentido, a prática auxilia no olhar do professor sobre seus alunos, identificando as necessidades e desejos de cada um. Assim, a prática surge para o professor como elemento fundamental na competência para ensinar alunos incluídos. O aluno incluído não pode estudar em uma escola regular e continuar sendo atendido como se estivesse na classe especial ou sala de recursos, é necessário então criar meios para trabalhar com todos os alunos. As escolas devem apresentar métodos de ensino que facilitem a aprendizagem, de cada aluno cooperando e respeitando às diferenças individuais. Os professores deverão mostrar sempre novos desafios e que estes desafios, incentivem cada vez mais ao aluno a querer aprender mesmo quando este apresente algum tipo de necessidade especial de ensino, portanto, na formação destes alunos é preciso conhecer a escola como um ambiente educativo, no qual trabalhar e formar não sejam atividades distintas. Essa formação deve ser vista como um processo permanente integrado no dia-a-dia dos professores, o desafio da formação de professores deve garantir a qualidade da educação infantil, supõe um profissional que busque o saber, que seja pesquisador de sua própria prática. Para que atue construtivamente com a criança, valorizando suas diferenças atuando como sujeito participante do processo de construção de seu conhecimento, o professor deve também ser um participante que precisa construir e reconstruir o seu próprio conhecimento, para assim poder passar um ensinamento de qualidade para todos os alunos Por fim, a Proposta de Diretrizes para a Formação de Professores da Educação Básica delineia as exigências que se colocam para o desempenho do papel docente frente às novas concepções de educação do mundo contemporâneo:
Orientar e mediar o ensino para a aprendizagem dos alunos; responsabilizar-se pelo sucesso da aprendizagem dos alunos; assumir e saber lidar com a diversidade existente entre os alunos; incentivar atividades de enriquecimento curricular; elaborar e executar projetos para desenvolver conteúdos curriculares; utilizar novas metodologias, estratégias e material de apoio; desenvolver hábitos de colaboração e trabalho em equipe (MEC, 2000, p. 5).
Diversos estudos mais recentes têm reafirmado a necessidade da melhoria da formação de professores como condição essencial para a promoção eficaz da inclusão de alunos com necessidades especiais em rede regular de ensino. A realidade evidenciada por uma pesquisa recente mostrou que os professores, de maneira geral, não estão preparados para receber em sua sala de aula alunos especiais (GLAT, FERREIRA, OLIVEIRA & SENNA, 2003). Diante do exposto, avalia-se que o despreparo e a falta de conhecimentos estão diretamente relacionados com a formação ou capacitação recebida, além disso, pode-se afirmar que existe um grande descrédito sobre a capacidade do aluno especial se desenvolver e agir de forma autônoma (GLAT, 1998; AISCOW, 2004). Vale também advertir que, num primeiro momento, são comuns sentimentos de incapacidade e até mesmo de medo frente ao ingresso de um educando com algum tipo de deficiência ou distúrbio de comportamento em sala de aula regular, podendo afastar o professor daquilo que não conhece e lhe suscita estranheza (CORREIA, 1999; NAUJORKS, 2002 e 2003; BEYER, 2003). Muitas vezes a falta de preparo e informação impede o professor de desenvolver uma prática pedagógica sensível às necessidades do aluno com necessidades educativas especiais.
No que se refere ao conjunto de habilidades e competências necessárias aos professores para a prática com alunos incluídos, o Council for ExceptionalChildren8 (CEC) estabelece balizas em nível internacional para a preparação,certificação e a prática do profissional em educação.
Algumas delas devem ser aqui destacadas:
a) partir da idéia de que "todos os alunos podem aprender", valorizando as potencialidades de aprendizagem de cada um;
b) reafirmar que a aprendizagem é um processo individual, ocorrendo de maneira ativa em cada pessoa, de tal maneira que é o aluno que controla o seu processo de aprendizagem, sempre partindo do que sabe e influenciado por sua história pessoal e social;
c) desenvolver a auto-estima como uma das condições de aprendizagem, uma vez que o sentimento de pertencer a um grupo social, sentindo-se útil e valorizado, possibilita o agir e o crescer com o outro;
d) estimular a autonomia dos educandos mediante a construção de sua aprendizagem;
e) avaliar permanentemente as aprendizagens;
f) avaliar o progresso de cada aluno segundo seu ritmo, do ponto de vista da evolução de suas competências ao resolver problemas de toda ordem e na participação da vida social;
g) desenvolver a cooperação entre os alunos e certas formas de ensino mútuo, pois toda pedagogia diferenciada exige cooperação ativa dos educandos e dos seus pais, diminuindo a discriminação entre eles;
h) envolver os alunos em suas aprendizagens e em seu trabalho, despertando o desejo de aprender e propondo tarefas cognitivas de maneira lúdica e interessante, a partir das quais deveria ser desenvolvido no educando a capacidade de auto-avaliação;
i) inserir-se no universo cultural dos alunos (VALLE & GUEDES, 2003, p. 52-53).
Resumindo, pode-se dizer que o professor deve valorizar a diversidade como aspecto importante no processo de ensino-aprendizagem. Além disso, deve ser capaz de construir estratégias de ensino, bem como adaptar atividades e conteúdos, não só em relação aos alunos considerados especiais, mas para a prática educativa como um todo, diminuindo, assim, a segregação, a evasão e o fracasso escolar.
Ninguém educa ninguém. Ninguém educa a si mesmo.
As pessoas se educam entre si mediatizadas pelo mundo (Paulo Freire, 1997,).
Todos professores desejam que os alunos acertem sempre, mas deve-se adquirir um novo olhar sobre o erro na aprendizagem, estuda-se que o erro é um indicador de como o educando está pensando e como ele compreendeu o que foi ensinado. É preciso analisa com mais cuidado os erros dos alunos, e assim poder elaborar a reformulação e a práticas docentes de modo que elas fiquem perto da necessidade dos educandos e atender as dificuldades que o mesmo apresenta. O professor deve refletir sobre as causas do fracasso escolar não para se culpar, mas para se responsabilizar. Responsabilizar-se significa abraçar a causa e procurar alternativas para solucionar o problema. O professor deve observar tudo que acontece em seu dia-a-dia o comportamento da criança como reage diante das atividades e dificuldades, nos dialogo com familiares e colegas com isso ficará de uma certa forma fácil de perceber onde vem o fracasso escolar.
O professor deve compreender como ocorre o conhecimento, e o que interferem na aprendizagem, pois ele será responsável, em conjunto com toda a equipe da escola pela a aprendizagem e todo desenvolvimento educacional das crianças e a sua participação direta avaliando as dificuldades dos alunos, será muito importante isso fará com que ele compreenda os processos e os caminhos da aprendizagem, sem esquecer de valorizar cada vez mais as ações e conquistas dos educandos. A aprendizagem baseia-se no equilíbrio dessas estruturas, no entanto, não é só inserir o aluno na classe que o professor vai aprender como trabalhar com ele, depende da sua postura, das suas representações, de acreditar no potencial do educando e no seu de aprender, de aceitar desafios, de criar o novo. Que o professor: tome consciência do que faz ou pensa sobre sua prática pedagógica; tenha uma visão crítica das atividades e procedimentos na sala de aula e dos valores culturais de sua função docente; adote uma postura de pesquisador e não apenas de transmissor; conheça melhor os conteúdos escolares e as características do desenvolvimento e aprendizagem dos seus alunos.
Todos os seres humanos são capazes de aprender, mas é necessário que adaptemos nossa forma de ensinar (Vygotsky 1993, p. 33).
A postura do professor diante das dificuldades de seus alunos com necessidades educacionais especiais, necessita de mudanças porque não está sendo fácil trabalhar com nenhuma modalidade de ensino e quando relacionada a alunos com necessidades especiais a situação se complica cada vez mais, o professor precisa de um estudo permanente as experiências de formação continuada são valiosas, pois, nestas oportunidades, coletivamente, pode-se vislumbrar a possibilidade e a necessidade de alteração de muitas das ações pedagógicas. Com a inclusão não apenas os alunos (com ou sem deficiência), mas também os professores são beneficiados. A inclusão é a oportunidade que eles têm de rever e melhorar suas ações como educadores e de colaborar um com o outro. Além disso, eles tomam conhecimento dos progressos na Educação, conseguem antecipar as mudanças e participam do planejamento da vida escolar diária. A formação continuada pode assumir grande importância na formação permanente do professor, complementando e auxiliando seu desenvolvimento profissional e, principalmente suprindo deficiências da formação inicial com relação às diferenças dos alunos e a presença destes em classes regulares. Muito mais do que apenas a vontade e a disposição do professor para aprender é necessário um investimento em políticas públicas que favoreçam a autoformação e a formação continuada. Esse investimento implica compreender a formação além da perspectiva da heteroformação, sendo considerada um processo dinâmico, no qual o sujeito aprende consigo e com os outros através da interação.
Nesse sentido, a relevância desses processos permite reconhecer que é necessário repensar na formação de professores com base nos saberes experienciais que os professores constroem, visando estabelecer outros espaços e meios de aprendizagem. A formação é permanente, se faz de diversas formas e em diferentes lugares, tendo assim um sentido mais amplo, abrangendo toda a vida. O professor precisa experimentam novos meios para conseguir alguns sucessos que possam abrir portas para a construção de um vínculo positivo com as demais áreas de aprendizagem que os alunos necessitam aprimorar. Consideremos que as intervenções pedagógicas devem estar ancoradas na idéia de que todos tem capacidade plena de aprendizagem.
A inclusão trouxe a necessidade de repensar a educação e a instituição escolar, principalmente pelas dificuldades enfrentadas pelos docentes. Por isso, traz consigo mudanças na forma de ver, pensar e fazer a educação escolar e a docência. Ela surge como um estímulo para se pensar a educação a partir da inadequação de um sistema escolar tradicional no qual é o aluno que necessita adaptar-se a escola, e esta por sua vez esquiva-se de possíveis mudanças. É também a oportunidade de rever e repensar práticas escolares desestimulantes procurando torná-las mais atraentes, inovadoras e dinâmicas.
[...] Não pode haver construção do saber, se não se joga com o conhecimento. Ao falar de jogo, não estou fazendo referências a um ato, nem a um produto, mas a um processo. Estou me referindo a esse lugar e tempo que Winnicott chama espaço transicional, de confiança, de criatividade. Transicional entre o crer e o não crer , entre o dentro e o fora. O espaço de aprendizagem "não pode ser situado na realidade psíquica interior do indivíduo, porque não é um sonho pessoal: além disso forma parte da realidade compartilhada. Tampouco se pode pensá-la ( a área da experiência cultural), unicamente em função de relações exteriores, porque acha-se dominada pelo sonho. Nesta entram ... o jogo e o sentido do humor. Nesta área todo bom intelecto está em seu elemento de prosperar. (Fernandez,1991 p.165)
A citação acima preocupa-se com o principal objeto de intervenção, que é o próprio jogo, na qual o psicopedagogo se interessa pelos procedimentos, ou seja, os meios, que o jogador utiliza e constrói, possibilitando uma aproximação ao mundo mental da criança que necessita de uma educação especial, facilitando-a suas ações no decorrer de suas ações ou jogadas. O jogo possibilita que a dimensão simbólica da criança se manifeste em fazer o que pode ser partilhado com o outro, resignificado e transformado.
Para Vygotsky (1993, p. 33):
Todos os seres humanos são capazes de aprender, mas é necessário que adaptemos nossa forma de ensinar.
O jogo possibilita que a dimensão simbólica da criança se manifeste em fazer o que pode ser partilhado com o outro, resignificado e transformado. Através de jogos, é possível trabalhar a afetividade e o social, desenvolvendo assim a criatividade da criança com necessidade da educação especial. Recomenda-se que o professor, em conjunto com a equipe da escola reflita sobre a estrutura cognitiva, afetiva e social do aluno afinal para psicopedagogia a aprendizagem baseia-se no equilíbrio dessas estruturas.
O jogo, deve ser oferecido com a finalidade de facilitar os exercícios escolares e deve ser visto como um encaminhamento ao trabalho, uma ponte entre infância e a vida adulta.
IV- CONCLUSÃO:
Hoje se vê que as tendências atuais em matéria de educação especial caminham claramente no sentido da promoção da escola para todos, ou seja, a escola inclusiva, a qual se ajusta a todos os alunos independentemente das suas condições físicas, sociais, étnicas, religiosas, lingüísticas, ou outras. Uma escola que aceite as diferenças, que apóie as aprendizagens, promovendo uma educação diferenciada, que responda as necessidades individuais de cada aluno.
A inclusão surge no cenário educacional como uma nova perspectiva que envolve rever concepções a respeito da educação, do ensinar e do aprender. Com ela emergem vários questionamentos sobre o que fazer e como fazer. Em meio a isso, o professor, é levado a questionar-se sobre os saberes necessários para trabalhar com crianças com necessidades educacionais especiais, considerando que não dispôs de formação para tal. A inclusão é, portanto, uma inovação que implica num esforço de atualização e reestruturação das condições atuais da memória das escolas brasileira. Para uma efetiva implementação do modelo inclusivo na educação, se faz necessário uma profunda reorganização escolar, que vai muito além de aceitar crianças deficiente na escola ou até mesmo realizar adaptações físicas ou curriculares de pequeno porte, que se restrinjam à sala de aula, sem, conteúdos, contribuir para que haja uma real transformação da dinâmica dos processos pedagógicos, nem da qualidade das relações estabelecidas na instituição escolar. Para isso as adaptações são necessárias, uma vez que ainda estamos no difícil processo de aprender a lidar com as diferenças. Porém, antes de pensar em adaptação curricular é necessário pensar nos conceitos e ter a certeza de que a inclusão implica numa nova postura da escola comum, que propõe desde o seu projeto político pedagógico, no próprio currículo, na metodologia de ensino, na avaliação e na atitude dos educandos, ações que favoreçam a inclusão. Essa reorganização requer, entre outras medidas, a redução do número de alunos por turmas, nova infra-estrutura, e a construção de novas dinâmica educativas. A complexidade envolvida nesse processo reforça a importância da dos professores, que se torna um fator importantíssimo a partir deste principio é que a escola capacita seus professores para oferecer uma educação de qualidade para todos, inclusive, para os educando com necessidades especiais, o professor não pode ficar fechado naquele seu fazer, naquelas coisas que aprendeu quando teve lá magistério quando fez sua graduação. O professor tem que estar a cada dia se preparando e absorvendo conteúdos que faça a diferença dentro de sala de aula e que este conteúdo possa ser usado com a diversidade não exclusivo com alguns alunos. Com isso, aprender a trabalhar com a inclusão é um desafio para os docentes e para escola de modo geral, que necessitam criar meios para aprender a trabalhar nessa perspectiva. Assim, o professor, cuja função e ensinar, tem também a necessidade de aprender.
O planejamento deve passar por uma melhoria para com isso ter um bom funcionamento dos sistemas de ensino e com qualificação crescente do processo pedagógico, para a educação especial o professor precisa de uma formação com qualidade, serviços de apoio pedagógico público e privado especializado para o desenvolvimento educacional dos alunos.
É necessário que haja uma conscientização por parte de todos para que aconteça a inclusão, uma inclusão de verdade em todas as escolas e instituição de educação, começando pelo projeto pedagógico que envolva a instituição a família e principalmente o aluno com necessidades especiais, visando o seu melhor desenvolvimento dentro e fora da instituição.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
FERREIRA, J. R. e GLAT, R. Reformas educacionais pós-LDB: a inclusão do aluno com necessidades especiais no contexto da municipalização.
GLAT. R & FERREIRA, J. R; OLIVEIRA, E. da S. G. & SENNA, L. A. G. Panorama
Nacional da Educação Inclusiva no Brasil. Relatório de consultoria ]técnica, Banco Mundial, janeiro de 2005.
SANTOS, M. P.dos A inclusão da criança com necessidades educacionais especiais.
VYGOTSKY, Lev S the colleet Works of L.S Vygotsky; the fundamentals of defectology. New York, London: pleunum press, 1993. 2v.
GOTTI, M. de O. Fórum: Surdos e ouvintes juntos. In Revista Nova Escola, ano XVII, nº 152, p. 09.
ALMEIDA, Ney Luiz Teixeira. A Inclusão que Funciona: Revista do Professor 09/2003
, nº 6. Brasília, 2000.
CAROLINA Iris A Inclusão que Funciona: Revista do Professor | Vitória/ES 09/2003
GUIMARÃES,Arthur, A Inclusão que dá certo. In: Revista Nova Escol. Editora
Abril, nº 165, 2003.
DUTRA, Claudia pereira. Inclusão: Diversidade também se aprende na pré-escola.
Revista Nova Escola, maio de 2007.
Sites pesquisados:
www.trabalhos/educação/ Acesso em 20/09/2009;
www.conteudoescolar.com.br / Acesso em 20/09/2009;
www.webartigos.com/ Acesso 05/10/2009;
www.educacaoonline.pro.br./ Acesso 07/10/2009;
www.educaçãoonline.pro.br / Acesso em 02/04/2010;
www.educacaoonline.pro.br/ Acesso em 02/04/2010.
“Guerra e Paz"
Com o patrocínio dos Correios, a exposição “Guerra e Paz, de Portinari” foi inaugurada na segunda-feira (6), no Memorial da América Latina, em São Paulo. O filho do pintor, João Candido Portinari, agradeceu o apoio da empresa para a realização da mostra e dedicou o evento à memória de sua mãe, Maria Portinari. A exposição poderá ser vista gratuitamente até o dia 21 de abril, de terça a domingo, das 9h às 18h, nos espaços Salão de Atos, Galeria Marta Traba e Biblioteca Latino-americana Victor Civita da Fundação Memorial da América Latina.
A exposição apresenta os dois últimos e maiores murais criados por Cândido Portinari (1903 - 1962), após minucioso trabalho de restauro, realizado entre fevereiro e maio de 2011, que trouxeram de volta às obras o cromatismo intenso que caracteriza o trabalho do pintor. Os monumentais murais estarão expostos junto a cerca de 100 dos estudos originais preparatórios para Guerra e Paz, além de uma centena de documentos históricos, entre cartas e fotos, que contam, em detalhes, toda a trajetória de criação das obras, encomendadas pelo governo brasileiro para presentear a sede da ONU, em Nova York. “É uma exposição histórica, sem precedentes, oportunidade única de ver Guerra e Paz no Brasil. Nem o próprio pintor teve a chance de ver todo este material em seu conjunto", afirmou João Candido Portinari.
Acesso em http://www.correios.com.br/servicos/mostra_noticias.cfm?noticia_codigo=20503&tiponot_codigo=34
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Inep com novo presidente.
Andre Dusek/AE-31/1/2012
O Inep, órgão do Ministério da Educação responsável pelo Enem, ganhou o quarto presidente em quatro anos consecutivos nesta terça-feira, 7, com a nomeação do professor Luiz Cláudio Costa para o cargo. Ele ocupava a secretaria de Educação Superior da pasta e assume o Inep no lugar da pedagoga Malvina Tuttman, que foi demitida pelo ministro Aloizio Mercadante no dia 26 de janeiro.
Costa já foi reitor da Federal de Viçosa.
A nomeação de Costa e a exoneração de Malvina foram publicados no Diário Oficial da União.
Quando era reitor da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas, Costa tornou-se um dos principais defensores do "novo Enem", que desde 2009 é a principal forma de acesso ao ensino superior público no País.
*Fonte
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,luiz-claudio-costa-e-o-novo-presidente-do-inep,832540,0.htm#
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Curso de Revisão e Copidesque.
http://estacaodasletras.com.br
O curso objetiva formar profissionais habilitados a trabalhar na área de editoração como editores de texto, copidesques e revisores de provas. Exercícios diversos.
Prof. Alvanísio Damasceno Jornalista; desde os anos 80 é revisor, preparador de originais, redator e divulgador em editoras como a Record e Ediouro.
Estação das LetrasRua Marquês de Abrantes, 177 - Lojas 107/108 :: FlamengoRio De Janeiro, RJ 22230-060.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
IPAE - Eventos 2012.
www.ipae.com.br
O IPAE tem a grata satisfação de lhe encaminhar, em primeira mão, os subsídios para a realização do Programa de Gestão de Empreendimentos Educacionais, que será a primeira atividade da Escola de Negócios Educacionais do Instituto de Pesquisas e Administração da Educação.
O programa será lançado oficialmente no próximo dia 10 de fevereiro.
As mais antigas Escolas de Negócios são as européias. A primeira foi fundada em Paris em 1819 e até os dias de hoje vem servindo de referência para inúmeras unidades dessa natureza em todo o mundo. Em algumas há programas voltados para a formação de gestores educacionais.
Dentro da linha adotada por entidades congêneres o IPAE, que está iniciando as comemorações de seus 40 anos de fundação, resolveu lançar a Escola de Negócios Educacionais, que terá uma forte articulação com as internacionais.
Estamos convidando sua instituição a participar, com um ou mais profissionais, desse Programa.
Abaixo transcrevemos alguns dos subsídios que já permitem uma visão global da iniciativa. Será a pioneira Escola de Negócios Educacionais do Brasil.
Objetivando atender a todo o país será adotado a metodologia semi-presencial, com um encontro mensal no Rio de Janeiro.
O início será no dia 15 de março e as vagas serão bastante limitadas.
As instituições e pessoas participantes de eventos do IPAE gozarão de tratamento diferenciado.
Na certeza de contarmos com a integração de sua organização ao Programa, firmamo-nos, cordialmente.
João Roberto Moreira Alves,
Presidente.
Programa de Gestão de Empreendimentos Educacionais.
Escola de Negócios Educacionais.
Objetivos:
Capacitar profissionais que atuam ou pretendam atuar em escolas, faculdades, centros universitários e universidades para que suas organizações atinjam níveis de excelência nas áreas administrativas, econômico-financeiras, acadêmica e de mercados, obtendo resultados.
Público-alvo:
Dirigentes de instituições de educação básica, superior e corporativas,
Gestores de programas educacionais de organizações públicas e privadas,
Profissionais que atuam ou pretandam atuar em escolas, faculdades, centros universitários e universidades,
Unidades:
Gestão de negócios educacionais,
Gestão do conhecimento e da inovação,
Gestão acadêmica,
Gestão da inovação e da qualidade,
Gestão de pessoas,
Gestão da tecnologia,
Gestão financeira, contábil, orçamento e de recursos,
Gestão da comunicação, imagem institucional e da responsabilidade social,
Gestão de resultados SociaiS, Sociai$ e $ociai$.
Metodologia:
Estudo semi presencial
(encontros mensais e estudos complementares através de educação a distância).
Encontros presenciais:
Serão realizados nove encontros presenciais nas seguintes datas:
15 e 16 de março; 12 e 13 de abril; 17 e 18 de maio; 14 e 15 de junho; 19 e 20 de julho; 16 e 17 de agosto; 20 e 21 de setembro; 18 e 19 de outubro e 8 e 9 de novembro de 2012.
(quintas e sextas feiras).
Estudos a distância:
Complementando os encontros presenciais existirão estudos ministrados através de educação a distância, com ênfase nas peculiaridades das instituições de cada participante e suas áreas de interesse.
Carga horária:
360 horas (108 presenciais e 252 a distância).
Local dos encontros presenciais:
Todos os encontros presenciais serão realizados no centro da cidade do Rio de Janeiro.
Visitas técnicas:
Existirão oito visitas técnicas à instituições educacionais de excelência, no Rio de Janeiro, permitindo uma visão prática dos programas de gestão de organizações.
As mesmas serão feitas ao final de cada unidade didática.
Corpo docente:
Constituído por professores/consultores do IPAE e docentes convidados com grande titulação acadêmica e vivência prática em processos de gestão de negócios.
Certificados:
Os participantes do Programa receberão certificados parciais (por unidade didática) e de conclusão (final) fornecidos pelo Instituto de Pesquisas e Administração da Educação.
Os mesmos têm validade para fins de desenvolvimento profissional.
Investimento:
Taxa de inscrição de R$ 360,00 e oito parcelas de R$ 480,00
(descontos progressivos para mais um inscrito por instituição e para pagamento antecipado).
Informações e reserva de vagas:
Av. Rio Branco, 156 - Conjunto 2.307 - Centro - Rio de Janeiro. (21) 3905-0964 .
instituto@ipae.com.br
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Um novo olhar sobre a Matemática.
por Paulo Henrique Gadelha.
Alunos participam e encenam espetáculos propostos pela nova metodologia.
Abril 2011 foto Acervo do Pesquisador.
Historicamente, a Matemática foi concebida como uma ciência hermética e desinteressante. É comum escutarmos relatos de experiências traumáticas quando o assunto em questão é o aprendizado da disciplina. Seria possível, então, estudar os conteúdos matemáticos de uma forma alternativa e atraente, tornando-os inteligíveis para os alunos e eficiente para o professor?
Para essa indagação, o professor João Batista do Nascimento, da Faculdade de Matemática do Instituto de Ciências Exatas e Naturais (ICEN) da Universidade Federal do Pará (UFPA), não titubeia em afirmar que sim. A resposta tem respaldo na metodologia criada pelo próprio docente: o uso do teatro na aula de Matemática.
De acordo com o professor, a didática consiste em trabalhar os conceitos dessa área de conhecimento de uma maneira em que os alunos possam assimilar os conteúdos de forma lúdica e prazerosa. “Com o auxílio do teatro, a criança vai perder o medo da Matemática e passar a ter uma nova visão sobre a disciplina, pois a linguagem teatral tem o poder de despertar os nossos sentimentos e emoções. Dessa forma, após vivenciar no palco o que sempre foi considerado enfadonho, o aluno vai ter mais sensibilidade para aplicar a Matemática no seu cotidiano”, afirma o professor João Nascimento.
Com o primeiro resultado prático de sua metodologia, o professor criou, em 2003, o Projeto de Extensão “Atividades de Matemática para 3ª e 4ª séries”, o qual vigorou durante aquele ano na UFPA e contou com a ajuda de quatro alunos que cursavam Licenciatura em Matemática na Universidade, na época. A iniciativa As atividades da iniciativa aconteciam aos sábados no Clube de Ciências. Nesses encontros, crianças do bairro Guamá entravam em contato com a Matemática não só por meio de peças de teatro, mas também por recebeu, ainda, apoio do Clube de Ciências do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento da Educação Matemática e Científica (NPADC), atualmente Instituto de Educação Matemática e Científica (IEMCI), e da Faculdade de Matemática.
utilização de jogos e outras brincadeiras. Essas dinâmicas, segundo João Nascimento, são eficientes, pois contribuíam para uma melhor fixação dos conteúdos.
Fonte http://www.ufpa.br/beiradorio/novo/index.php/leia-tambem/124-edicao-93--abril/1189-novo-olhar-sobre-a-matematica >
Prof. João Batista do Nascimento.
UFPA/ICEN/ Fac. Matemática.
http://lattes.cnpq.br/5423496151598527,
www.cultura.ufpa.br/matematica/?pagina=jbn,
Email: jbn@ufpa.br, joaobatistanascimento@yahoo.com.br,
Jbnascimento.matematica.ufpa@gmail.com ,
PS: versões atualizadas
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
CURSO: Acessibilidade e Pesquisa da Língua Brasileira de Sinais.
CURSO: Acessibilidade e Pesquisa da Língua Brasileira de Sinais (Módulos I, II e III).
Coordenação: Profª Christiane Maria Costa Carneiro Penha.
Corpo Acadêmico:Profª Layane Cristine de Souza - Especialista em Pedagogia Empresarial. Pedagoga com Formação em Libras. Professora da UERJ/FBEF da disciplina “Entre Letras e Sinais: Libras na educação regular”...Prof. Antonio Ricardo Penha -
Mestre em Teologia. Gestor do CH Penha Projetos Educacionais ( Acadêmico do 6o. período de Pedagogia).
Objetivo do curso: Capacitar o acadêmico para a prática de pesquisa em libras, com vistas a sua formação na área de projetos educacionais, criando recursos didáticos e ferramentas que apoiem os estudos no campo da surdez.
Conteúdo.. Nível Básico (Módulo I):
Análise histórica da pessoa surda. A Língua Brasileira de Sinais como língua de instrução. Aspectos da Lei 10.436/2002 e o Decreto lei 5626/2005. Perdas Auditivas: Graus e Classificações. Filosofias educacionais voltadas para alunos surdos: oralismo, comunicação total e bilingüismo. Cultura, Comunidade, Povo e Identidade Surda (costumes e hábitos). Como o aluno surdo aprende. Organização do ensino de Matemática a partir da educação bilíngüe Português e Libras. Orientações sobre a prática pedagógica para o aluno surdo.
Nível Intermediário (Módulo II):
Alfabeto Manual de Libras. Datilologia. Os cinco parâmetros da Língua Brasileira de Sinais. Uso do sinal de identificação pessoal.Vocabulário e Gramática de Libras. Sinais relacionados a objetos escolares. Números cardinais e numerais em Libras. Sinais relacionados à família. Tipos de Frases e verbos em Libras. Os classificadores. Cores, pronomes e advérbios de tempo em Libras.
Nível Avançado (Módulo III): Língua Brasileira de Sinais, o alfabeto manual, a datilologia e os sinais avançados para aquisição do vocabulário. Os procedimentos lingüísticos de Libras, a formação técnica do tradutor, do intérprete e metodologia da pesquisa para a elaboração de trabalhos acadêmicos. O sinal soletrado.Diário de Aprendizagem em Libras: Ferramenta de Instrução. Letramento visual.
Público Alvo: Todos os interessados no tema.
Aulas uma vez por semana às quinta feiras.
Inicio: 08 de março de 2012.
Horário: 17h 30min às 19 horas.
Carga Horária: 40h por módulo, considerando a metodologia de pesquisa e parte prática.
Investimento: 3 parcelas de R$ 25,00 (vinte e cinco reais) por módulo.
Inscrição: Secretaria da Faculdade Flama.
Endereço: Rua Pedro Correia, 370 (Em frente ao 15 BPM) Vila Meriti - Duque de Caxias - RJ, 25020-160.
(0xx)21 2674-1446 e 2782-8278.
http://www.faculdadeflama.edu.br
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Direito Empresarial - 2012
http://emkt.iics.org.br
Ao completar 40 anos, o Centro de Extensão Universitária, Departamento de Direito do Instituto Internacional de Ciências Sociais – IICS, apresenta, em conjunto com AVM Faculdade Integrada, inovador curso de pós graduação lato sensu, com corpo docente altamente qualificado para desenvolver habilidades e competências necessárias ao profissional do Direito que atua ou pretende atuar na área empresarial.
Professional Master In Law.
Pós Graduação em Direito Empresarial que oferece a possibilidade de escolher uma entre as seguintes áreas de concentração:
- Administrativo
- Comércio Internacional
- Contencioso
- Contratos
- Imobiliário
- Mercado de Capitais
- Propriedade Intelectual
- Tributário.
Ocorre 2 vezes por semana, horários diurnos e/ou
noturno, a partir de março de 2012.
432 horas-aula.
Coordenação Geral:
Paulo Fernando Campos Salles de Toledo.
Antonio Jorge Pereira Júnior.
Ana Cláudia Karam Abdallah dos Santos.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
sábado, 7 de janeiro de 2012
REENCANTAMENTOS PARA LIBERTAR HISTÓRIAS - Lançamento: WAK Editora.
AUTORA: ANGELA PHILIPPINI.
:
Formato: 18x18cm - 124 páginas – 310g - Acompanha CD.
ISBN/COD. BARRAS: 978-85-88081-42-0 - CAPA DURA.
Preço: R$ 48,00.
Reencantamentos é um passeio mágico pelo infinito território das Histórias dando vez e voz a alguns dos personagens sempre presentes no imaginário humano, desde os tempos mais antigos. Por meio das Histórias escolhidas reafirma-se um precioso legado de simbolismos transculturais, contido em tradições orais e recontado e colorido pelo prazer de libertar Histórias... Cada um dos contos vai abrindo uma nova trilha para ir se chegando mais perto da fonte original de todas as Histórias: o Inconsciente Coletivo, com seus enigmas, com suas chaves, seus segredos e suas respostas.
Tel(21) 3208-6113.
www.wakeditora.com.br
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Raquel Mara Lopes Correia, uma educadora nota dez.
http://raquelcorreiaescritora.blogspot.com/
Educar com amor é algo muito maior que simplesmente educar.
Sorrir e chorar com nossos educandos é saber reconhecer os melhores e piores momentos da vida do educador.
Façamos a nossa parte. Nesse sentido, continuamente só para contrariar os incrédulos.
O brasileiro sabe valorizar o conhecimento. Somos uma nação muito jovem e queremos aprender mais.
Na pessoa de Raquel Correia: Pedagoga - Especialista e Mestre em Educação - Escritora - Contadora de Histórias,a equipe do Ch Penha Projetos Educacionais parabeniza os educadores do Brasil.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Recôncavo: Revista de História da Uniabeu.
http://www.uniabeu.edu.br/publica/index.php/reconcavo/issue/current
Divulgação solicitada por:
Carlos Eduardo M. Araújo.
Professor Adjunto do Programa de Mestrado em História - Universidade Severino Sombra (USS).
Editor Recôncavo. Revista de História da Uniabeu.
Coordenador PROAPE / PROBIN - Uniabeu.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Pontifícia Universidade Católica Americana
A Pontifícia Universidade Católica Americana (PUCA) oferece um ensino de primeira qualidade com custos acessíveis, atuando em várias partes do mundo com um amplo currículo: artes liberais, teologia, filosofia e programas profissionais, como arquitetura, economia e administração, educação, jornalismo, direito, física.
Na PUCA, os estudantes são inspirados por um ambiente acolhedor e trabalham lado a lado com eminentes pesquisadores e profissionais envolvidos em novas descobertas. Assim, todos alcançam maturidade para atuar no serviço à comunidade, nos pequenos empreendimentos locais e nas grandes organizações multinacionais.
Há mais de uma década, temos oferecido programas que combinam o estudo acadêmico rigoroso com a oportunidade da experiência de aprendizado no exterior. Aliando várias atividades comunitárias, a PUCA gera oportunidades de explorar a cultura e os ambientes naturais de cada país que o aluno esteja visitando. Os nossos programas oferecem uma combinação ideal de qualidade acadêmica proeminente, imersão cultural verdadeira e atividades de extensão, extracurriculares e de lazer, associadas às oportunidades sociais e pessoais de um criterioso ambiente universitário.
A nossa equipe de professores e funcionários tem vários anos de experiência no trato com pessoas de várias nacionalidades. Por isso, a projeção da PUCA em programas internacionais satisfaz plenamente os interesses pessoais e as metas acadêmicas exigidas pela pós-modernidade.
Explore a PUCA – Pontifícia Universidade Católica Americana. Ver http://www.apcuniversity.org/br/
Venha ser um dos nossos! Estude com gente que gosta do que faz.
Responsavel: Bispo José Moreno.
APC University - Divisão Brasil.
Caixa Postal 10150,
CEP:23050-970. Rio de Janeiro/RJ.
Tel. (21)3514-7067.
Ver também: http://anglicanalivre.org.br/index.php/escolas
Instituto Superior de Teologia Anglicana Livre -
http://anglicanalivre.org.br
Informações básicas.
*Parecer do MEC define aproveitamento dos cursos livres de teologia.
O Parecer 63/2004, aprovado pela Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação – MEC, de 19/2/2004, permite "... o aproveitamento de estudos feitos em cursos livres de Teologia por cursos superiores de Teologia legalmente autorizados ou reconhecidos".
O currículo do Instituto Superior de Teologia Anglicana Livre (ISTAL) está adequado às exigências legais visando a integralização de créditos e a subsequente obtenção do registro do título junto ao MEC.
O ISTAL não ministra a integralização, mas orienta e encaminha os interessados para IES credenciadas pelo MEC.
*O curso livre de teologia dá direito à pós-graduação?
-Sim. O parecer CFE 345/81 e a Lei Federal 6923, de 29/11/1981, designam o curso livre de teologia como curso superior que pode ser usado como suporte para a pós-graduação. O ISTAL mantém convênio com diversas IES e oferece pós-graduações lato sensu (360 horas) em Ciências da Religião, Aconselhamento e Psicologia Pastoral e outras, reconhecidas pelo MEC. Estes cursos são presenciais.
*A profissão de teólogo é reconhecida?
- Sim. A profissão de teólogo está regulamentada no Ministério do Trabalho, sob o código 2631-15 da CBO - Classificação Brasileira de Ocupações.
*O aluno é constrangido a crer do jeito episcopal-anglicano?
- Não. Embora seja mantida por uma Igreja de rito anglicano, o ISTAL tem uma filosofia didático-pedagógica abrangente, voltada para o estímulo e o exercício da consciência responsável. A equipe do ISTAL é totalmente a favor da liberdade de pensamento e expressão.
Mantenedora:
O ISTAL é mantido pela Igreja Anglicana das Américas, através da sua expressão brasileira, a Igreja Episcopal Anglicana Livre (http://anglicanalivre.org.br) Seu Chanceler é o Revmo. Arcebispo Michael Bland Simmons e o seu Reitor é o Revmo. Bispo José A. Peraçoli Moreno.
Matricule-se já!
Maiores informações, ligue:
(11) 4063-8861
(21) 3514-7067
(31) 4062-7631
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
“Ciências e Cognição 2012″
28 a 30 de março de 2012.
Rio de Janeiro – RJ.
Local: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rio de Janeiro.
O evento “Ciências e Cognição 2012″ - II Encontro Anual de Ciências e Cognição congregará atividades voltadas para o estudo multidisciplinar dos fenômenos cognitivos. O evento acontecerá estre os dias 28 e 30 de março de 2012 (manhã e tarde, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
TEMAS: Serão abordados trabalhos relacionados com os temas: Transtornos de Aprendizagem (TDAH, Dislexia, Afasia), Neuroeducação, Neuroestética, Processos Cognitivos (Modelos Mentais, Leitura, Escrita), Divulgação e Alfabetização Científica e outros.
ATIVIDADES:
IV Seminário Ciências e Cognição: Neurociências Aplicadas à Educação (seções: Neuroeducação; Neuroestética; Distúrbios de Linguagem).
Mesas- redondas (Modelos Mentais e Divulgação Científica; Gênero, Cognição e Ensino; Deficiências Cognitivas).
Neurocine (exibição de filme e debate com especialistas sobre TDAH).
Conferências.
Exposição de Trabalhos (pôsteres) (ver seções temáticas abaixo).
Workshops.
Cursos.
COORDENAÇÃO E PROMOÇÃO:
O evento é coordenado pela Organização Ciências e Cognição (OCC) e por Ciências e Cognição – Núcleo de Divulgação Científica e Ensino de Neurociências (CeC-NuDCEN/UFRJ).
APRESENTAÇÃO DE PÔSTERES:
Para maiores informações sobre apresentação de pôsteres, acesse o link “Inscrição” (ao lado).
INSCRIÇÃO DE GRUPOS DE TRABALHOS (GTs):
Os inscritos interessados poderão apresentar propostas para seus Grupos de Trabalhos (GTs). As atividades dos GTs ocorrerão durante o evento e constituirão núcleos de debate para discussão entre os grupos registrados e aceitos. Somente inscritos poderão propor a realização de GTs.
Procedimento para inscrição de Grupos de Trabalhos:
1. Após a finalização do processo de inscrição, um inscrito (com grau mínimo de Mestre) poderá encaminhar à organização do Encontro, solitação para a realização de reunião de GT durante o evento. O e-mail com a solicitação deverá indicar até 2 (dois) coordenadores do GT, dos quais ao menos um já deverá estar inscrito, e no mínimo dois outros participantes, para compor o GT.
2. Uma vez aprovado o GT, todos os coordenadores e participantes deverão necessariamente formalizar sua inscrição no evento para que seja concluída a aprovação do GT..
3. Para os GTs aprovados, será designada sala de discussão, aberta à participação de outros participantes do evento, em data e horário a ocorrer durante o evento, designada pela organização, conforme grade do encontro..
O objetivo de uma reunião de Grupo de Trabalho (GT) durante o evento:
- apresentar e debater os trabalhos do grupo e linha de pesquisa com possíveis interessados em estabelecer parcerias;
- alinhar os trabalhos do grupo e discutí-los à luz dos temas debatidos durante o evento;
- firmar parcerias e acordos;
- outros.
Maiores detalhes pelo e-mail:
assessoria@cienciasecognicao.org
Ferramenta de uso pessoal.
A intenção do livro é ensinar as pessoas a transformarem simples proposições em convites extremamente poderosos que dificultem as pessoas a dizerem NÃO. Não importa se é um grande negócio ou se é apenas um convite pessoal. Hirata cita que uma das coisas sobre vendas e negociação e uma das coisas sobre a vida é que, se você não faz com que as coisas sejam mais interessantes, elas se tornam desinteressantes. Baseado em muitas práticas do autor como negociador e mediador de conflitos, o livro é uma coletânea de seus ensinamentos como professor e consultor na área de negociação no mundo corporativo. A idéia do livro é transmitir ferramentas de uso pessoal e de utilização diária em qualquer ambiente onde seja necessário utilizar a competência de persuasão. No livro são abordadas técnicas capazes de criar um estado interno nas pessoas que torne qualquer atividade em si motivadora e impulsionadora a tomar boas decisões. Mais informações em http://www.hirataconsultores.com.br/editora.asp
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Mestrado Acadêmico do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPSI) da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL.
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO.
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO.
PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO.
PPGPSI - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA.
M E S T R A D O-
EDITAL Nº 01/2012.
Seleção de candidatos(as) às 15 vagas do Curso de Mestrado Acadêmico do Programa de
Pós-Graduação em Psicologia (PPGPSI) da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
(UFRRJ), para o ano letivo de 2012.
APRESENTAÇÃO:
O PPGPSI da UFRRJ iniciará suas atividades com o curso de MESTRADO ACADÊMICO. O
Programa tem como área de Concentração - PSICOLOGIA e inclui pesquisas que valorizam
a diversidade das tendências teóricas e metodológicas na área.
As duas linhas de pesquisa oferecidas são:
Linha de Pesquisa 1: Processos Psicossociais e coletivos-
A linha se caracteriza por privilegiar o arcabouço teórico e metodológico no campo da
psicologia social. Inclui pesquisas nas áreas: territórios de existência, ambiente, construção de
subjetividades, representações sociais, memória social, identidade social com diferentes
objetos de pesquisa, entre os quais, educação, saúde, raça, juventude, gênero e cultura.
Professores Permanentes:
Dr.Denis Giovani Monteiro Naiff - http://lattes.cnpq.br/7130312932739910.
Dr.Luciene Alves Miguez Naiff - http://lattes.cnpq.br/8033891142878879.
Dr.Nilton Sousa da Silva - http://lattes.cnpq.br/3803335892269540.
Drª Rosa Cristina Monteiro - http://lattes.cnpq.br/4703453783397917.
Professor colaborador:
Dr.Celso Pereira de Sá - http://lattes.cnpq.br/1455543858431600.
Linha de Pesquisa 2: Desenvolvimento Cognitivo, Humano e Social-
A linha reúne investigações nas áreas de desenvolvimento cognitivo, desenvolvimento
humano e desenvolvimento social em suas diversas matrizes teóricas e metodológicas. Inclui
pesquisas nas áreas de: bem-estar subjetivo, estresse, saúde mental, saúde pública, educação,
trabalho e desenvolvimento pessoal em interfaces com os temas de aprendizagem, cognição
humana e comportamento.
Professores Permanentes:
Drª.Lilian Miranda - http://lattes.cnpq.br/3915122967348408.
Dr. Marcos Aguiar de Souza - http://lattes.cnpq.br/8330562093476420.
Drª.Valéria Marques de Oliveira - http://lattes.cnpq.br/5123633584695574.
Dr.Wanderson Fernandes de Souza - http://lattes.cnpq.br/7822122440477341.
Professores Colaboradores:
Drª.Carla Cristine Vicente - http://lattes.cnpq.br/4123812582222156.
Dr. Rodolfo de Castro Ribas Junior - http://lattes.cnpq.br/3905909456640464.
1. DA INSCRIÇÃO NO PROCESSO DE SELEÇÃO -
A inscrição no processo seletivo de candidatos (as) ao curso de Mestrado Acadêmico do
PPGPSI, para o ano letivo de 2012, deverá ser efetuada pessoalmente pelo interessado ou por
procurador devidamente constituído.
Poderão inscrever-se no processo seletivo:
I) Candidatos (as) brasileiros(as) ou estrangeiros(as) portadores(as) de diploma de
graduação plena em instituição de ensino superior cujo curso seja reconhecido pelo MEC.
II) Candidatos (as) brasileiros(as) portadores(as) de diploma de graduação plena em
instituição estrangeira devidamente convalidado por instituição de ensino superior
brasileira reconhecida pelo MEC, de acordo com as normas legais.
III) Candidatos (as) estrangeiros (as) portadores (as) de diploma de graduação plena em
instituição de ensino superior comprovadamente reconhecida pelas autoridades oficiais do
respectivo país.
IV) Candidatos (as) com previsão de conclusão de curso de graduação para o segundo
Semestre de 2011, desde que apresente no ato da inscrição uma declaração da respectiva
Coordenação de Curso de previsão de colação de grau em tempo hábil para a efetivação de
matrícula no Curso de Mestrado no período estipulado no item 3.1.
Obs. O (a) candidato(a), ao apresentar a documentação requerida no ato da inscrição,
se responsabiliza pela veracidade de todas as informações prestadas.
1.1. PERÍODO DE INSCRIÇÃO:
As inscrições serão efetuadas na Secretaria da PROPPG (Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-
Graduação) em dias úteis, no período de 20/12 /2011 a 20/01/2012, no horário das 9h às 11:30h
e das 13:30h às 16h.
1.2. INSCRIÇÃO POR VIA POSTAL:
As inscrições poderão também ser efetuadas por via postal por meio exclusivo de
SEDEX, postadas até o dia 18/01/2012. As inscrições postadas por este meio após essa data
não serão homologadas.
Secretaria do PROPPG - UFRRJ – Campus Seropédica, sala 115, P1
BR 465 Km 7, Seropédica, RJ -
CEP: 23890-000.
Tel./Fax: (21) 26814707.
1.3. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA INSCRIÇÃO:
No ato da inscrição, toda documentação deverá ser entregue na secretaria da PROPPG, em
ENVELOPE FECHADO, constando no envelope o NOME DO CANDIDATO E NOME DO
CURSO.
Deverão ser entregues cópias dos seguintes documentos e os itens assinalados com asterisco
(*) deverão ser cópias autenticadas:
I) Ficha de inscrição. Disponível na Secretaria Acadêmica PROPPG e na página eletrônica
http://www.ufrrj.br/portal/modulo/dppg/ Atenção aos ítens abaixo:
II) Pré-Projeto, conforme estabelecido no item 2.2, em 3 (três) vias.
III)(*) Cópia do Diploma de Graduação, do certificado de conclusão ou da declaração da
Coordenação do respectivo curso com a previsão da data de colação de grau em tempo hábil
para a efetivação da matrícula no Curso de Mestrado.
IV) Histórico Escolar do Curso de Graduação.(*)
V) Currículo Lattes em versão impressa (disponível para preenchimento no endereço
http://lattes.cnpq.br , com comprovantes anexos).
VI) Cópia de Documento de Identidade.
VII) Cópia do CPF.
VIII) Cópia do Título de Eleitor e dos comprovantes da última votação.
IX) Comprovante original de pagamento da taxa de inscrição. Não haverá devolução da taxa.
O endereço para a impressão do GRU é:
https://consulta.tesouro.fazenda.gov.br/gru/gru_simples.asp.
OBS: Os documentos que foram entregues como cópias simples no ato da inscrição nos itens
VI, VII, VIII, deverão ter suas versões originais apresentadas no ato da matrícula.
1.4. ORIENTAÇÃO PARA PREENCHIMENTO DA GRU (a ser atualizada em informações
complementares):
Código da Unidade Favorecida: 153166.
Gestão: 15240.
Código de Recolhimento: 28830-6.
Número de referência: ano.
Competência: mês/ano.
Vencimento: ____/____/2012 – É a data de pagamento da GRU.
OBS: O vencimento não pode ultrapassar a data máxima que finaliza as inscrições.
CNPJ ou CPF: é o número do CPF do(a) candidato(a).
Valor: R$ 45,00.
1.5. HOMOLOGAÇÃO DA INSCRIÇÃO:
Terão as inscrições homologadas pela Comissão de Seleção apenas os(as) candidatos(as) que
apresentem toda a documentação exigida dentro do prazo previsto para a inscrição no
processo seletivo, conforme os itens 1.1 e 1.2 do presente Edital. A Comissão de Seleção
divulgará a lista de inscrições homologadas no mural da Secretaria do PPGPSI e no site
http://www.ufrrj.br/portal/modulo/dppg/ conforme calendário do processo seletivo
detalhado no item 2.8.
1.6. LOCAL DA INSCRIÇÃO:
Secretaria do PROPPG - UFRRJ – Campus Seropédica, sala 115, P1
BR 465 Km 7, Seropédica, RJ.
CEP.: 23890-000.
Tel./Fax: (21) 26814707.
http://www.ufrrj.br/portal/modulo/dppg/
2. DO PROCESSO DE SELEÇÃO:
A seleção dos(as) candidatos(as) é de responsabilidade da Comissão de Seleção instituída
pelo Colegiado do PPGPSI. A seleção será feita obedecendo às seguintes fases:
FASES DA SELEÇÃO:
Prova escrita - Eliminatória.
Análise do Pré- projeto de pesquisa - Eliminatória.
Defesa Oral do Pré-projeto de pesquisa - Eliminatória.
Análise do Curriculum Vitae no formato lattes - Classificatória.
Proficiência em língua estrangeira: Inglês- Condicional à conclusão do curso.
O endereço onde serão realizados os exames escritos, de língua e defesa oral será definido
pela comissão organizadora e será divulgado no momento de homologação das inscrições.
2.1. PROVA ESCRITA:
A prova escrita objetiva avaliar a capacidade de articulação (coerente, atualizada, criadora e
crítica) de aspectos teóricos que fundamentam a área de concentração e a linha que o(a)
candidato(a) se propõe a participar.
Essa etapa será realizada no Instituto de Educação, Campus de Seropédica.
2.2. ANÁLISE DO PRÉ-PROJETO DE PESQUISA:
O Pré-Projeto de Pesquisa proposto pelo(a) candidato(a) deverá estar devidamente
articulado com o propósito do PPGPSI e, em especial, com a linha de pesquisa que o(a)
candidato(a) pretende se inserir.
Os Pré-Projeto devem ser entregue em 3(três) vias e deverão ter no máximo 15 laudas em
espaço 1,5, fonte Times New Roman 12, margens 2,5 e contemplar os seguintes itens:
a) Capa com o nome do (a) candidato(a) e título do pré-projeto;
b) Folha de Rosto apenas com o Título, resumo de no máximo 10 linhas, nome da linha
de pesquisa em que o pré-projeto será inserido;
c) Problema e Justificativa da pesquisa;
d) Objetivos;
e) Referencial teórico: nela deverá ser indicado o referencial teórico da pesquisa;
f) Metodologia: as técnicas e os procedimentos que serão adotados para tratar o assunto
proposto;
g) Cronograma: o Plano de Trabalho deverá apresentar uma enumeração clara das
etapas da pesquisa e o tempo estimado para sua realização, considerando o período
máximo de 24 meses;
h) Referências bibliográficas: o Plano de Trabalho deverá listar, e fazê-lo conforme as
normas da American Psychological Association (www.apa.org) , e conter somente a
bibliografia utilizada na elaboração do texto do Plano de Trabalho;
2.3. DEFESA ORAL DO PRÉ-PROJETO:
A defesa oral do plano de trabalho objetiva analisar: o desenvolvimento do(a) candidato(a)
na argumentação de idéias e conceitos contidos no Pré-Projeto de Pesquisa proposto;
demonstração de capacidade para desenvolvê-lo; viabilidade de sua execução e aderência da
proposta às linhas de pesquisa. A defesa oral do Pré-Projeto de Pesquisa será feita diante de
uma banca examinadora instituída pela Comissão de Seleção. Na ocasião, o candidato
também poderá ser arguido pela banca sobre a análise do Curriculum Vitae.
Essa etapa será realizada no Instituto de Educação, Campus de Seropédica.
2.4. ANÁLISE DO CURRICULUM VITAE:
Os seguintes itens serão avaliados:
a) Curriculum Vitae (Modelo Lattes ampliado do CNPq):
Formação e experiência profissional:
Curso de extensão ((na área e em área afim);
Curso de aperfeiçoamento (na área e em área afim);
Curso de especialização Lato sensu (na área e em área afim);
Monitoria de ensino com comprovação institucional (na área e em área afim);
Experiência Profissional na área de educação formal e/ou não formal (docência,
gestão educacional ou atividade de apoio, atuação no movimento social).
Pesquisa e produção acadêmica:
Participação em eventos (ouvinte, comissão organizadora e palestra /comunicação
científica);
Bolsista de iniciação científica e/ou de extensão;
Participação em grupo de pesquisa;
Publicações.
OBS: Todos os itens devem ser documentados de forma clara e completa.
Os comprovantes deverão ser numerados conforme a ordem em que forem citados no
Currículo Lattes.
Não serão considerados os itens do Currículo Lattes que não estiverem devidamente
comprovados, assim como os comprovantes que não forem mencionados no Currículo
Lattes.
2.5. PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA ESTRANGEIRA:
A prova de proficiência avaliará a capacidade de compreensão e interpretação de texto da
área de Psicologia escrito em inglês.
O(a) candidato(a) não considerado(a) apto(a) na primeira tentativa durante a seleção terá a
oportunidade de realizar a prova de proficiência em língua estrangeira no final do primeiro
semestre e na próxima seleção do PPGPSI totalizando 3 tentativas máximas no período dos
12 meses iniciais.
O(a) candidato(a) que não for aprovado(a) em pelo menos um dos exames de proficiência
em língua estrangeira do PPGPSI será desligado(a) do Curso.
2.6. AVALIAÇÃO E RESULTADOS FINAIS:
Nota mínima para aprovação em todas as etapas eliminatórias do processo seletivo: 7,0
(sete);
Será eliminado do processo seletivo o(a) candidato(a) que obtiver nota inferior a 7,0 (sete) em
qualquer uma das etapas eliminatórias.
2.7. PUBLICAÇÃO DO RESULTADO:
A relação dos(as) candidatos(as) selecionados(as), em ordem classificatória,será divulgada
na Secretaria do PPGPSI, no Instituto Educação – Campus da UFRRJ em Seropédica- na
data prevista no item 2.8, na página do PROPPG http://www.ufrrj.br/portal/modulo/dppg/.
2.8. CALENDÁRIO DO PROCESSO SELETIVO:
Período de inscrição - 20 /12 /2011 a 20/ 01 /2012 – presencial.
18/01/2012 – Via postal por SEDEX.
Publicação da Lista de Inscrições Homologadas - 26 /01 /2012.
Prova Escrita - 01/02 /2012.
Resultado da Prova Escrita - 05/02/2012.
Resultado da Análise do Pré-Projeto de Pesquisa - 05/02/2012.
Defesa Oral do Pré-Projeto de Pesquisa - 07/02/2012 a 09/02/2012.
Prova de Proficiência em Língua Estrangeira - 10/02/2012.
Resultado Final - 01/03/2012.
Matrícula - 05/03/2012 a 09/03/2012.
3. DA MATRÍCULA:
A admissão dos (as) candidatos (as) selecionados (as) no curso se concretizará pelo seu
registro de matrícula na secretaria do PPGPSI .
Não será permitido o registro de matrícula concomitante em mais de um curso de pósgraduação
da UFRRJ ou de qualquer outra instituição pública de ensino superior.
Os (as) candidatos(as) selecionados(as) que não efetivarem seus registros de matrícula no
prazo estabelecido no item 2.8 serão considerados desistentes e suas vagas poderão ser
preenchidas por candidatos(as) classificados(as) no processo seletivo, de acordo com a
ordem de classificação.
3.1. PERÍODO DE MATRÍCULA:
A matrícula deverá ser efetuada no período de 05 de março a 09 de março de 2012 no horário
de 9:00 hs às 11:30 e das 13:30 às 16 hs no INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, Secretaria do
PPGPSI - Programa de Pós-Graduação em Psicologia – Sala 19 Campus de Seropédica – RJ.
3.2. DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA:
No ato do registro de matrícula, os(as) candidatos(as) aprovados(as) deverão apresentar
original dos documentos que não foram entregues com cópia autenticada (identidade, CPF e
título de eleitor) e ainda apresentar diploma ou certificado de conclusão do respectivo curso
devidamente validado no ato de matrícula na secretaria do PPGPSI.
4. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS:
a) A inscrição do candidato implicará conhecimento e aceitação das normas e condições
estabelecidas neste Edital, não sendo aceita alegação de desconhecimento.
b) Os casos omissos no presente Edital serão resolvidos pela Comissão de Seleção.
c) A documentação dos candidatos não selecionados no processo seletivo ficará à disposição
dos respectivos interessados para retirada, na Secretaria do Programa de Pós-Graduação
em Psicologia, por um prazo não superior a 30 (trinta) dias, a contar da divulgação do
Resultado Final da Seleção. Após esse prazo, os documentos restantes serão incinerados.
A Comissão de Seleção;
Seropédica
Dezembro
2011.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA SUGERIDA:
BRAGHIROLLI, E. M. et al. Psicologia geral. 29. ed. Petrópolis: Vozes, 2010.
CAMPOS, R. H. F. . Dicionário Biográfico da Psicologia no Brasil: pioneiros. Brasília: Conselho
Federal de Psicologia e Imago, 2001. p. 53-58.
PISANI, Elaine Maria. Psicologia geral. Petrópolis: Vozes, 1990.
BAPTISTA, Makilim Nunes; Campos, Dinael Corrêa de. Metodologias de Pesquisa em Ciências:
Análises Quantitativa e Qualitativa. Rio de Janeiro: LTC, 2007
BARROS, A. J. P. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. 14ª ed. Petrópolis: Vozes, 2003
.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Jooble: Não fique desempregado.
Associação Nacional dos Professores Universitários de História - ANPUH.
Saiba mais.
Em 19 de outubro de 1961 foi fundada, na cidade de Marília, estado de São Paulo, a Associação Nacional dos Professores Universitários de História, ANPUH. A entidade trazia na sua fundação a aspiração da profissionalização do ensino e da pesquisa na área de história, opondo-se de certa forma à tradição de uma historiografia não- acadêmica e autodidata ainda amplamente majoritária à época.
Atuando desde seu aparecimento no ambiente profissional da graduação e da pós-graduação em história, a ANPUH foi aos poucos ampliando sua base de associados, passando a incluir professores dos ensinos fundamental e médio e, mais recentemente, profissionais atuantes nos arquivos públicos e privados, e em instituições de patrimônio e memória espalhadas por todo o país. O quadro atual de associados da ANPUH reflete a diversidade de espaços de trabalho hoje ocupados pelos historiadores em nossa sociedade. A abertura da entidade ao conjunto dos profissionais de história levou também à mudança do nome que, a partir de 1993, passou a se chamar Associação Nacional de História, preservando-se contudo o acrônimo que a identifica há mais de 40 anos.
A cada dois anos, a ANPUH realiza o Simpósio Nacional de História, o maior e mais importante evento da área de história no país e na América Latina. O XXVI Simpósio Nacional, o mais recente do gênero, foi realizado de 17 a 22 de julho de 2011, na Universidade de São Paulo. O próximo Simpósio Nacional de História, em sua vigésima-setima edição, acontecerá no Rio Grande do Norte. No intervalo entre dois simpósios nacionais, as Seções Regionais organizam seus encontros estaduais.
No Estatuto da Associação, estão definidos seus propósitos:
“Art. 4°. – A presente Associação tem por objetivos: a. O aperfeiçoamento do ensino de História em seus diversos níveis; b. O estudo, a pesquisa e a divulgação de assuntos de História; c. A defesa das fontes e manifestações culturais de interesse dos estudos históricos; d. A defesa do livre exercício das atividades dos profissionais de História; e. A representação da comunidade dos profissionais de História perante instâncias administrativas, legislativas, órgãos financiadores e planejadores, entidades científicas ou acadêmicas.
Art. 5° - Para garantir seus objetivos, a Associação deverá promover o intercâmbio de idéias entre seus associados por meio de reuniões periódicas e publicações, procurando também irradiar suas atividades por meio de suas Seções Estaduais e Regionais”
A ANPUH publica semestralmente, a Revista Brasileira de História, uma das mais respeitadas publicações da área de história no país e, desde 2003, a revista eletrônica História Hoje.
Entre em contato.

http://www.anpuh.org
Em 19 de outubro de 1961 foi fundada, na cidade de Marília, estado de São Paulo, a Associação Nacional dos Professores Universitários de História, ANPUH. A entidade trazia na sua fundação a aspiração da profissionalização do ensino e da pesquisa na área de história, opondo-se de certa forma à tradição de uma historiografia não- acadêmica e autodidata ainda amplamente majoritária à época.
Atuando desde seu aparecimento no ambiente profissional da graduação e da pós-graduação em história, a ANPUH foi aos poucos ampliando sua base de associados, passando a incluir professores dos ensinos fundamental e médio e, mais recentemente, profissionais atuantes nos arquivos públicos e privados, e em instituições de patrimônio e memória espalhadas por todo o país. O quadro atual de associados da ANPUH reflete a diversidade de espaços de trabalho hoje ocupados pelos historiadores em nossa sociedade. A abertura da entidade ao conjunto dos profissionais de história levou também à mudança do nome que, a partir de 1993, passou a se chamar Associação Nacional de História, preservando-se contudo o acrônimo que a identifica há mais de 40 anos.
A cada dois anos, a ANPUH realiza o Simpósio Nacional de História, o maior e mais importante evento da área de história no país e na América Latina. O XXVI Simpósio Nacional, o mais recente do gênero, foi realizado de 17 a 22 de julho de 2011, na Universidade de São Paulo. O próximo Simpósio Nacional de História, em sua vigésima-setima edição, acontecerá no Rio Grande do Norte. No intervalo entre dois simpósios nacionais, as Seções Regionais organizam seus encontros estaduais.
No Estatuto da Associação, estão definidos seus propósitos:
“Art. 4°. – A presente Associação tem por objetivos: a. O aperfeiçoamento do ensino de História em seus diversos níveis; b. O estudo, a pesquisa e a divulgação de assuntos de História; c. A defesa das fontes e manifestações culturais de interesse dos estudos históricos; d. A defesa do livre exercício das atividades dos profissionais de História; e. A representação da comunidade dos profissionais de História perante instâncias administrativas, legislativas, órgãos financiadores e planejadores, entidades científicas ou acadêmicas.
Art. 5° - Para garantir seus objetivos, a Associação deverá promover o intercâmbio de idéias entre seus associados por meio de reuniões periódicas e publicações, procurando também irradiar suas atividades por meio de suas Seções Estaduais e Regionais”
A ANPUH publica semestralmente, a Revista Brasileira de História, uma das mais respeitadas publicações da área de história no país e, desde 2003, a revista eletrônica História Hoje.
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Congresso Nacional de Pesquisas em Tradução e Interpretação de Libras e Língua Portuguesa
Maiores informações sobre o Evento em:
http://www.congressotils.cce.ufsc.br/2012/evento.html
O III Congresso Nacional de Pesquisas em Tradução e Interpretação de Libras e Língua Portuguesa estará reunindo pesquisadores convidados de outros países e pesquisadores brasileiros para discutir sobre as pesquisas que envolvem a tradução e interpretação de língua de sinais de e para língua portuguesa.
O tema central deste Congresso foca nas questões relativas à ética. A ética perpassa as atividades de tradução e interpretação, pois o texto que resulta destas práticas pode tem desdobramentos de ordem científica, política e social. As questões relativas às normas Surdas de tradução que estão os não presentes nos textos traduzidos refletem aspectos éticos da relação com os envolvidos nas atividades de tradução de e para a língua de sinais. As relações entre os tradutores e intérpretes com os envolvidos no ato comunicativo nas língua de sinais e português são determinadas por questões éticas. Assim, este evento dedicar-se-á a discutir aspectos éticos mais amplos e mais específicos da tradução e interpretação de e para Libras e o português.
O congresso também objetiva afirmar as pesquisas em tradução e interpretação da Libras no campo dos Estudos de Tradução e Interpretação.
Este congresso tem como público alvo intérpretes e tradutores de língua de sinais, surdos e demais profissionais interessados no tema.
Trabalhos
Submissões de trabalhos para apresentação oral/sinais e pôster:
Os trabalhos deverão ser inscritos por meio de um resumo de 500 palavras incluindo o título, na modalidade de Comunicação Oral/Sinais ou Pôster, dentro de um dos eixos temáticos apresentados a seguir. Os resumos devem ser encaminhados até o dia 15 de abril de 2012 por email para congressotils@projectaeventos.com.br
Os resumos devem incluir as seguintes informações:
- Modalidade ( ) comunicação oral/sinais ( ) pôster
- Título
- Autor(es)
- Introdução
- Objetivos do trabalho
- Resumo da metodologia utilizada
- Principais resultados e conclusões
A comissão científica selecionará até 40 pôsteres, 28 comunicações e 06 reservas. Os reservas estarão ordenados e apresentarão seus trabalhos, caso algum participante de comunicação aceita não se apresente. Até o dia 15 de maio, a organização do evento apresentará os trabalhos aceitos na página do evento.
Até o dia 15 de junho de 2012, os participantes com trabalhos aceitos e os reservas deverão encaminhar o resumo expandido de sua apresentação. O resumo expandido do trabalho deve seguir a última versão das normas da ABNT apresentando-se na seguinte configuração: texto de 5 a 7 laudas, tamanho do papel A4, digitado em Microsoft Word, fonte Times New Roman, tamanho 12, margens de 2,5 cm, sem recuo para o parágrafo, corpo do texto justificado e espaço 1,5 (um e meio). Contendo as seguintes especificações: Titulo do trabalho em caixa alta, centralizado e negritado, nome do autor e instituição a direita do título, resumo, introdução, método, resultado, discussão e referências bibliográficas. O resumo deve ser enviado por email para congressotils@projectaeventos.com.br em pdf.
Os resumos serão publicados na página do evento, assim, ao submetê-lo à organização do evento, os autores são responsáveis pelo conteúdo dos textos e autorizam a organização a publicá-lo integralmente na página do evento, tornando-o público. Os direitos autorais permanecem com os próprios autores.
Somente os autores inscritos no congresso receberão o certificado de apresentação do trabalho.
Eixos temáticos
- Tradução/interpretação de língua de sinais: ética
- Tradução/interpretação de língua de sinais: norma Surda
- Políticas de tradução/interpretação de língua de sinais
- Tradução/interpretação de língua de sinais: identidades em questão
- Formação de tradutores/intérpretes de língua de sinais
- Metodologias para implementar a tradução de/para a língua de sinais
- Metodologias para implementar a interpretação de/para a língua de sinais
- Discurso e tradução/interpretação de/para a língua de sinais
- Avaliação da tradução/interpretação de/para a língua de sinais
- Tradução de/para a escrita de sinais
Importantes aspectos sobre a submissão do seu trabalho:
- Identificação da instituição, programa, unidade da federação e agência de fomento (se houver)
- Indicação do eixo temático
- A revisão de português é de responsabilidade do autor(es)
- Enviar os trabalhos em anexos (PDF) para o e-mail:congressotils@projectaeventos.com.br com o nome do autor e o título identificados
- Todos os textos serão analisados pela comissão científica.
- A responsabilidade pelo conteúdo dos trabalhos encaminhados para publicação é do Autor.
Datas e Prazos
Segue os prazos para submissões:
Até o dia 15 de abril – Envio dos resumos
15 de maio – Divulgação da aprovação no site do evento
Até 15 de junho – Envio dos resumos expandidos (trabalhos aprovados)
30 de junho – Programação Pronta
Normas para apresentação dos pôsteres aceitos
O pôster deverá obedecer as especificações abaixo:
Dimensões: 0,90m de largura X 1,20m de altura
Conteúdo deverá contemplar:
- Título
- Autor(es)
- Introdução
- Objetivos do trabalho
- Resumo da metodologia utilizada
- Principais resultados e conclusões
Comissão organizadora
Ronice Müller de Quadros
Marianne Stumpf
Silvana Aguiar dos Santos
Comissão científica
Cristina Lacerda (UFSCar)
Sandra Patrícia do Nascimento Farias (UnB)
Tarcísio Leite (UFSC)
Audrei Gesser (UFSC)
Markus Weininger (UFSC)
Ana Lodi (USP)
Fonte:http://www.congressotils.cce.ufsc.br/2012/evento.html
http://www.congressotils.cce.ufsc.br/2012/evento.html
O III Congresso Nacional de Pesquisas em Tradução e Interpretação de Libras e Língua Portuguesa estará reunindo pesquisadores convidados de outros países e pesquisadores brasileiros para discutir sobre as pesquisas que envolvem a tradução e interpretação de língua de sinais de e para língua portuguesa.
O tema central deste Congresso foca nas questões relativas à ética. A ética perpassa as atividades de tradução e interpretação, pois o texto que resulta destas práticas pode tem desdobramentos de ordem científica, política e social. As questões relativas às normas Surdas de tradução que estão os não presentes nos textos traduzidos refletem aspectos éticos da relação com os envolvidos nas atividades de tradução de e para a língua de sinais. As relações entre os tradutores e intérpretes com os envolvidos no ato comunicativo nas língua de sinais e português são determinadas por questões éticas. Assim, este evento dedicar-se-á a discutir aspectos éticos mais amplos e mais específicos da tradução e interpretação de e para Libras e o português.
O congresso também objetiva afirmar as pesquisas em tradução e interpretação da Libras no campo dos Estudos de Tradução e Interpretação.
Este congresso tem como público alvo intérpretes e tradutores de língua de sinais, surdos e demais profissionais interessados no tema.
Trabalhos
Submissões de trabalhos para apresentação oral/sinais e pôster:
Os trabalhos deverão ser inscritos por meio de um resumo de 500 palavras incluindo o título, na modalidade de Comunicação Oral/Sinais ou Pôster, dentro de um dos eixos temáticos apresentados a seguir. Os resumos devem ser encaminhados até o dia 15 de abril de 2012 por email para congressotils@projectaeventos.com.br
Os resumos devem incluir as seguintes informações:
- Modalidade ( ) comunicação oral/sinais ( ) pôster
- Título
- Autor(es)
- Introdução
- Objetivos do trabalho
- Resumo da metodologia utilizada
- Principais resultados e conclusões
A comissão científica selecionará até 40 pôsteres, 28 comunicações e 06 reservas. Os reservas estarão ordenados e apresentarão seus trabalhos, caso algum participante de comunicação aceita não se apresente. Até o dia 15 de maio, a organização do evento apresentará os trabalhos aceitos na página do evento.
Até o dia 15 de junho de 2012, os participantes com trabalhos aceitos e os reservas deverão encaminhar o resumo expandido de sua apresentação. O resumo expandido do trabalho deve seguir a última versão das normas da ABNT apresentando-se na seguinte configuração: texto de 5 a 7 laudas, tamanho do papel A4, digitado em Microsoft Word, fonte Times New Roman, tamanho 12, margens de 2,5 cm, sem recuo para o parágrafo, corpo do texto justificado e espaço 1,5 (um e meio). Contendo as seguintes especificações: Titulo do trabalho em caixa alta, centralizado e negritado, nome do autor e instituição a direita do título, resumo, introdução, método, resultado, discussão e referências bibliográficas. O resumo deve ser enviado por email para congressotils@projectaeventos.com.br em pdf.
Os resumos serão publicados na página do evento, assim, ao submetê-lo à organização do evento, os autores são responsáveis pelo conteúdo dos textos e autorizam a organização a publicá-lo integralmente na página do evento, tornando-o público. Os direitos autorais permanecem com os próprios autores.
Somente os autores inscritos no congresso receberão o certificado de apresentação do trabalho.
Eixos temáticos
- Tradução/interpretação de língua de sinais: ética
- Tradução/interpretação de língua de sinais: norma Surda
- Políticas de tradução/interpretação de língua de sinais
- Tradução/interpretação de língua de sinais: identidades em questão
- Formação de tradutores/intérpretes de língua de sinais
- Metodologias para implementar a tradução de/para a língua de sinais
- Metodologias para implementar a interpretação de/para a língua de sinais
- Discurso e tradução/interpretação de/para a língua de sinais
- Avaliação da tradução/interpretação de/para a língua de sinais
- Tradução de/para a escrita de sinais
Importantes aspectos sobre a submissão do seu trabalho:
- Identificação da instituição, programa, unidade da federação e agência de fomento (se houver)
- Indicação do eixo temático
- A revisão de português é de responsabilidade do autor(es)
- Enviar os trabalhos em anexos (PDF) para o e-mail:congressotils@projectaeventos.com.br com o nome do autor e o título identificados
- Todos os textos serão analisados pela comissão científica.
- A responsabilidade pelo conteúdo dos trabalhos encaminhados para publicação é do Autor.
Datas e Prazos
Segue os prazos para submissões:
Até o dia 15 de abril – Envio dos resumos
15 de maio – Divulgação da aprovação no site do evento
Até 15 de junho – Envio dos resumos expandidos (trabalhos aprovados)
30 de junho – Programação Pronta
Normas para apresentação dos pôsteres aceitos
O pôster deverá obedecer as especificações abaixo:
Dimensões: 0,90m de largura X 1,20m de altura
Conteúdo deverá contemplar:
- Título
- Autor(es)
- Introdução
- Objetivos do trabalho
- Resumo da metodologia utilizada
- Principais resultados e conclusões
Comissão organizadora
Ronice Müller de Quadros
Marianne Stumpf
Silvana Aguiar dos Santos
Comissão científica
Cristina Lacerda (UFSCar)
Sandra Patrícia do Nascimento Farias (UnB)
Tarcísio Leite (UFSC)
Audrei Gesser (UFSC)
Markus Weininger (UFSC)
Ana Lodi (USP)
Fonte:http://www.congressotils.cce.ufsc.br/2012/evento.html
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
UFRRJ - Mestrado em Psicologia 2012
É com grata satisfação que divulgamos a aprovação do Mestrado em Psicologia na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Câmpus Seropédica.
Amplie a imagem clicando sobre a mesma.

As aulas estão previstas para março de 2012! Fiquem atent@s!
Saudações!
Valéria Marques
marquesvaleria@globo.com valeriamarques@ufrrj.br
Profa. Adjunta
Departamento de Psicologia
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
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As aulas estão previstas para março de 2012! Fiquem atent@s!
Saudações!
Valéria Marques
marquesvaleria@globo.com valeriamarques@ufrrj.br
Profa. Adjunta
Departamento de Psicologia
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Lançamento de Livro.
Andréa Villela e José Pacheco convidam para o lançamento do livro sobre a Escola da Ponte.Com prefácio de Ana Waleska Mendonça da PUC / RJ e Ana Maria Serrano da Universidade do Minho / Portugal o livro apresenta a metodologia desta escola pública portuguesa.
O lançamento será no dia 09 de dezembro de 2011, a partir das 17 horas, na livraria do Museu da República, no Catete.
Outras informações Andréa Villela E-mail: av.mafra@hotmail.com
Reflexão Flama - 2011

O lançamento deste primeiro número da Revista Científica Reflexão Flama representa – acreditamos – um marco no processo de desenvolvimento de nossa instituição. Trata-se de um instrumento de divulgação científica e de projetos e realizações organizacionais, através do qual pretendemos, entre outros objetivos, dar visibilidade às iniciativas de nossos corpo diretor, funcional, docente e discente, nos campos da pesquisa, do ensino e da extensão universitária. Esta edição inaugural é fruto do trabalho conjunto do corpo diretor da Faculdade Flama, funcionários da instituição, Conselho Consultivo e Comitê Editorial, porém, só foi realmente possível graças à alentadora resposta dada pelos articulistas às nossas demandas pelo material que, agora, vem a constituir o rico conteúdo que, com imenso prazer, trazemos a público neste número da Revista. A todos e todas, o nosso sincero agradecimento!.
Fonte:http://faculdadeflama.edu.br/reflexaoflama/
Conheça a Faculdade Flama em http://www.faculdadeflama.edu.br/
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
EBAPE e IESP promovem Fórum de Análise Política – FAP
Divulgação IESP-UERJ - E-mail: divulgacao@iesp.uerj.br -
O Rio de Janeiro se caracteriza, historicamente, por ser uma cidade onde diversos eventos e acontecimentos políticos e sociais tiveram grande repercussão nacional. Desde a chegada da Corte portuguesa em 1808, passando pela promulgação da primeira Constituição republicana, a outros grandes eventos de resistência e mudança, tais como a revolução de 1930, o suicídio de Vargas, o golpe de 1964, o comício das Diretas Já, a passeata pela destituição do Presidente Collor, tradicionalmente o Rio de Janeiro tem sido palco de suma importância para a vida política brasileira. Mesmo tendo deixado de ser a capital do Brasil, o Rio continua a refletir as principais preocupações, tensões, conquistas e conflitos nacionais.
Não à toa, o Rio de Janeiro também tem sido centro de vigorosos debates políticos, marcados pela qualidade e pluralidade de opiniões e com desdobramentos e impactos para a vida intelectual, cultural e universitária do país. No que diz respeito exclusivamente às ciências sociais, várias gerações de pesquisadores brasileiros foram formadas nos institutos e universidades de excelência da cidade.
Assim, inúmeros intelectuais, acadêmicos e formadores de opinião nacional se encontram no Rio de Janeiro. Entretanto, nos últimos tempos, a cidade não tem tido suficientes oportunidades de discussão pública de ideias, reflexões, trabalhos e pesquisas sobre os problemas da política nacional e local. Na realidade, a reunião, o acesso e a interlocução entre pessoas e ideias têm sido deixado, cada vez mais, ao acaso e/ou a iniciativas isoladas. Em suma, hoje o Rio carece de um fórum mais amplo e regular de análises e debates políticos.
Com o objetivo de oferecer um espaço que supra tal carência, a Escola Brasileira de Administração Publica e de Empresas (EBAPE) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), e o Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), se associam para lançar o Fórum de Análise Política. Trata-se de uma arena independente e inclusiva que possibilitará a reunião e o debate entre pessoas com muitos interesses e agendas comuns, mas que raramente interagem, contando com a participação de acadêmicos, pesquisadores, consultores, intelectuais e jornalistas, num esforço coletivo e sustentado de gerar maior sinergia intelectual na cidade em torno da reflexão política.
O Fórum se materializará tanto por meio de debates como também através de um portal eletrônico que terá por escopo oferecer ao grande público análises qualificadas de problemas e fenômenos políticos sobre a conjuntura política do país, a estrutura das instituições políticas bem como a história política, procurando sempre veicular visões distintas a respeito das questões abordadas e promover o contraditório. O portal veiculará artigos e pesquisas, bancos de dados, além de editoriais e comentários sobre a conjuntura política do Brasil. Os textos e demais dados publicados terão linguagem e formato acessível, não estritamente acadêmico e técnico, de modo a possibilitar sua leitura pelo grande público.
O primeiro evento publico do FAP será uma palestra ministrada pelo Dr. Amaury de Souza, um dos grandes politólogos brasileiros, no dia 08 de novembro de 2011, na EBAPE, Praia de Botafogo, 190, Sala 1333, às 17:00 horas. O tema de suma palestra será “Presidencialismo de Coalizão ou Coalizão Presidencialista”.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Jornada de Educação Matemática da FFP (JORMAT FFP)
http://www.jormatffp.xpg.com.br/
A Jornada de Educação Matemática da FFP (JORMAT FFP) é um evento anual que vem sendo realizado desde o ano 2008 na Faculdade de Formação de Professores da UERJ em São Gonçalo, que no presente ano será realizado no dia 12 de novembro de 2011.
A JORMAT FFP ocorre simultaneamente com a Jornada de Educação Matemática Integrada da FEBF/FFP/MARACANÃ, evento que surgiu após a grande aceitação do público em relação à 1ª JORMAT e que conta com o apoio dos três campi da UERJ mencionados.
O evento foi inicialmente idealizado e coordenado pela Profª. Ms. Andreia Carvalho Maciel Barbosa. Nesta edição, será dirigido pela equipe constituída pelos seguintes professores da FFP/UERJ: Profª. Dra. Priscila Petito, Profª Ms. Andréa Zander, Profª. Dra. Maria de Fátima Paiva, Profª. Dra. Rosa García, Profª. Dra. Marcele Câmara, Prof. Dr. Fábio Silva e Prof. Dr. Alan Freitas. Vale frisar que para a sua fundamentação continuará a parceria entre as unidades da UERJ localizadas no Maracanã, Duque de Caxias e São Gonçalo. Este último tendo especial apoio da direção, do departamento de Matemática (DMAT) e do centro acadêmico de Matemática (CAMAT).
A 4ª JORMAT concretizar-se-á pela ação integrada de docentes e alunos da comunidade acadêmica. Será uma oportunidade de trocar conhecimentos e experiências, já que não haverá apenas a participação em palestras e oficinas, mas também poderão abrir as portas, a quem interessar, para a presentação de trabalhos que desenvolvem dentro de seu âmbito educacional. Neste encontro será dedicada uma seção de Comunicação Científica e Relato de Experiências que contemple os trabalhos e pesquisas produzidas pelos alunos da 1ª turma da Especialização em Ensino de Matemática em março de 2011.
A 1ª JORMAT FFP (2008) e a 2ª JORMAT FFP/ 1ª JORNADA INTEGRADA FEBF/FFP/MARACANÃ (2009) foram relevantes como aglutinadores da diversidade de conhecimentos matemáticos e obtiveram uma avaliação excelente dos participantes. Seu sucesso é evidenciado pelos números indicadores: em 2008 o número de inscritos girou em torno de 250 e em 2009 este número dobrou, contando com, aproximadamente, 500 inscritos. Fazendo um breve resumo da última edição (3º JORMAT FFP / 2ª JORNADA INTEGRADA FEBF/FFP/MARACANÃ), esta reuniu 350 inscritos nas atividades, 77 ministrantes de oficinas, comunicações científicas, relatos de experiências e pôsteres e 55 licenciados trabalhando na organização e realização do evento.
Proposta de submissão de trabalho
(Pôster – Exposição de Materiais – Comunicação Científica – Relato de Experiência).
A organização da 4ª JORMAT FFP e 3ª JORMAT INTEGRADA FEBF/FFP/MARACANÃ tem prazer em convidá-lo para mostrar seu trabalho em nosso evento, que acontecerá no dia 12 de novembro de 2011 na UERJ-FFP, situada no município de São Gonçalo, no Rio de Janeiro. Caso aceite o nosso convite, solicitamos que encaminhe a ficha (disponível em www.jormatffp.xpg.com.br) preenchida para o e-mail: inscricao.jormat.ffp@gmail.com (no assunto, por favor escreva [Envio de Trabalho] – nome do proponente) como arquivo anexado até o dia 05 de novembro de 2011.
Mais informações em www.jormatffp.xpg.com.br.
A Jornada de Educação Matemática da FFP (JORMAT FFP) é um evento anual que vem sendo realizado desde o ano 2008 na Faculdade de Formação de Professores da UERJ em São Gonçalo, que no presente ano será realizado no dia 12 de novembro de 2011.
A JORMAT FFP ocorre simultaneamente com a Jornada de Educação Matemática Integrada da FEBF/FFP/MARACANÃ, evento que surgiu após a grande aceitação do público em relação à 1ª JORMAT e que conta com o apoio dos três campi da UERJ mencionados.
O evento foi inicialmente idealizado e coordenado pela Profª. Ms. Andreia Carvalho Maciel Barbosa. Nesta edição, será dirigido pela equipe constituída pelos seguintes professores da FFP/UERJ: Profª. Dra. Priscila Petito, Profª Ms. Andréa Zander, Profª. Dra. Maria de Fátima Paiva, Profª. Dra. Rosa García, Profª. Dra. Marcele Câmara, Prof. Dr. Fábio Silva e Prof. Dr. Alan Freitas. Vale frisar que para a sua fundamentação continuará a parceria entre as unidades da UERJ localizadas no Maracanã, Duque de Caxias e São Gonçalo. Este último tendo especial apoio da direção, do departamento de Matemática (DMAT) e do centro acadêmico de Matemática (CAMAT).
A 4ª JORMAT concretizar-se-á pela ação integrada de docentes e alunos da comunidade acadêmica. Será uma oportunidade de trocar conhecimentos e experiências, já que não haverá apenas a participação em palestras e oficinas, mas também poderão abrir as portas, a quem interessar, para a presentação de trabalhos que desenvolvem dentro de seu âmbito educacional. Neste encontro será dedicada uma seção de Comunicação Científica e Relato de Experiências que contemple os trabalhos e pesquisas produzidas pelos alunos da 1ª turma da Especialização em Ensino de Matemática em março de 2011.
A 1ª JORMAT FFP (2008) e a 2ª JORMAT FFP/ 1ª JORNADA INTEGRADA FEBF/FFP/MARACANÃ (2009) foram relevantes como aglutinadores da diversidade de conhecimentos matemáticos e obtiveram uma avaliação excelente dos participantes. Seu sucesso é evidenciado pelos números indicadores: em 2008 o número de inscritos girou em torno de 250 e em 2009 este número dobrou, contando com, aproximadamente, 500 inscritos. Fazendo um breve resumo da última edição (3º JORMAT FFP / 2ª JORNADA INTEGRADA FEBF/FFP/MARACANÃ), esta reuniu 350 inscritos nas atividades, 77 ministrantes de oficinas, comunicações científicas, relatos de experiências e pôsteres e 55 licenciados trabalhando na organização e realização do evento.
Proposta de submissão de trabalho
(Pôster – Exposição de Materiais – Comunicação Científica – Relato de Experiência).
A organização da 4ª JORMAT FFP e 3ª JORMAT INTEGRADA FEBF/FFP/MARACANÃ tem prazer em convidá-lo para mostrar seu trabalho em nosso evento, que acontecerá no dia 12 de novembro de 2011 na UERJ-FFP, situada no município de São Gonçalo, no Rio de Janeiro. Caso aceite o nosso convite, solicitamos que encaminhe a ficha (disponível em www.jormatffp.xpg.com.br) preenchida para o e-mail: inscricao.jormat.ffp@gmail.com (no assunto, por favor escreva [Envio de Trabalho] – nome do proponente) como arquivo anexado até o dia 05 de novembro de 2011.
Mais informações em www.jormatffp.xpg.com.br.
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